segunda-feira, 31 de agosto de 2009

Golden Axe



Golden Axe
- Machado Dourado -


Year: 1989

Quem fez:
SEGA

Playahs:
1-2

Gênero:
Porradinha Medieval

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Cosmão [8]
"...Golden Axe é aquela coisa: porrada de rua na época do Senhor dos Anéis..."


Golden Axe é aquela coisa: porrada de rua na época do Senhor dos Anéis. A galera se encontrava, um olhava torto e a mina do grupo já mandava descer o dragão pra torrar todo mundo ali.

Controlamos Tarik (ou sei lá quem), o MACHO-MAN da equipe, com uma espada que impõe respeito e peitoral de fora, uma amazona gostosa que luta com outra espadinha afiada e o velhote anão com a machadinha característica. Os 3 devem impedir que o MACHADO DOURADO caia nas mãos do vilão do jogo, que eu esqueci o nome, por sinal.

Na verdade, o machado dourado já está nas mãos do cara, então, temos que lutar CONTRA ele pra recuperar tal arma preciosa.

Para isso, vamos percorrer e VARRER do mapa uma corja de assassinos, vadias, gigantes e outras aberrações que assolaram vilas, cidades e outras regiões.

Os 3 chars podem usar magia, que é coletada nos hobbits perdidos pelas fases, sendo que a mina pode carregar até 7 poções e invocar el dragão cospe-fogo, direto da Turma da Mônica, que vai tostar geral.

O velhote usa magia do raio e o fortão, magia de pedras.

O jogo é bacanudo e fez o maior sucesso na época que foi lançado nos arcades, sendo esta versão aqui apresentada uma adaptação do mesmo, cortesia da Sega na época.

A dificuldade é bacana, sons meio pobres até pra época e gráficos medianos, sem muitos efeitos nem mesmo nas magias.

É um jogo legal pra se jogar com aquele seu amigo fissurado em coisas medievais.

NEXT - Alex Kidd Enchanted Castle

sexta-feira, 28 de agosto de 2009

Vectorman



Vectorman
- Homem Vetor -



Year: 1995

Quem fez:
SEGA


Playahs:
1


Gênero: Plataforma / Tiroteio


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Cosmão [10]
"...é um belo exemplo de que o Mega Drive tinha muito poder escondido..."


Vectorman foi um dos jogos que conheci uma certa vez que aluguei 6 jogos de uma vez só, como presente de minha mãe, nos meus valiosos 14 anos. Junto com ele, descobri Beyond Oasis também, mas isso fica pra uma outra resenha.

Vectorman, antes de qualquer coisa, é um jogo bonito de se ver, tem ótimos efeitos de luz, sombra e excelente animações tanto de Vectorman quanto dos inimigos e cenários.

O jogo é bem colorido, mas nem por isso, fácil. Vais penar se quiser chegar ao final do jeime, pois as fases são enormes e cheias de inimigos esperando por você.

Algumas delas demoram quase dez minutos para serem exploradas e passadas, visto que os cenários escondem muitos itens (dispostos em monitores presos geralmente em paredes), e muitos deles são preciosas vidas ou armas mais potentes.

Nosso robô verde pode equipar vários tiros diferentes, além de se transformar em outras coisas, dependendo das fases, como uma útil bomba pra abrir alguma passagem, um réptil nadador, uma bolinha dançarina, etc.


As transformações de Vectorman ajudam a dar uma boa balanceada no gameplay, o que não acaba resumindo o game apenas em saltar e atirar o tempo todo.

As músicas e efeitos sonoros são ótimos, um verdadeiro capricho da Sega, como era de praxe na época.


Vectorman é um jogo que deveria ser apreciado por todos, pois, além de ser um puta jogão, é um belo exemplo de que o Mega Drive tinha muito poder escondido onde somente os mestres podiam achar.

Um jogo cadenciado, bonito, com dificuldade razoável e muito tiroteio.

Com certeza, muita gente que não conhece pode se surpreender com o game.



NEXT - Golden Axe

quinta-feira, 27 de agosto de 2009

Last Battle



Last Battle
- Última Batalha -


Year: 1989

Quem fez:
SEGA


Playahs:
1


Gênero:
Porrada / Plataforma



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Cosmão [7]
"...morri no primeiro chefe e desisti..."


Last Battle é baseado no desenho amarelo HOKUTO NO KEN (yes Ryu), lançado only on Japan. Por conta dos direitos autorais que os gringos não possuíam (pra vocês verem a bagunça da Sega), o jogo teve que mudar de nome, trocar os personagens e sofrer uma censura lazarenta só pra poder sair nas terras do Tio Sam.

