domingo, 31 de janeiro de 2010

Retronado Golvellius: Valley of Doom [7]



Capítulo 7 - Floresta Haidee


A entrada pra essa etapa fica atravessando um riacho que interliga a Floresta Crawky com a Floresta Haidee. Achei o tal espelho mágico por 25 mil gold duas telas à frente da entrada da floresta.
Bom, a região da Floresta Haidee é ENORME. Se eu fosse explicar cada canto dela esse Retronado ia ter mais umas 5 partes, de tão complicado que é esse labirinto. Bom, existe uma região ao norte e ao sul, assim fica mais fácil de separar as coisas. Um dos itens importantes eu já achei, que foi o espelho.
Com ele, consigo enxergar aqueles inimigos voadores invisíveis, que pareciam fantasmas na Floresta Crawky e que também existem aqui. Mais ao norte e virando à esquerda, no cantinho lááá em cima, matei alguns desses fantasmas e achei uma nova bota, provavelmente a última: as BOTAS VOADORAS! O problema: custam 70 mil. o item mais caro até agora!!!

Com as botas novas, posso passar por qualquer terreno não montanhoso, ou seja: o enorme labirinto da Floresta Haidee agora é um grande descampado livre de obstáculos pra mim.
Nos buracos onde só dá pra chegar com essa bota, na parte extrema direita do mapa, achei a última bíblia que aumentou minha quantia máxima pra 100 mil gold e o último potion do jogo, por 5 mil. No meio do mapa, em uma ilha cheia de pedras cinzas, achei a dungeon!



É a última dungeon em scroll vertical e é CHEIA de caminhos fechados.



Existe uma passagem, perto do final, que recomendo que, quem estiver jogando, fique bem adiantado na tela, pois a tela se estreita de uma forma sobrenatural, é preciso ser muito ágil pra não sair da dungeon por besteira.

Chefe: Haidee




É uma espécie de jacaré gigante com uma cabeleira loira. Ele ataca com os cabelos, jogando algumas bolinhas azuis na tela, mas dá pra destruí-las facilmente. Ele também é vencido facilmente, é só atacar sem parar toda vez que ele parar pra atacar.

Vencido, é hora de procurar o sétimo e último cristal! Ele está no extremo nordeste do mapa, em uma região com corvos vermelhos. Custa 40 mil, achei que fosse custar toda minha grana...

Enfim, nesse mapa achei outra velha com um daqueles anéis verdes que ela pede pra entregar pra outra pessoa. Essa tal pessoa fica à esquerda do mapa, e ela me deu uma dica bizarra que demorei pra sacar: ela diz onde Golvellius está escondido! "Eu vejo uma árvore morta sobre duas pedras, a da direita está trincada...". E só!



Árvores mortas eu só vi na Floresta Crawky, então, vou dar uma xeretada lá!
Mas só amanhã, no último capítulo de Golvellius !

Cyber Lip (Neo Geo)


Neo Geo / SNK / 1990
Já imaginaram CONTRA numa época do futuro ? Então nem precisam imaginar, Cyber Lip pode lhes mostrar isso facilmente. Apesar dos fortões do Contra sempre estarem em guerra contra alienígenas e similares, em Cyber Lip andróides e outras coisas bizarras também dão as caras.

Na pele de um ou dois soldados super armados, a missão é chutar a bunda de vários tipos de inimigos e que ameaçam nosso planetinha azul.

Lançado para Arcades, foi facilmente convertido para Neo Geo, que é esta versão que joguei. O game tem gráficos bacanas, chefes bem grandes e muito tiroteio.
Se fosse pra criticar algo em Cyber Lip, eu criticaria duramente o maldito programador que não incluiu o tiro na diagonal. Cacete, isso faz uma falta ENORME. Imaginem estar em uma sala onde canhões no teto estão BEM no alto e BEM mais adiante no cenário....não há como atingí-los sem chegar perto deles e mirar pra cima.


Algumas armas extras existem, mesmo que em baixa quantidade. Temos lança-chamas, uma espécie de tirinho verde (o melhor), uma rajada de tiros que varre a tela e até granadas. Além disso, em algumas portas existem munições pra essas armas, portanto vasculhar os cenários se torna uma tarefa quase obrigatória.

