Eu sempre gostei de temas sobre civilizações antigas. Acho que isso começou quando joguei pela primeira vez o primeiro Tomb Raider. Mas, antes de Lara Croft se embrenhar em territórios desconhecidos antes populados por outros povos, um jovem aventureiro arriscava a vida (e também alguns trocados) em busca de tesouros de uma antiga civilização, isso ainda na década de 80, no Master System...
Aztec Adventure foi lançado em 1987 no Japão, com o nome de Nazca '88: The Golden Road to Paradise. Para o lançamento um ano depois em território americano e europeu, os produtores resolveram mudar o nome do jogo para Aztec Adventure, retirando assim seu sobrenome. Mesmo com as mudanças por conta das regiões de lançamento, o jogo em si não teve nada alterado.
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quinta-feira, 22 de outubro de 2015
terça-feira, 14 de maio de 2013
Dragon Crystal (SMS)

Finalmente, uma atualização no Shugames! Pois é pessoal, demorei, mas voltei, dessa vez pra tocar o barco de uma vez por todas. Após algumas "aventuras" na vida real (novos empregos que falharam miseravelmente e me afastaram dos meus hobbies favoritos, além da minha família), estou tentando colocar tudo nos eixos novamente. E isso inclui meu querido blog de jogos velhos e mofados, pois não é só de consoles atuais que vive este homem que vos escreve...
O game escolhido pra dar esse pontapé de reinício do Shugames é Dragon Crystal, um roguelike para Master System DIFICÍLIMO, um jogo em que poucos conseguiram sair vivos! Apesar da mecânica arcaica roguelike (exploração de calabouços intermináveis, comece a jogar perceberá o que eu quero dizer), vocês vão notar que o jogo é caprichadinho, apesar das limitações básicas até mesmo para um console de 8 bits.
quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012
Psychic World (Master System)
Certo dia, cansado de alugar sempre as mesmas fitas para Master System, eis que me vejo numa difícil situação em alguma locadora daqui da minha cidade. Situação essa que muita gente já passou na época: "com qual jogo vou passar o sábado e o domingo?". Como já estava meio saturado de Sonic, Alex Kidd e tendo jogado uma enorme gama de jogos do consolinho de 8 bits da Sega, foi como uma agradável surpresa que surgiu a capinha convidativa de Psychic World: uma moça com trajes futurísticos, fugindo em corredor de um monstro de três cabeças... Soou parecido com Phantasy Star, não?
Pois é, foi a impressão que tive também, pelo menos até ver o ACTION estampado no cantinho da capa, uma característica dos jogos do Master System. E foi um pouco desse action quem acabou fazendo me decidir a levar o game...
quarta-feira, 17 de agosto de 2011
The Ninja (Master System)
Quando eu alugava The Ninja na locadora aqui perto da minha casa, eu não me lembro de sofrer tanto assim pra passar uma mísera fase. The Ninja é daqueles jogos onde se você levar um dano ou simplesmente tocar no inimigo, já era. Seu personagem tem a missão de destruir o mal e todo o inimigo que estiver por trás dele, em missões que variam entre cidades, vilas, riachos, florestas e até no deserto. O negócio é que, pra um ninja, seu personagem é bastante limitado nos ataques, mesmo pra um 8 bits...
terça-feira, 2 de agosto de 2011
Running Battle (Master System)
Running Battle foi minha companhia por vários finais de semanas nos comecinho dos anos 90. Um jogo futurista, ambientado em ruas, depósitos e galpões cheios de marmanjos prontos para serem esfolados, chutados e socados era mais do que suficiente para nos fazer alugar várias vezes o mesmo cartucho naquela época. Mas Running Battle tinha um diferencial, ele era em scroll lateral 2D e tinha um poder diferente: o running power! É dele que pretendo falar um pouco no post de hoje.
sexta-feira, 1 de abril de 2011
Asterix (Master System)
Asterix figurou, por um bom tempo da minha infância, como um dos jogos mais desejados na época. Tudo porque, no manual do Master System (aquele que parecia um livrinho), havia imagens dele, o que deixava qualquer um babando. Afinal, o estilo plataforma era a moda na época, diferente de hoje, onde o gênero é escasso em um mar de tiroteio e RPGs genéricos...
