Quando eu conheci
Guardian Heroes foi como se eu tivesse descoberto a perfeita junção entre Street Fighter, Streets of Rage, Dragon Ball Z e RPG, tudo muito bem dosado e misturado com maestria no meu querido Sega Saturn. Cortesia da Treasure, Guardian Heroes por muito tempo figurou em um dos jogos mais alugados por este pobre gamer saudosista, fazendo com que cada final de semana fosse uma alegria em casa.
Enfim, com o final precoce do Saturn, a Treasure quase que se vai também, afinal, ela era mestra em produzir jogos para consoles da Sega, visto Guardian e Gunstar Heroes, dois dos maiores expoentes da empresa. Quando o GBA saiu, muitos diziam se tratar do portátil definitivo onde grandes franquias poderiam retornar e os chefões da Treasure foram questionados à respeito de uma sequência para Gunstar Heroes, tiroteio frenético do Mega Drive. Gunstar Super Heroes saiu e não se saiu tão mal apesar das críticas (falo dele com mais propriedade em breve), mas a Treasure ainda tinha mais coisas guardadas, pelo bem ou pelo mal.
E então chegou o fatídico dia em que o mundo veria a continuação de um dos melhores beat'n ups já feitos, Advance Guardian Heroes. Mas será que o pequeno portátil da Nintendo poderia carregar tremendo fardo nas costas? Será que a potência do pequenino suportaria a quantidade de pixels e magias gigantescas que o Saturn nos proporcionava? É o que vamos ver agora...