Uma coisa que me chamou atenção no game foram os caminhos alternativos que ele lhe dá pra escolher em alguns momentos: num elevador, por exemplo, lhe é perguntado se preferes subir ou descer, mudando completamente o próximo estágio a ser enfrentado. Isso dá uma boa variada no jogo, tornando-o menos repetitivo.

As músicas são básicas, assim como os efeitos sonoros.



Talvez o que mais chame atenção no jogo são seus chefes e o capricho gráfico em geral. Tudo é muito bem detalhado, desde prédios, tiros, naves e inimigos. Alguns até perdem a cabeça e ficam rodopiando até caírem mortos.



Se Cyber Lip tivesse tido um tratamento melhor na jogabilidade, poderia ter se tornado facilmente uma grande franquia ao lado de Metal Slug ou Contra. Gráficos e desafio o jogo tem de sobra. Faltou mesmo é uma mira na diagonal...

O melhor: gráficos bem caprichados;
O pior: não atirar na diagonal;
Cyber Lip, Contra, Metal Slug: tudo farinha do mesmo saco;

Nota do Cosmão: 7.5

sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

Retronado Golvellius: Valley of Doom [6]



Capítulo 6: Floresta Crawky
A coisa é labiríntica mesmo! Muitos buracos só abrem após matar muitos monstros e, alguns deles, escondem bíblias e potions que custam os olhos da cara! Dei uma boa revirada no labirinto, achei alguns potions (2) e algumas bíblias (2) e, atualmente, estou com 15 potions (faltando apenas 3) e com 64 mil contos cumulativos.

Cheguei numa região onde existe uma ponte pra um laguinho e saí dando espadadas ali: abriu-se um buraco e mais uma velha me deu um anel pra entregar pra outra...então virei entregador de tranqueiras? Hunf!
Duas coisas intrigantes me foram ditas numa certa região dessa floresta: sobre um ESPELHO que faz aparecer os fantasmas e sobre uma espada chamada Legendary Sword. Não faço idéia de onde encontrá-los, mas vamos continuar fuçando a florestinha.



Mais uma fadinha aparece e diz que a caverna de Crawky fica perto de um rio, dentro da floresta.....ótimo! ¬¬! ACHEI A MALDITA!! Está logo abaixo! :D :D :D ! Sério, passei por tantos rios nessa floresta que já estava quase desistindo...

Essa dungeon é sacana-mor! É em scroll lateral e cheia de armadilhas e cobronas difíceis de serem vencidas. São 3 cobras gigantes, a segunda dá mais trabalho que o próprio Crawky, chefe da área. Tive que voltar duas vezes na dungeon porque fiquei com HP baixo e saí feito doido atrás de algum Randar. Por sorte existe um duas telas pra cima...



Fora isso, o lance das pegadinhas e armadilhas existem por todo canto e de todos os jeitos. Estátuas que não devem ser acionadas, caminhos fechados, caminhos cheios de buracos, inimigos que te empurram, etc...
Bom, vencida a dungeon, é hora de encarar Crawky.

Chefe: Crawky




Ele é durão, parece uma peruca maluca que fica subindo e descendo na tela e joga bolinhas que rebatem na arena toda. Depois de um certo tempo, fica complicado andar por lá devido ao número dessas bolinhas rebatendo na tela, se tiver com HP baixo ou sem nenhum erva, é difícil sair vivo...
Vencido, achei o cristal lááááá no canto esquerdo, no alto, numa tela onde há uma curva no labirinto de floresta. Custou-me 30 mil gold.

Ao norte da floresta, em uma tela com dois lagos, por sorte, acabei encontrando uma espada por 50 mil, mas é uma SENHORA ESPADA, capaz de destruir os inimigos brancos com um ou dois ataques apenas. Descobri que se trata da LEGENDARY SWORD, espada que mencionei mais acima. Achei também mais um escudo fodão, bem na entrada da floresta. Talvez aquele escudo que me contaram no capítulo anterior....Custa 40 mil! As coisas ficaram caras por aqui..

