segunda-feira, 29 de novembro de 2010
Retronado Illusion of Gaia [19]
Aconteceu algo bizarro na história.... Lembram que eu tinha acabado de voltar com o Teapot na cidade de Euro? Pois bem, após dar uma boa revirada na cidade e não achar nada com nada, fui falar com os dois malucos que me indicaram o Mt. Temple no mapa. Um deles me disse pra usar o Teapot em qualquer um que eu julgue suspeito, pois ele achar que os espíritos da Moon Tribe circulam por aqui...
Saí usando na galera e nada, então voltei pra casa dos pais de Neil e usei neles, aí sim, tive progresso. E que progresso.... bizarro! Os pais de Neil viraram os espíritos da Moon Tribe NA MINHA FRENTE!! E ainda saíram falando que essa cidade em breve irá sucumbir. Nas palavras deles: "o corpo de onde saiu esse espírito jaz em paz no fundo de um jazigo...". Não sei quanto à vocês, mas esse jogo tá muito estranho... Parece que o povo da Moon Tribe manja das coisas por aqui, às vezes tenho a impressão de que Will vive em um sonho de busca desesperada por seu pai, e que esses espíritos manipulam tudo.... Ou não.
Após a cena, Neil pede pra ficar sozinho por um tempo, até assimilar tudo aquilo. Pelo visto tudo aquilo era irreal de fato...
quinta-feira, 25 de novembro de 2010
Road Rash 3 (Mega Drive)
Se existe uma franquia que deveria dar as caras na geração atual essa franquia é Road Rash. Desde os primórdios do Mega Drive, quando a primeira versão foi lançada, em 1991, a série conquistou o mundo com seu jeitão descolado e totalmente rebelde.
Em Road Rash controlamos um sujeito que participa de rachas de moto pelos Estados Unidos, ganhando dinheiro para viver e incrementar cada vez mais sua motoca. Na terceira versão não é diferente, mas o conteúdo é muito mais recheado que as versões anteriores. Se isso faz dele o melhor entre os 3 ou não, cabe ao jogador decidir.
sábado, 20 de novembro de 2010
Retro Challenge: Chakan [3]
Terceira parte de Chakan! O primeiro portal já ficou pra trás, agora é hora de encarar mais um deles. No momento estou com 3 armas diferentes:
• as espadas clássicas, que me permitem girar no ar e dar um segundo pulo;
• a foice, que serviu pra destruir as teias da Spider Queen;
• o machado, arma pesada e bem forte;
Iniciei minhas buscas pelo portal de Elkenroad, mas me deparei com uma área ainda intransponível. Existem uns ganchos com crânios no alto, talvez alguma arma nesse sentido resolva minha vida por aqui. Por hora, vou seguir por outros caminhos.
quinta-feira, 18 de novembro de 2010
Taz Mania (Master System)
Nunca vi muita graça em Taz Mania. Digo isso do personagem em si. Um bicho bizarro berrando, babando e girando por aí não me convenceram de que era pra ser engraçado ou interessante. Aliás, o engraçado mesmo é que seus jogos não são lá tão ruins como o desenho. Lembram um pouco as pedreiras como Chuck Rock, mas são mais bem acabados, pelo menos.
Taz Mania do Master eu considero o melhor game do demônio babante da Warner. Ele tem umas boas sacadas na jogabilidade, fases bacanas e não é muito difícil. A versão do Mega eu não achei lá grandes coisas, talvez por terem enfeitado demais. Preferi a do Master por terem simplicado ao extremo a mobilidade do Taz.
Controlamos Taz na missão de encontrar um ovo lendário, com o propósito de fazer a maior omelete possível com o tal ovo. É, toda essa caçada maldita é pra fazer um mero omelete....
Um omelete lendário, diga-se de passagem. Taz salta, se abaixa e vira o tornadinho, habilidade clássica do personagem.
Ah sim, e ele come de tudo pelo cenário também, desde frangos suculentos que repõe a energia, estrelas que dão invencibilidade e até bombas. E se comer bombas, o resultado não é dos melhores.
Taz Mania do Master eu considero o melhor game do demônio babante da Warner. Ele tem umas boas sacadas na jogabilidade, fases bacanas e não é muito difícil. A versão do Mega eu não achei lá grandes coisas, talvez por terem enfeitado demais. Preferi a do Master por terem simplicado ao extremo a mobilidade do Taz.
Controlamos Taz na missão de encontrar um ovo lendário, com o propósito de fazer a maior omelete possível com o tal ovo. É, toda essa caçada maldita é pra fazer um mero omelete....
Um omelete lendário, diga-se de passagem. Taz salta, se abaixa e vira o tornadinho, habilidade clássica do personagem.
Ah sim, e ele come de tudo pelo cenário também, desde frangos suculentos que repõe a energia, estrelas que dão invencibilidade e até bombas. E se comer bombas, o resultado não é dos melhores.
segunda-feira, 15 de novembro de 2010
Rolo to the Rescue (Mega Drive)
Acho que já mencionei aqui que, por algumas vezes no passado, éramos obrigados a alugar alguns jogos que nunca tínhamos visto ou ouvido sobre. E que, em muitas dessas vezes, descobríamos algumas pérolas e sempre questionávamos o porque do pessoal não alugar esse ou aquele jogo. Talvez tinham as mesmas dúvidas e medos que nós...
Rolo to the Rescue é mais um exemplo desses. Certa vez fui na locadora aqui perto de onde moro (que não existe mais, claro) com a pretensão de alugar algum Sonic ou, no mínimo, Quackshot ou similar. Como eu só arrumei grana no sábado, não achei muita coisa pra alugar, os melhores jogos já tinham ido embora. Mas um deles me chamou a atenção, pois, personagem fofinho + jogo de aventura = alegria enorme no final de semana. Essa era a fórmula básica nos 8 e 16 bits...
sábado, 13 de novembro de 2010
Retronado Shining Force CD [2]
Uma semana depois, nos mares entre Guardiana e Cypress...
Assim começa o primeiro capítulo do jogo! Tudo parecia calmo no navio, até Apis avistar uma bola de energia vindo na direção deles. Dela surge um mago vermelho que se questiona se essa é a tal Shining Force que veio para salvar Guardiana. Um bando de crianças.... Lowe diz pro carinha não nos subestimar! É isso ae Lowe, desce a bengalada no maldito! Agora aparecem uma porrada de monstros voadores, é hora de afiar as espadas da molecada!
quarta-feira, 10 de novembro de 2010
Powerblazer (NES)
Há um bom tempo descobri a franquia Powerblade do Nintendinho e acabei me apaixonando, tanto pelo enredo como pela mecânica do game. Até um Retronado nasceu disso, afinal, os dois jogos da série sempre me encantaram. Acho que o principal fator é que Powerblade tem um felling de filme dos anos 80, comecinho da década de 90, que poucos jogos souberam reproduzir na época. Ele é futurista, tem um protagonista que é a cara do Schwarzenegger e tem um enredo mirabolante que só poderia ser concebido naquela época.
Mas hoje não vou falar de nenhum Powerblade e nem levantar suas inúmeras qualidades. Hoje vou falar da primeira versão do jogo, lançada no Japão com o nome de Powerblaze!
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