sexta-feira, 11 de março de 2011
Masters of Combat (Master System)
Masters of Combat foi, por um bom tempo, meu único jogo bom de luta. Pra quem viveu na época dos 8 bits, achar um bom jogo de luta era difícil, ou era um game muito raro e diferente, ou era alguma adaptação de jogos dos 16 bits. Bons tempos de Mortal Kombat 1 do Master System, onde tudo era quadro a quadro de tão lento, e a gente nem ligava e divertia pra valer!
quarta-feira, 2 de março de 2011
Fantasy Zone The Maze (Master System)
Fantasy Zone acabou constituindo uma série de joguinhos na época do Master System, ou seja, na era dos 8 bits. Com versões até pro NES e Mega Drive (não me recordo se a versão NES é oficial), Opa-Opa e sua turma pintaram e bordaram em diversos sistemas, sendo oriundo, mais uma vez, dos arcades da Sega. Basicamente temos um shooter, mas as particularidades do jogo deram as diferenças que fizeram de Fantasy Zone uma série de prestígio e originalidade.
Não vou falar dos jogos clássicos, mas de um que também é shooter, mas é um shooter misturado com Pac-Man e muitos labirintos, mais uma prova da criatividade da Sega na época. A missão é a de sempre: vencer os labirintos com o menor tempo possível, se mantendo vivo até o "comer" a última pílula, neste caso, a última moeda.
domingo, 9 de janeiro de 2011
Mônica no Castelo do Dragão / Wonder Boy in Monster Land (Master System, Arcades)
Poucos personagens brasileiros fizeram tanto sucesso em jogos como a Mônica e sua turma, personagem criado por Maurício de Sousa. Além de estrelar diversos outros produtos, em 1991 a Sega/TecToy nos brindava com sua versão brasileira de Wonder Boy, agora com a menina dentuça como protagonista: assim nascia Mônica no Castelo do Dragão.
Talvez essa seja a maior (e única) representante brasileira nos games. Apesar de ser um jogo modificado do original Wonder Boy in Monster Land (assim como as versões consequentes), a versão brazuca conquistou os fãs e fez do jogo uma espécie de símbolo do Master System na época.
Na verdade, pouca gente sabia da existência das versões originais dos jogos por essas bandas, já que a TecToy lançou apenas as versões localizadas brasileiras por aqui. Wonder Boy in Monster Land (o jogo original) era raro de se achar em locadoras, e esse talvez tenha sido mais um motivo pra Mônica ter ficado famosa nos games.
Mas, vamos voltar um pouco no tempo e conhecer também a versão que deu origem à esta, o jogo original dos arcades.
segunda-feira, 3 de janeiro de 2011
Rastan (Master System, Arcades)
Um bárbaro, munido de uma arma cortante, ceifando vidas de criaturas mitológicas nunca foi novidade pra ninguém que joga videogame. Coloque aí algo semelhante à um Schwarzenegger, apenas de tanga e com a missão de salvar sua amada e seu reino e temos Conan. Rastan pode muito bem ter bebido dessa fonte, mas nem por isso o jogo é ruim ou passável, muito pelo contrário, aliás.
Em Rastan controlamos... Rastan, o bárbaro musculoso equipado com uma espada e com a missão de salvar sua amada. Com controles simples (apenas pulo e ataque), o jogo acabou caindo nas graças de quem tinha um Master System na época, mesmo sendo um port de arcade. E que port, o jogo ficou muito bacana e só perde mesmo em quantidade de inimigos na tela e nas diferenças gráficas.
quinta-feira, 18 de novembro de 2010
Taz Mania (Master System)
Nunca vi muita graça em Taz Mania. Digo isso do personagem em si. Um bicho bizarro berrando, babando e girando por aí não me convenceram de que era pra ser engraçado ou interessante. Aliás, o engraçado mesmo é que seus jogos não são lá tão ruins como o desenho. Lembram um pouco as pedreiras como Chuck Rock, mas são mais bem acabados, pelo menos.