No próximo capítulo, o último mapa de Valley of Doom, Haidee Forest!

quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

Retronado Golvellius: Valley of Doom [5]



Capítulo 5: Lago Warlic (revisitado)
E lá vamos nós denovo pra praia!! Já na entrada, estourei a primeira pedra cinza e achei uma erva verde por 10 mil mangos. Vocês sabem, andar previnido hoje em dia é tudo...Na parte de uns bichos que parecem capivaras azuis, mais uma bíblia e já posso acumular 38 mil gold!

Partindo pro meio do lago, numa ilha cheia de blocos cinza, achei a entrada pra próxima dungeon!



Agora vamos de scroll vertical e a fase é chata pra cacete! Ela não oferece nenhum caminho fechado ou armadilha, mas é forrada de morcegos e borboletas por todo canto. No final dela, Warlic surge, ou melhor, SURGEM...

Chefe: Warlic


Warlic são dois demônios gêmeos e um imita o outro na arena. O único ataque deles é avançar sobre Kelesis, o que posso evitar ficando longe e atacando de longe. O mais correto aqui é se concentrar em um deles apenas e só depois partir pro outro, já que as coisas ficam bem mais fáceis assim. O complicado é quando se misturam...

Derrotado, fui atrás do cristal e acabei encontrando uma bíblia, uma erva e um potion, por quantias módicas que quase sugaram minhas economias.

Nas ilhas ao sul, achei uma senhora que me deu um anel e pediu pra entregar pra alguém. Mas quem seria? Mais à direita, uma nova bíblia e eu alcancei os 50 mil gold! Mais um pouco à nordeste e mais um potion, já são 12!

Voltando tudo, lá no canto esquerdo, ao sul, existe uma ilha grande com um pedaço de floresta nela, cercando-a quase inteiramente. Vasculhei por ali e achei o cristal, por 20 mil. Ali perto eu também achei a pessoa que a velha disse pra eu levar o anel. Ela diz que Golvellius, antigamente, era uma boa criatura. E que ninguém entende como ele se tornou tão mal....Só isso? Pelo menos ganhei um anel na faixa dessa velha muquirana e....NOOOOO! Meu anel sumiu!!! ¬¬!

Lembram-se daquela região onde existia um monte de selvagens e nenhum buraco? Pois é, voltei lá com essa habilidade de destruir pedras e achei mais um potion.

Bom, já é hora de partir pro próximo local mas.....ficou uma dúvida no ar.....uma das fadas me disse que eu só conseguiria um escudo melhor após derrotar Warlic, mas revirei o lago inteiro e nada de escudo...
A entrada pras florestas do norte fica.....ao norte! Sério, fica lá naquela tela onde comprei as botas aquáticas.

No próximo capítulo vou me embrenhar num labirinto sacana cheio de árvores e inimigos fatais. Ok, nem tanto assim....

quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

Powerblade 2 (NES)

NES / Natsume-Taito / 1992

O primeiro Powerblade estreou a seção Retronados, aqui no Shugames. A história gira em torno de Nova, o herói de nome bizarro, que salva o planeta da destruição eminente provocada pelo computador central que endoidou. O governo, não tendo outra solução, chamou o cosplay de Schwarzenegger mais famoso (já que o mesmo já estaria falecido, estamos em 2191 aqui) e pediu encarecidamente pra ele dar um jeito em tudo. Nova partiu em uma missão de desativar todos os setores críticos e desligar o computador central antes que tudo fosse pelos ares. No caminho, descobre que existe um ser maligno por trás de tudo, como sempre.

Enfim, em Powerblade temos a oportunidade controlar um herói com uma arma no mínimo interessante, um bumerangue que é capaz de receber upgrades. Além disso, Nova pode equipar uma armadura mais forte pra encarar os diversos estágios. Bom, chega de falar dessa primeira versão, se quiserem conferir o game por completo, basta clicar aqui!


Em Powerblade 2, Nova é novamente (!) recrutado pra salvar o mundo, desta vez contra outra criatura ameaçadora. O jogo acontece em 2200, 9 anos após o primeiro incidente. Nova ainda equipa seu velho e querido bumerangue e ainda conta com alguns truquezinhos à mais na manga...