Nesse esquema, Kenshiro agora se chama Aarzak e toda a galera do anime mudou de nome também. A censura ficou por conta do sangue inexistente nessa versão.

No joguete controlamos Aarzak que precisa espancar uma galera ae por algum motivo que tenho certeza de que o anime sabe explicar, já que eu não sei. É basicamente um jogo de porradinha de rua, mas em ruas diferentes e em scroll lateral, diferente de Streets of Rage.

Aarzak tem chutes e socos à disposição, além de uma barra POWER que não consegui encher, mas ela deve liberar um poder típico dos desenhos japas.

O joguito segue num mapinha próprio, parecendo um tabuleiro, onde cada fase tem o desenho de uma cidade em ruínas. Morri no primeiro chefe e desisti.


Engraçado que, na época que eu aluguei, fui longe pra cacete, mas nunca terminei essa porra. O jogo tem bons comandos, sons legais, mas acaba sendo bem repetitivo.

Se for fã do anime, jogue sem medo, mas pegue a versão japoronga, pois vais passar raiva com essa.

NEXT - Vector Man

quarta-feira, 26 de agosto de 2009

The Chaos Engine



The Chaos Engine
- A Engrenagem do Caos -


Year: 1993

Quem fez:
Microprose


Playahs:
1-2


Gênero: Tirinho visto de cima



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Cosmão [8]
"...o jogo só é jogável em duplas, seja um amigo ou a CPU controlando seu parceiro..."


Temos aqui uma boa mistura de Pocky Rocky com Ikari Warriors - by Matt.

Chaos Engine é um joguete de tiro visto de cima, a lá Mercs, com possibilidade de se escolher entre vários personagens pra sair matando geral e coletando grana.
O jogo se passa em regiões variadas, desde pântanos até cidades, esgotos e a pqp, pena ser tão difícil que mal consegui chegar na terceira etapa.

Nos EUA esse jogo é chamado de SOLDIERS OF FORTUNE.

O que rola é o seguinte: o jogador escolhe seu personagem e mais um pra ajudar, pois o jogo só é jogável em duplas, seja um amigo ou a CPU controlando seu parceiro. O objetivo é sair matando e coletando itens e chaves pra ir abrindo caminho até o final da fase.

Os personagens são bem variados, indo desde mutantes à caçadores, guerreiros e outras bestas (dá pra ver pela capa), todos loucos atrás de dinheiro. A trama do jogo é bizarra, algo que envolve mutações genéticas no planeta e uma criação bizarra do governo Europeu que eu não tive saco de traduzir ^^ !

O jogo tem uma profundidade tremenda, com um controle sólido e um gameplay gostoso de se jogar.

Uma das coisas que faltou foi atirar e andar ao mesmo tempo, mas nada que possa roubar a diversão proporcionada pelo joguete.

Em cada final de fase dá pra comprar itens novos, melhorar arma, comprar vidas e energia, etc, tudo usando a grana dos inimigos abatidos nas fases.

Se jogado com um amigo, a diversão é maior ainda.

Recomendado !





NEXT - Last Battle

terça-feira, 25 de agosto de 2009

Bubsy in: Claws Encounters of the Furred Kind




Bubsy in: Claws Encounters of the Furred Kind
- Bugsy: o Jogo que o Max ama -


Year: 1992,1993

Quem fez:
Accolade


Playahs:
1


Gênero:
Plataformas do prazer


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Cosmão [4]
"...o jogador fica mais perdido que filho da puta no dia das mães..."


Vou falar a real: Bubsy não é um jogo 100% ruim ! Eu diria que uns 90% ele é tenebroso e, o resto, ruim.

Mas vou explicar: Bubsy tenta ser vários personagens ao mesmo tempo, mas sua maior cara de pau é ser um clone do Sonic. Ele une velocidade, fases com descidas e subidas e itens colecionáveis (novelos de lã), mas a parte técnica do jogo acabou ficando pra trás. Eu sei que o Max adora essa porcaria, mas eu preciso dizer as verdades sobre esse jogo imundo: se não fosse o maldito controle sobre o gato, ele teria se saído bem melhor.

Não sei, parece que existe alguma VENTANIA quando você pula alto e tenta manobrar o bichano laranja. O gato se contorce, a tela muda de posição e o jogador fica mais perdido que filho da puta no dia das mães, até cair num inimigo fdp e morrer. Por esse motivo, ganhou o carinhoso apelido de BUGSY.