Taz Mania do Master eu considero o melhor game do demônio babante da Warner. Ele tem umas boas sacadas na jogabilidade, fases bacanas e não é muito difícil. A versão do Mega eu não achei lá grandes coisas, talvez por terem enfeitado demais. Preferi a do Master por terem simplicado ao extremo a mobilidade do Taz.
Controlamos Taz na missão de encontrar um ovo lendário, com o propósito de fazer a maior omelete possível com o tal ovo. É, toda essa caçada maldita é pra fazer um mero omelete....
Um omelete lendário, diga-se de passagem. Taz salta, se abaixa e vira o tornadinho, habilidade clássica do personagem.
Ah sim, e ele come de tudo pelo cenário também, desde frangos suculentos que repõe a energia, estrelas que dão invencibilidade e até bombas. E se comer bombas, o resultado não é dos melhores.
Taz Mania do Master eu considero o melhor game do demônio babante da Warner. Ele tem umas boas sacadas na jogabilidade, fases bacanas e não é muito difícil. A versão do Mega eu não achei lá grandes coisas, talvez por terem enfeitado demais. Preferi a do Master por terem simplicado ao extremo a mobilidade do Taz.
Controlamos Taz na missão de encontrar um ovo lendário, com o propósito de fazer a maior omelete possível com o tal ovo. É, toda essa caçada maldita é pra fazer um mero omelete....
Um omelete lendário, diga-se de passagem. Taz salta, se abaixa e vira o tornadinho, habilidade clássica do personagem.
Ah sim, e ele come de tudo pelo cenário também, desde frangos suculentos que repõe a energia, estrelas que dão invencibilidade e até bombas. E se comer bombas, o resultado não é dos melhores.
sábado, 29 de maio de 2010
Deep Duck Trouble (Master System)
Galera, hoje não tem The Immortal por falta de tempo, mas apresento uma análise de um joguinho que gosto bastante do Master System para compensar. Prometo que amanhã eu volto com as aventuras perigosas de Cosmão nos confins do labirinto infernal para salvar Mordamir.
Donald sempre foi muito lembrado na época dos 8 e 16 bits, principalmente nos consoles da Sega. No Mega ele estreou dois jogos, o famoso Quackshot e World of Illusion, com quem dividiu a cena com Mickey. No Master System também foram dois jogos, o conhecidíssimo Lucky Dime Caper e este que vos apresento hoje, Deep Duck Trouble. As diferenças entre os dois jogos do Master são várias. Eu diria que apenas o personagem se manteve, visto que até a mecânica e inclusive o sprite de Donald é diferente.
Donald sempre foi muito lembrado na época dos 8 e 16 bits, principalmente nos consoles da Sega. No Mega ele estreou dois jogos, o famoso Quackshot e World of Illusion, com quem dividiu a cena com Mickey. No Master System também foram dois jogos, o conhecidíssimo Lucky Dime Caper e este que vos apresento hoje, Deep Duck Trouble. As diferenças entre os dois jogos do Master são várias. Eu diria que apenas o personagem se manteve, visto que até a mecânica e inclusive o sprite de Donald é diferente.
quarta-feira, 28 de abril de 2010
Sonic Chaos (Master System)
Sonic Chaos do Master System nunca me chamou muito a atenção. Pelo menos não tanto quanto Sonic 2 pra esse mesmo sistema, que virou uma febre aqui onde eu moro no dia em que finalmente chegou na locadora. Enfim, acredito que Sonic Chaos é considerado por muitos uma ovelha negra nos jogos de Sonic pro Master System, independente das versões bizarras lançadas para Game Gear. Mas, por quê todo esse ódio? Vamos tentar descobrir...
domingo, 25 de abril de 2010
Danan the Jungle Fighter (Master System)
Quando eu era moleque, toda sextas-feira era dia de correr pra locadora logo de manhã pra garantir os melhores jogos antes dos outros. Ou era isso ou alugar os restos que os outros não quiseram alugar. Muitas vezes isso aconteceu, mas a maioria das vezes eu garantia os melhores jogos, tanto no Master System quanto no Mega Drive.
quarta-feira, 21 de abril de 2010
Cyber Shinobi (Master System)
Engraçado como o mundo, nas décadas de 80 e 90 principalmente, imaginava o futuro pós ano 2000. Andróides por todo lado, carros voadores, prédios high-tech e computadores em todo canto. É certo que algumas dessas coisas existem realmente, mas muitas não passaram de uma imaginação fértil, pelo menos até hoje. Ainda não temos carros voadores, muito menos andróides perambulando pelas ruas, ou pranchas voadoras.