O jogo segue o mesmo estilão do primeiro, com direito à escolha da fase inicial (bem como das outras), inimigos parecidos e um controle praticamente perfeito sobre o personagem. Sério, o que mais atrai no game é seus controles suaves e sua jogabilidade gostosa, é viciante, dá pra pegar numa tarde e terminar tranquilo, ficando com aquela sensação de dever cumprido ao ver o final, coisa rara nos jogos atuais. Nova conta com uma moto que vemos logo no início do game, mas ela só serve mesmo pra escolher as fases, infelizmente (ou felizmente) ela não é controlável em nenhuma etapa.


Os gráficos continuam bons, bem coloridos e com fases bem bacanas. Talvez a variedade aqui seja menor, tínhamos fases mais variadas no primeiro game, como a fase na usina de energia eólica ou numa espécie de estufa, sem se esquecer do submarino afundado. Em Powerblade 2, as fases são basicamente torres, cheias de armadilhas e inimigos à espreita. Isso não tira pontos do game, mas poderiam ter dado uma variada melhor nesse ponto.

Entre os novos truques de Nova (impossível não fazer esse trocadilho entre novo e Nova), estão a rasteira, útil pra escapar ou passar por fendas atrás de itens e as armaduras. Sim, ARMADURAS, no plural. Enquanto no primeiro game tínhamos apenas aquela armadura azul que nos dava um tiro mais potente, agora são 4 delas, todas bem diferentes e com utilidades únicas.


A primeira delas permite escalar, além de dar um tiro mais potente, uma outra permite nadar, outra voar e a última lhe dá um poder destrutivo bem maior, excelente para chefes e inimigos mais fortes. Todas são encontradas em portas específicas nas fases, ocupando lugar dos agentes do primeiro game. Derrota-se um sub-chefe e coleta-se a nova armadura. Simples assim.


As armaduras possuem uma durabilidade que é medida por uma barrinha. Itens repõe a barra, naturalmente. Além disso, existem itens que podem ser acumulados e servem como os E-TANKS do Megaman, servindo tanto pra repor energia quanto repor o poder das armaduras.

Apesar de toda essa variedade, as fases não fazem muito uso das armaduras. Salvo alguma área inundada ou alta o bastante para que se precise voar, o resto do jogo pode ser muito bem atravessado com Nova sem armadura nenhuma.


Entre todos esses prós e contras, temos um jogo bem sólido de plataformas com muita ação. Quem gostou do primeiro vai curtir esse segundo, principalmente porque a essência do jogo está intacta. Os bumerangues continuam sendo a melhor arma, Nova continua com a cara de Schwarzenegger e o jogo continua com uma dificuldade aceitável.



O melhor: diversas armaduras à escolha do freguês;
O pior:
poderia ter mais fases;

Rocket Suit:
te dá a liberdade de voar pelos cenários;


Nota do Cosmão: 8

domingo, 24 de janeiro de 2010

Retronado Golvellius: Valley of Doom [4]


Capítulo 4: O Pântano Fosbus
Fosbus é um ar fresco no jogo, uma região com muito verde, matas e pântanos. Uma mudança drástica de cenário que é muito bem vinda. Já no segundo buraco, mais ao sul, achei o primeiro potion da região, o oitavo no total.

Após atravessar a ponte, no buraco que se forma perto da floresta, Randar está de prontidão ali pra qualquer emergência. Ao norte temos a Winkle que cede o password atual e ao sul, uma fadinha diz que ali, à direita, está o pântano de Fosbus, mas, na verdade, o pântano fica mais ao sul. À direita, ao descer, encontrei mais um potion, vendido por 6 mil gold.

Voltando e descendo, achei uma tela onde não surge nenhum buraco. Enfim, descendo também não achei nenhum, mas há ali uma ilhota com uma moita, talvez se eu batesse na moite surja alguma coisa. Mas como atravessar o riacho? A resposta está na próxima tela, uma fadinha me diz que preciso das Aqua Boots pra atravessar a água. Agora é problema meu onde achar uma dessas...

Seguindo ao sul, mais uma bíblia e 20 mil agora é meu limite. À esquerda não encontrei nada além da Dina. To começando a achar que esse pântano vai ficar pra depois, não existem quase buracos por aqui para conseguir informações.