Por sorte, existem camisas com vidas por todo canto, o que deve prolongar um pouco a experiência sórdida que é jogar Bubsy.

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Max Carnage [9.5]
"...Lindo design, desafio bem equilibrado, trilha sonora inconfundível, grandes frases de efeito..."

Antes de mais tudo, muito obrigado Cosmão, pelo seu carinho enorme por este saudoso game o colocando na semana Mega Drive, em plena Terça Feira (eu acho) assim no começo da semana.

Percebo e concordo plenamente que jogos tão carinhosos como este merecem destaque e prestígio aqui no blog, provavelmente você dará um dezão pra ele, mas isto já é outra história. Bubsy é fogo que arde sem se ver. É ferida que dói, e não se sente. É um jogo do caralho, já dizia o poeta.

Nunca uma humilde produtora como a Accolade nos surpreendeu tanto vindo assim timidamente com um grande clássico hoje em dia, amado por gamers de toda geração. Bubsy ganha em todos os fatores. Lindo design, desafio bem equilibrado, trilha sonora inconfundível, grandes frases de efeito, enfim, um dos melhores jogos de plataforma de seu tempo.

NEXT - The Chaos Engine

segunda-feira, 24 de agosto de 2009

Mortal Kombat

Mortal Kombat
- Combate Mortal (auu) -


Year: 1992

Quem fez:
Midway

Playahs:
1-2

Gênero:
Porrada Sanguinária

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Cosmão [6]
"...Mortal Kombat pode ser definido como o OGRISH dos jogos de luta na época..."


Mortal Kombat pode ser definido como o OGRISH dos jogos de luta na época em que foi lançado Não sabe o que é OGRISH ? Google ! :D !

Nele, escolhemos um candango (ou candanga) entre 7 gayrreiros para lutar até a morte em arenas do Outworld. Muitos diriam na época: "ah, no Street Fighter também é assim e tem mais carinhas". Sim, mas no Street Fighter você não pode ARRANCAR A CABEÇA DO OPONENTE JUNTO COM SUA COLUNA VERTEBRAL, pode ?

Pois é, MK inaugurou um novo estilo de jogo de luta, onde damos os famosos FATALITIES nos inimigos quando a luta se encerra. Ou não, caso o jogador não saiba dar os malditos. Cada lutador tem, em seu rol de golpes, um especial para ser dado ao ouvir a famosa frase "FINISH HIM/HER": o golpe geralmente dilascera, decapita, chamusca ou mata o inimigo ^^ !

Os personagens vão desde moçoilas nobres como a Sonya até playboys como Johnny Cage e ninjas como Scorpion e Sub-Zero. Cada um deles acabou se tornando único, o que veio a propagar mais ainda a fama de violento do jogo.

Saíram inúmeras versões pra diversos sistemas, mas as mais famosas ficaram no Mega Drive e SNES, com sutis diferenças gráficas entre os dois (o som no SNES dá um show, enquanto no Mega...bem....).

É um jogo violento ? Sim, claro, mas pros padrões de hoje, está mais pra um passeio no parque.

Mesmo assim, MK ainda é uma grande franquia, aliás, ele é só mais uma franquia que ainda não acertaram muito a mão após o terceiro jogo.
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Max Carnage [8.5]
"...agradeça que o imperador Shao Kahn ainda não deu as caras..."


Test your mighty.... MORTAL KOMBAAAAT !
Primeiro de uma série que mesmo sem a produtora persiste até os dias de hoje (sim malandro, o Ed Boon tá ralando bagarai no próximo). Já pensou finalizar seu oponente com estilo após enchê-lo de rasteiras e voadeiras?

Ou simplesmente jogá-lo ponte abaixo, pra dar um mergulho nos espetos que lá em baixo os aguardam. Liu Kang, Johnny Cage, Sonya Blade, Kano, Sub-Zero lá da xurupita, Scorpion e Raiden surgem num torneio para encarar ninguem menos que uma besta de 4 braços chamada Goro e, pior ainda, seu mestre Shang Tsung que pode se transformar em qualquer um dos lutadores citados (inclusive Goro) no modo mais hard possível.