Joe Cibernético se virando como pode na primeira fase
Pra começar, vamos falar da história do jogo. Se antigamente tínhamos a Neo Zeed como inimigo mortal do nosso Joe Musashi, agora os manda-chuvas são da Cyber Zeed, uma escolha um tanto óbvia pra nome. Pois bem, as intenções da Cyber Zeed são roubar todo o plutônio do planeta e carbonizá-lo com isso........
Pausa pra pensar sobre o assunto............... Ok!
Como o governo já cansou de enviar seus soldadinhos pra impedir a Cyber Zeed (tudo em vão), DO NADA, como sempre, surge o ninja salvador, desta vez NETO de Joe Musashi, chamado...... Joe Musashi. Poderiam ter colocado ao menos Cyber Joe Musashi, ou Neo Musashi, ou até mesmo Robotic Plasma Neo Cyber Joe Musashi, mas a Sega preferiu mandar embora o time criativo dos primeiros jogos e decidiu que o neto de Joe Musashi teria o nome do seu avô. Bom, Joe Musashi vai ter que enfrentar sozinho a Cyber Zeed, não importa seu nome.
a melhor arma é o chute rasteiro, mesmo contra os ninjas malandrões cheios de marra
Como jogo, Cyber Shinobi é bem diferente dos Shinobis, digamos, "normais". Aqui seu ninja é lento, travado, pula e ataca porcamente, sendo empurrado facilmente por inimigos à buracos fatais. Fora que, na maioria das vezes, quando você finalmente limpa a tela e vai andando pro final da fase, o piso resolve ceder te levando à uma morte tão lenta que dá tempo de usar todo seu vocabulário de palavrões enquanto o pobre Joe tenta em vão saltar... Sério, me deu vontade abandonar tudo diversas vezes, mas lutei firme pra conseguir telinhas diferentes pra essa resenha. Quase que fico na primeira fase apenas.
Os inimigos agora estão modernizados também. A maioria deles vem armada com armas de fogo, mas são estáticos, o que denota que são inúteis e não passam de TREINO para Joe e sua espada. Os outros vem no punho ou são tão ultrapassados que usam shurikens e espadas. Hahahaha, espadas e shurikens, sintam o poder da minha arma....... uma espada e shurikens também ¬¬! Mas Joe Neto tem alguns truques também! Assim como seu avô, ele pode usar alguns poderes, que limpam a tela e são bem escassos, como de praxe. Além disso, a arma secundária (shuriken) evolui conforme se acha os itens [P], que aumentam sua eficácia.
O mais engraçado do jogo são os chefes. Acho que quase todos eles são máquinas e não humanos, como eram antigamente. O primeiro boss exemplifica bem isso: um TRATOR ASSASSINO, cujo motorista não aparece, mas temos que acertar sua cabine até que a máquina exploda. O segundo é um submarino que solta MÍSSEIS e o terceiro é um helicóptero que solta bombas napalm capaz de transformar uma cidade em um enorme deserto. E nem vou falar dos outros, quem for corajoso que jogue e tire suas próprias conclusões.
chefe helicóptero e sua bomba de napalm,
nem preciso dizer que é frustrante tentar acertá-lo
nem preciso dizer que é frustrante tentar acertá-lo
Mas, voltando, o combate no jogo não seria tão pobre se os controles ajudassem. O segundo principal problema do jogo é esse: controles. Muitas mortes seriam evitadas se os controles ajudassem de vez em quando. Em alguns momentos o melhor a fazer é agachar com Joe e chutar tudo até todos tenham morrido. E na hora de subir as plataformas? Existe um comando pra um pulo mais alto, mas se o inimigo sacana do alto lhe acertar um tiro, vai voltar pra trás e terá que fazer tudo denovo. E não, a tela não mostra quando esse vagabundo vai atirar, é preciso sorte acima de qualquer coisa. Sorte e paciência, não necessariamente nessa ordem.
a eterna magia da ventania e o capricho dos produtores,
nem pra recortar o maldito sprite das rochas eles prestaram...
nem pra recortar o maldito sprite das rochas eles prestaram...