Continuando à esquerda, surge um labirinto com inimigos implacáveis, sorte que achei o anjo Enny por ali e dei uma recuperada no HP. Mais acima dele, à direita, um potion me esperava. Uma fadinha me contou que existe um anel da invisibilidade perdido pelo pântano...Achei outra bíblia no meio do labirinto, 24 mil agora. No final do labirinto, uma ilha cercada de água com um buraco no meio....sim, só com as tais botas aquáticas vou poder entrar ali, é hora de voltar e procurar outro caminho...



Lago Warlic
Bom, no alto da encruzilhada onde a fada indica o caminho errado pro pântano, segui pra esquerda e achei uma espécie de PRAIA, o Lago Warlic. O cenário é muito bacana, mas os inimigos são implacáveis.

Poucos buracos se abrem e, em um deles, uma fada comenta que existe uma floresta ao norte. Investigando melhor a praia, descobri uma região vulcânica ao norte, mas não há nada ali além dos selvagens habitantes da ilha, um grupo de inimigos com o mesmo sprite das caveirinhas, mas pretos. Te matam em questão de segundos. Voltando, comecei a cutucar todo tipo de coisa nos cenários e, numa palmeira, abri um buraco ao norte da tela. Ali estão as botas aquáticas, custam 20 mil mangos, mas valem à pena (e são necessárias, claro).


Agora sim, posso andar sobre rios e lagos, a liberdade ficou enorme. No meio da lagoa, ao sul, já achei outra bíblia e uma fada me falou que só vou conseguir um escudo mais forte após derrotar Warlic. Não há muito o que se explorar agora no meio do lago, então, voltei à praia e segui pelo riozinho do alto, chegando numa tela com aranholas e mais uma bíblia.

Bom, de posse da bota aquática, é hora de explorar melhor esse pântano. Lembram-se da moita na ilhota? Pois é, ali se esconde mais uma dungeon, dessa vez em 2D side scrolling...


A dungeon é repleta de inimigos, muitas cobras gigantes e muitas armadilhas que podem fazer voltar diversas vezes. Algumas cobronas gospem fogo, o que manda Kelesis pra trás, podendo sair da dungeon sem querer. Matá-las rapidamente é questão de vida ou morte. Fora isso, algumas placas que precisam ser acertadas e pronto, adeus dungeon.


Chefe: Fosbus


É praticamente uma quimera (mistura de vários bichos os quais não me lembro o nome agora) que atira crânios voadores. Não é nem um pouco difícil, basta desviar e atacá-la sem dó. Não tive nenhum problema com chefes até agora no jogo.

Com o chefe morto, é hora de ir atrás do cristal. Ele fica perto dali, logo na entrada do pântano, e custa 8 mil gold. Eu já falei, essa velha desgraçada vai ficar trilionária às minhas custas...

Bom, chefe morto, cristal comprado, não falta mais nada por aqui, em? Engano meu! Lembrei do tal anel que a fada falou e daquele local láááá no final do pântano. Fui lá e realmente era um anel, custou 10 mil pilas. E pra que serve esse anel? Pra destruir blocos de pedra cinzas!!


Exatamente, a praia é CHEIA deles e é pra lá que vamos no próximo capítulo!

sábado, 23 de janeiro de 2010

Cowboys of Moo Mesa (arcade)

Arcade / Konami / 1992

Alguns desenhos animados ficam pra sempre na nossa cabeça. É o caso dos eternos Tom & Jerry e Pica-Pau. Poderia citar ainda Caverna do Dragão, Cavalo de Fogo e tantos outros que fizeram parte da infância de muita gente. Mas existem aqueles dos quais apenas ouvimos falar e não demos muita bola, apesar de ter ficado na memória alguma imagem ou um nome mais familiar. É o caso do jogo de hoje.


sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

Retronado Golvellius: Valley of Doom [3]



Capítulo 3 - Cemitério Bachular
Pois é, estamos em um cemitério enorme com um nome bizarro, todo cheio de trilhas, ou seja: não há liberdade pra andar aqui como no deserto. Os inimigos são mais fortes, mas dão mais grana também.
Na tela acima de onde entramos, tem uma bíblia que aumentou pra 8 mil a quantidade de ouro, aproveitei pra juntar essa grana e comprei o tal escudo lá do Rolick Desert. Assim que comprei, a música do jogo mudou! Bacana isso, equipamentos novos, bgm nova! Segui novamente pro cemitérie Bachular, fazendo da mesma forma que fiz no deserto, circulando a área começando pela direita.