Agradeça que o imperador Shao Kahn ainda não deu as caras, mas isso é história pra próxima. Se você quiser e TIVER A MANHA ainda pode encarar o lutador secreto REPTILE e se lascar mais ainda. Goro, Shang Tsung, Reptile, Mirror Match, Fatalities, Endurance 1, 2 ou 3, Test your Mighty.... vá de peito aberto e encare essa experiência fod a que o Mega Drive também teve o dom de receber!
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Matt [5]
"...outro problema nessa versão fica por conta do controle do Mega Drive, que só tinha 3 botões..."


Mortal Kombat sacudiu os arcades em 1992, mostrando coisas que ninguem imaginava ver na tela de um video game aquela época. Personagens quase reais lutando até a morte, sangue jorrando pra todo lado, cabeças explodindo ou sendo arrancadas com coluna cervical e tudo.

Depois de toda polêmica misturada com uma explosão de popularidade, a Midway resolve jogar a matança nos consoles caseiros, em plena briga Sega x Nintendo nos 16 bits.


A versão do Mega Drive ficou bastante inferior a do Super NES, a começar pelo som - o console já é bem conhecido pela baixa qualidade da sua placa sonora - que é muito ruim aqui, o som da comemoração do Rayden, por exemplo, parece uma interferência de cabo de som com defeito, os gráficos também não ficaram muito interessantes, parece que faltam quadros de animação e a paleta de cores também é muito limitada para o game.

Outro problema nessa versão fica por conta do controle do Mega Drive, que só tinha 3 botões. Apesar da versão caseira ter sido "capada" de alguns fatalities, no Mega Drive é possível fazer uma "manha" para colocar os fatalities originais do arcade no game, mandando o famosos "ABACABB" no início.
Compensando tudo isso, o jogo tinha SANGUE! Coisa básica e indispensável para esse game que foi censurada na versão do Super Nintendo.
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NEXT - Bubsy

domingo, 23 de agosto de 2009

Relíquia Retrô - Spiderman the Videogame (arcades)

Nossa terceira relíquia vem direto dos Arcades, um jogo feito pela Sega com um dos personagens mais conhecidos da Marvel. Tenho certeza de que muitos aqui já viram ou jogaram isso na década de 90!


Spiderman: The Videogame


Ano: 1991

Sistema: Arcade

Jogadores: até 4

Por: SEGA


Comix Zone



Comix Zone
- Zona em Quadrinhos -


Year: 1995

Quem fez:
SEGA

Playahs:
1

Gênero:
Porrada / Plataforma



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Cosmão [10]
"...
e dá pra ver a mão do filho da puta fazendo os inimigos..."

A SEGA realmente tinha MUITO potencial nessa época. Basta ver alguns jogos do Mega Drive pra confirmar isso facilmente. E Comix Zone é só mais um.

Um jogo sólido, com uma jogabilidade viciante, uma arte diferente e criativa, inimigos e fases decentes pra caralho e uma dificuldade entre o FODA e o MAIS FODA AINDA, causando TREMOR em quem desafiava seus quadrinhos.

Comix Zone conta a história de SKETCH (nome de viado), que era desenhista e talz, dae um cara muito mal que ele desenhou ganhou vida, saiu dos quadrinhos e aprisionou ELE lá dentro. Concrusione: terás que ir matando e passando cada um dos desafios que o tal CHEFÃO vai DESENHANDO durante as fases. E dá pra ver a mão do filho da puta fazendo os inimigos, riscando passagens, bloqueando caminhos mais fáceis e etc. Criativo, não acham ?


Pois é, o game ainda por cima é de PORRADA. Sketch só tem nome de viado, pois ele bate pra caralho na negada que vem de bando pra cima dele.

Muitas vezes dá pra ficar perdido, pois, como num gibi, em cada fase é preciso ir mudando de quadrinhos pra prosseguir, como se fosse uma história, resultando às vezes em armadilhas ou caminhos mais complicados.

Muitas vezes dá pra evitar alguns inimigos, achar uma passagem com itens e outras coisas.

Sketch não está sozinho nessa: Alyssa é uma mina que fica se comunicando com ele, dando dicas e alertando-o quanto à perígonos e enemies espalhados pelas histórias.

Outro parceiro de Sketch é seu ratito Roadkill, que tem muita serventia no game, achando itens escondidos nas páginas e até abrindo passagens para Sketch, devido ao seu tamanho.

Comix Zone é uma das obras mais criativas da Sega, uma pena realmente não ter tido continuação.
Algum tempo atrás, um esboço do que seria Comix Zone 2 pintou na net, e seria pro falecido Saturn:


Às vezes é até bom nem ter saído mesmo....ou não.

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