Se os controles estão em segundo plano, o principal problema aqui seria a lentidão mesmo. É complicado traçar alguma estratégia de combate com o jogo rodando à 10 fps, com pulos lentos que dá tempo de tomar uma lata de refrigerante enquanto seu ninja ainda está no ar. Atacar é precário, desviar é difícil e vencer o jogo é tarefa pra ninja, literalmente. Engraçado que, no Master System, há milênios atrás, eu conseguia terminar isso sem save-state ou qualquer outro truque. Talvez fosse falta de opção mesmo.
Nota: 3.5
terça-feira, 20 de abril de 2010
Gain Ground (Master System)
Se eu fosse definir Gain Ground em um gênero, eu diria se tratar do gênero Gincana Balística, pois resume bem o que é o jogo. A história trata de guerreiros presos em uma simulação produzida pelo governo à fim de treinar soldados perfeitos, só que alguma coisa dá errado e diversos guerreiros de diversas épocas precisam se unir pra escaparem vivos dali. Tudo isso em meio à explosões, andróides e tiros, muitos tiros.
tudo começa na graminha, mas logo o bicho pega com um DEMONHO ENORME como chefe
Gain Ground, por muito tempo, foi jogo que joguei muito, principalmente com um amigo meu. E podem apostar: é um dos melhores multiplayers do Master System até hoje. No game começamos com poucos soldados, mas vamos encontrando mais conforme avançamos as fases. Existem muitos tipos dele, indo desde o básico homem das cavernas com uma lança, passando por soldados atiradores de elite, de granadas, velhos xamãs, ninjas e até um ciborgue armado com uma bazuca de tiros triplos! Porque bazucas normais estarão fora de moda no futuro.
o ninja é um dos melhores, assim como o "cara da metranca"
O jogo se extende por diversos labirintos, sendo um por fase e 10 fases por época ou era. Cada era corresponde à evolução tecnológica humana no que diz respeito à armamentos, então espere encontrar desde estátuas incas atirando sem parar (?) até grandes fortes armados com robôs gigantes atirando lasers pra todo lado. A última etapa reúne o que existirá de mais moderno, como lasers que se levantam do chão (estilo a mansão dos X-Men), barreiras magnéticas, pisos giratórios, máquinas enormes e andróides, muitos andróides pra todo lado.
as barricadas vão ficando mais complexas, assim como os obstáculos nas fases
Junto de um amigo ou sozinho, a missão é passar as fases. Existem duas formas pra isso: ou chegando ao EXIT estampado na tela ou matando todos os inimigos do cenário. Mas cuidado: se perder um guerreiro em combate, é possível salvá-lo levando seu símbolo que fica no chão até o EXIT. Se todos os inimigos forem mortos, a fase termina e diga adeus aos soldados não resgatados. Isso vale pra novas unidades que podem ser achadas também.

O jogo é divertido, tem músicas bacanas e um visual bem caprichado, mesmo pro Master System. No Mega Drive as coisas são maiores, com fases melhor desenhadas e que pedem uma estratégia maior também. A dificuldade na versão 16 bits também é superior, mas eu prefiro a versão charmosa do Master System. Questão de nostalgia.
Gain Ground vale muito bem uma tarde bem jogada ao lado da esposa ou daquele velho amigo . É um jogo cooperativo, divertido e que faz muita falta nos dias de hoje.