No meio da tela quase, onde aparecem muitas caveirinhas, uma fadinha me disse que o túmulo de um guerreiro fica perto de um rio....ok, anotado. Do lado direito dali, mais uma poção, já são 5! Subindo à partir daí, achei uma nova personagem, a Winkle. Ela fornece passwords pra voltar a jogar à partir daquele local, algo bastante inusitado pra época. RPG com passwords....No alto, a fadinha veio com outra frase: "uma grande espada pode ser encontrada no túmulo de um guerreiro"....ok, anotado novamente.


Dobrando à esquerda, mais uma bíblia e surge um riozinho que divide o cenário: aposto que ali perto tem algum túmulo.....e de algum guerreiro......e com alguma espada fuderosa pra eu pegar emprestado....heheheh! Atravessei a pontinha e achei diversos túmulos, fui batendo e todos e, ao bater em uma cruz ao norte, abriu-se um buraco: mais uma dungeon vertical! E eu achando que era a espada....


Ela é simples, mas já aparecem alguns caminhos fechados. Se ficar preso, terá que refazer a dungeon desde o começo, pois Kelesis volta no mapa denovo. No final dela, mais um chefe...


Chefe: Bachular

Um esqueletão com asas, nada mais típico pra uma fase num cemitério. Ele ataca soltando 3 coisas vermelhas que ficam no chão e provocam dano, mas o escudo novo que comprei segura muito bem a parada. Atacando sem parar, ele sucumbe e agora é hora de revirar o cenário atrás do próximo cristal!

Bom, saindo da dungeon, à esquerda, mais uma bíblia e dá-lhe limite de 12 mil no cheque especial para Kelesis. Na tela abaixo, mais um personagem novo: Dina! Ela é uma vampira e oferece dinheiro em troca de energia. Que coisa, não?

À esquerda há um pequeno labirinto de cruzes: do outro lado, há um túmulo que revela mais uma poção por míseros 3800 gold. Já estamos na sexta! O único problema pra chegar lá é desviar das caveirinhas, são bem rápidas e arrancam muito HP, matando Kelesis em poucos segundos.

Depois de voltar, fui seguindo a montanha perto do riozinho, por baixo e sempre descendo. No caminho achei mais uma erva verde à venda, o seu uso eu acabei descobrindo quando fui atrás da sexta poção, lá do outro lado: ela te revive com um potion caso toda sua energia se esgote. É uma mão na roda, principalmente porque é fácil morrer nesse jogo. Comprei outra erva e continuei seguindo o riacho pela esquerda. No final, dei uma espadada na cruz que se abriu e achei a bendita espada!!! Bom, achei é errado, eu achei ela À VENDA, por 12 mil gold....essa velha vai ficar rica quando o jogo terminar...

Pois bem, juntei grana e comprei a safada! E QUE ESPADA, AMIGOS! Matei muito mais fácil as caveirinhas e os inimigos mais chatos dali! Todo equipado e de música nova (é, a música mudou denovo), é hora de explorar a região baixa do cemitério.


Ali por baixo, à esquerda (na verdade, na tela abaixo de onde comprei a espada) achei outra bíblia, que aumentou meu limite pra 16 mil gold. À direita, o cristal, que me custou 8 mil gold. Descendo duas telas depois da bíblia recém comprada, mais uma poção: é a sétima!


Com mais nada pra fazer por ali (ainda existe uma região no meio, mas é cercada por um precipício, por enquanto deixa pra depois), é hora de explorar o sul.....e parece que vem uma região pantanosa por aí...

quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

Hamelin no Violin Hiki (SNES)

SNES / Enix / 1995

Algumas vezes nos deparamos com agradáveis surpresas ao fuçar em diretórios de roms com milhares delas disponíveis. Hoje em dia é bem prático baixar pacotes completos de jogos de Super Nes, Mega Drive ou qualquer outro sistema, tendo em pouco tempo todo o acervo de jogos e ainda alguns que jamais saíram deste lado do planeta.