Nota: 7.5
terça-feira, 13 de abril de 2010
Psycho Fox (Master System)
Tenho uma relação íntima com Psycho Fox. Não, não gozei no cartucho, muito menos no console, como nosso grande colega Leonan fez com seu Dreamcast no passado. É que Psycho Fox foi o primeiro jogo do Master System que eu vi funcionando na tela. Acho que todo mundo aqui lembra da primeira vez que viram um jogo fantástico na sua frente, como se fosse um paraíso tecnológico, que os deixou babando com vontade extrema de ter aquilo mesmo que fosse preciso ROUBAR! Pois é, foi mais ou menos assim com Psycho Fox, lá estava eu, na casa de uma pessoa desconhecida, acompanhando um amigo meu, quando vi, na telinha, uma raposa pulando, jogando um passarinho nos inimigos e, como se fosse um milagre, se transformando em um hipopótamo rosa e destruindo as paredes em sua frente! Lembro como se fosse ontem...
Enfim, chega de nostalgia, vamos falar do jogo em si.
Psycho Fox é um jogo de plataforma, como 90% dos jogos dos 8 bits da época. Só que aqui podemos trocar entre 4 personagens bastante distintos pra conseguir passar as fases e explorar cada cantinho das mesmas. São eles: o macaco, que salta mais alto, o hipopótamo, lento mas o único que destrói paredes, o tigre, que corre e salta bem longe e a Psycho Fox, a raposinha que é a mais balanceada do grupo. Todos eles são bem carismáticos, únicos e úteis.
Durante o jogo, é possível coletar uma gama de itens que fazem diferentes efeitos, como destruir inimigos na tela, dar proteção e permitir a troca entre os animais. Isso mesmo, só é possível trocar entre eles usando um determinado item. Por sorte tal item é bem fácil de achar, mas não disperdice, você pode ficar preso na fase e ter que resetar ou morrer pra sair dali...
Seus únicos ataques são o pisão, que enterra os inimigos, o soco e o passarinho, que precisa ser achado antes. Todos os itens do jogo estão escondidos em ovos que precisam ser quebrados. Alguns ovos são sacanas, contendo inimigos dentro, portanto, CUIDADO!
Os gráficos são ótimos, as fases são bem diferentes entre si, todas divididas em 3 ou 4 etapas por MUNDO, que são representados pelos já costumeiros temas como esgotos, florestas, céu, gelo, deserto, etc. As músicas acompanham a qualidade do jogo e não deixam a desejar, mesmo se repetindo em algumas fases, todas são bem bacanas.
Psycho Fox é um jogo é bem legal, apesar de, hoje em dia, parecer meio repetitivo, principalmente pela mecânica de jogo. Explorar as fases é quase uma obrigação, itens como os saquinhos garantem chances nos bônus, o que rende vidas pro jogador. Mesmo que seja impossível voltar na tela, é primordial uma boa exploração do cenário antes de avançar, passagens secretas podem encurtar bastante o game.
Não vou recorrer ao fator nostalgia pra avaliar o game, mas Psycho Fox, mesmo assim, não deixa a desejar. Tem um design bacana de fases, uma boa variedade de personagens, exploração de cenários, músicas boas e uma boa duração também.
Nota: 7.0
sábado, 20 de março de 2010
The Lucky Dime Caper
Demorou, mas saiu uma atualização do Shugames. Essa semana foi tão corrida, mas tão corrida, que o Flash ficaria envergonhado dos seus poderes ao me ver trabalhando e se aposentaria na hora! Enfim, não sobrou tempo pro Retronado Shining Force, nem pro Diário do Lufia 2, nem pro Clássicos até o Fim do Alundra, nem pra quase nada, visto que a última atualização do Shugames foi no domingo passado.... Mas eu vou me redimir, eu prometo :D ! Ou não.

Não me lembro de nenhum jogo com o Pato Donald no Nes, bem como não existe jogo do Tio Patinhas pro Master System. Lucky Dime Caper foi o primeiro jogo do pato estressado nos consoles, pelo menos é o único que me vem na cabeça. Donald tem uma missão nada simples: salvar os 3 sobrinhos, recuperar 3 moedas especiais deles, derrotar a Maga Patalógica e recuperar a tão falada moedinha número 1, do Tio Patinhas. UFA!
Juro que pediria aposentadoria após tudo isso, mas Donald continuou aprontando das suas no Master e também no Mega Drive. Mas isso fica pra uma próxima resenha, prometo.
Em Lucky Dime Caper, como já disse, controlamos Donald. Sendo um jogo de plataforma, Donald precisa pular e atacar inimigos em boa parte do tempo. Para isso, temos 3 métodos: usando o disco como arma, um martelo ou simplesmente pulando sobre o inimigo acéfalo e previsível.
A energia de Donald é medida da seguinte forma: enquanto tiver uma das armas, estará à salvo. Sem elas, basta um inimigo esbarrar nele pro pato ir dessa pra melhor. Simples, eficaz e traumatizante, como todo bom jogo de plataforma dos 8 bits foi. E não reclame, quem jogou na época adorava esse tipo de desafio masoquista. Fomos treinados com jogos de macho!
Bom, Donald começa escolhendo uma das 3 etapas pra salvar um dos seus três sobrinhos. Após salvá-los, é hora de destruir as 3 amigas da Maga, que estão de posse das outras moedas, para então enfrentar o castelo da Patalógica e recuperar a moeda maldita do pato sovina.
As fases são todas temáticas, tendo florestinha, laguinho, deserto, gelo, vulcão, etc. Os gráficos são bem atraentes e Donald possui uma movimentação muito bem feita. Dependendo do estágio, ao deixá-lo parado, dá pra perceber o capricho dos produtores ao ver Donald se manifestar com frio ou calor, mesmo quando morre.
A dificuldade não é tão alta, mas é preciso saber onde pular e como atacar. Talvez a maioria das pessoas que tentaram jogar o game desistiram logo nas 3 primeiras etapas, e o motivo disso é a energia escassa de Donald. Se perder a arma, além de ficar limitado no ataque, se fizer qualquer cagada morre e volta pro início da tela.
Orra, em Ducktales tínhamos 3 pontos de energia, fora que dava pra aumentar com um item especial. Ducktales 2 idem e aqui temos uma mísera chance. Mas não vou reclamar.... Alex Kidd morria de primeira, o que me treinou pra enfrentar qualquer coisa na época. Morram de inveja, nintendistas! :P!
Apesar da dificuldade azeda, o jogo ainda dá algumas mordomias, como juntar 5 estrelas pra ficar invencível (basta ficar matando o mesmo inimigo pra juntar facilmente) ou ainda coletar outra arma com certa facilidade.
Lucky Dime Caper é um jogo bem legal. Talvez ele não passe de frustrante pra alguns, mas tem seu charme mesmo assim.
As músicas são simples e a maioria delas irrita logo de começo, mas ainda assim é jogo que deveria ser melhor explorado por todos.
Nota: 7.0
segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010
Sonic the Hedgehog 2 (Master System)
SEGA / 1992
Na minha tenra juventude gamística pude provar os mais deliciosos games de Master System, mas nenhum deles marcou tanto como Sonic 2. Talvez pela febre que ele ocasionou na época, talvez por suas músicas memoráveis, ou pelos gráficos maravilhosos, não sei ao certo, mas esse game poderia figurar num top 10 pessoal tranquilamente.
Desta vez, Sonic tem a missão de resgatar Tails, a raposa de duas caudas que sempre gera discussão se é macho ou fêmea, que foi raptado/a por Robotnik e está aprisionado/a num lugar chamado Crystal Egg, numa ilha vizinha onde Sonic vive.
Sonic recebe um bilhete de Tails, explicando o ocorrido. Apesar da história ser simples, temos agora algo mais grandioso do que apenas salvar a ilha: temos que resgatar Tails, ou nenhum Sonic no futuro terá ele como personagem jogável. Sentiram o drama, hein?
Bom, como todo bom Sonic da época, para tal missão, devemos coletar TODAS as 7 esmeraldas. Nas versões do Master System, as tais esmeraldas estão escondidas no próprio cenário, diferente das versões do Mega, onde precisamos vencer uma etapa de bônus para consegui-las. Ao meu ver, o modo do Master System é muito melhor e menos enjoativo do que no Mega, o que me faz questionar até hoje o porque das mudanças...