Em alguns casos, até mesmo jogos que o sistema nem chegou a ver, como protótipos e demos. Enfim, na minha lista de roms de SNES, tem um jogo que sempre me intrigou (entre vários) mas eu nunca dei atenção suficiente. Este jogo é Hamelin no Violin Hiki, um jogo de plataformas repleto de puzzles pro Super Nintendo.

O Videl, parceiro no FTW Games, já falou desse jogo uma vez nos Games Oldbscuros. Trata-se, antes de mais nada, de um jogo baseado num anime francês, com o nome de Le Violenist de Hamelin. A história do anime gira em torno da luta de Flute (personagem principal) contra demônios após a queda da rainha de seu reino. Para isso, conta com a ajuda de Hamel, especialista em usar a música como arma contra os inimigos.

No game, tudo começa com Flute sendo atacada por monstros e Hamel dando conta do recado e salvando a mocinha. Após isso, ambos partem em busca de respostas pra toda essa confusão. O enredo é bacana e é contado conforme o avanço do jogo, como se fosse um RPG de ação. Existem lojas na cidade, onde se compra desde itens pra repor energia até mais tempo pra fases entre outros trecos.


Controlamos Hamel, o tal violinista que usa um violino pra atacar (não diga). Seu violino dispara notas musicais capazes de destruir todo tipo de inimigo. Além dele, temos uma ave que é praticamente um parceiro eterno do protagonista e a Flute, a garota que é uma mão na roda no jogo (jajá falarei disso).

Os gráficos do jogo são lindos, tudo é muito colorido, muito bem desenhado e as fases possuem um design limpo e muito criativo. 

Aliás, o jogo brilha em todos os quesitos, mas nos gráficos moram a beleza maior. Tudo, desde menus, mapas e inimigos, parecem que foram feito com todo capricho do mundo, o que me faz estranhar o porque desse jogo nunca ter sido lançado por essas bandas...


As músicas são todas muito bacanas, indo desde temas mais simples até melodias complexas, mudando de acordo com o ambiente de jogo. Os efeitos sonoros não ficam atrás e cumprem bem seu papel.

Enfim, falemos então da mecânica do jogo. Flute é a peça central disso tudo. Enquanto Hamel cuida da parte pesada, Flute é usada como cérebro do jogo. O que ocorre é que Flute é capaz de se transformar em um sem número de coisas, indo desde sapos que pulam mais alto até robôs, carrinhos, uma EMA que anda sobre espinhos e mais um monte deles que nem cheguei a conhecer.


Adicionando isso ao belo design das fases e aos puzzles, temos um jogo com muita ênfase na exploração e raciocínio antes da força bruta. Claro, Hamel ataca muito bem com seu violino, pula, plana (apertando pra cima após saltar), ou seja, faz todas as peripécias de qualquer personagem de um jogo de plataforma. Mas, sem Flute, o jogo seria só mais um no imenso mar de jogos de plataforma de qualidade pro SNES.


Ambos tem energia, o que acarreta ao jogador programar muito bem cada passo. Flute não morre, mas começa a perder o dinheiro caso sua energia acabe. Para repor, existem frutas espalhadas pelas fases. Flute também aceita os comandos de seguir ou parar, fundamentais para resolver alguns puzzles. Aliás, o jogo difere-se de forma brutal de qualquer outro jogo no estilo que eu tenha jogado.


Bom, pra quem ainda não conhece, recomendo que corra atrás do jogo, existem as versões original japonesa, traduzida pro inglês e até uma tradução pro português, que ficou bem bacana. Recomendo à todos os amantes de Wonder Boy in Monster World e similares, pois ele lembra bastante essa série.

O melhor: puzzles, gráficos e a diversidade de formas de Flute;
O pior: o jogo pode se tornar complicado nas fases adiantadas;
Remake? seria bom ver um jogo desses nos consoles atuais...

Nota do Cosmão: 9