Enfim, coletando todas, temos o direito de enfrentar a fase secreta, a tal Crystal Egg, derrotar Robotnik e finalmente salvar Tails....ou simplesmente jogar normalmente, vencer o Metal Sonic e salvar.......a ilha......Sim, um Sonic com dois verdadeiros finais, um "bom" e outro "ruim", algo raro de se ver na época...
Uma mudança bacana no jogo é que não enfrentamos as várias de máquinas de Robotnik durante o jogo: cada chefe agora é um animal robotizado, diferente dos outros jogos, onde o próprio gordão vinha nos enfrentar com alguma máquina maluca. Tirando o primeiro chefe, onde Robotnik faz uma rápida aparição, só enfrentamos ele denovo caso todas as esmeraldas forem coletadas.
Sonic 2 teve muitas adições se contrapondo ao primeiro game do Master System: neste temos loopings, temos Sonic quicando na superfície da água, temos alguns elementos de cenário para interagir e temos fases muito mais elaboradas, apesar das fases do primeiro game serem mais charmosas, por assim dizer.
Em algumas zonas temos até alguns "veículos", como o carrinho de mina logo na primeira fase, a asa-delta na segunda, uma bolha para nadar na terceira etapa e por aí vai. O controle desses "veículos" geralmente é bom, apesar de que alguns, como a asa-delta, requerem alguma prática para serem "pilotados" com mais eficiência. Sim, já apanhei pra caralho dessa merda de asa-delta...
As músicas estão num nível fora do normal, todas as CANÇÕES (by Iyasu) são lindas, especialmente a da Green Hill Zone e a música do final "bom", quando se salva Tails. Os controles continuam firmes como sempre foram em toda a série dos 8 aos 16 bits. Depois disso a coisa descambou tanto que nem vou entrar em detalhes aqui.........Aliás, vou sim: SONIC é feito pra correr, bando de programadores idiotas, Lobisonic de cu é rola, falomermo...
Arram, continuando....mais uma novidade é que Sonic, ao tocar os inimigos, agora faz com que os anéis pulem, podendo ser pegos novamente, diferente do primeiro game, onde ao se tocar no inimigo, adeus anéis. Isso é ótimo quando se está cercado de espinhos....
Enfim, não há muito mais o que se dizer do game. Explorar cada canto das fases é ainda primordial, caso queira ver o final verdadeiro. As esmeraldas estão muito bem escondidas e não há mais aquela regra de que todas elas estejam na segunda fase de cada Zona, agora é tudo random, obrigando o jogador a explorar mesmo os cenários.
Por essas e outras qualidades, Sonic 2 figura como um dos melhores jogos do porco-espinho (ou ouriço, como queiram), deixando pra trás toda essa tralha atual dele (o que não é nenhum esforço).
Espero que em Sonic 4 as coisas voltem a ter qualidade, Sonic merece um jogo à altura de sua história.
O melhor: esmeraldas escondidas, todo jogo do Sonic deveria ser assim;
O pior: fases dos chefes estão um pouco mais difíceis;
Asa-Delta: difícil de controlar, impossível de se dominar;
Nota do Cosmão: 9

Desta vez, Sonic tem a missão de resgatar Tails, a raposa de duas caudas que sempre gera discussão se é macho ou fêmea, que foi raptado/a por Robotnik e está aprisionado/a num lugar chamado Crystal Egg, numa ilha vizinha onde Sonic vive.
Sonic recebe um bilhete de Tails, explicando o ocorrido. Apesar da história ser simples, temos agora algo mais grandioso do que apenas salvar a ilha: temos que resgatar Tails, ou nenhum Sonic no futuro terá ele como personagem jogável. Sentiram o drama, hein?
Bom, como todo bom Sonic da época, para tal missão, devemos coletar TODAS as 7 esmeraldas. Nas versões do Master System, as tais esmeraldas estão escondidas no próprio cenário, diferente das versões do Mega, onde precisamos vencer uma etapa de bônus para consegui-las. Ao meu ver, o modo do Master System é muito melhor e menos enjoativo do que no Mega, o que me faz questionar até hoje o porque das mudanças...
Enfim, coletando todas, temos o direito de enfrentar a fase secreta, a tal Crystal Egg, derrotar Robotnik e finalmente salvar Tails....ou simplesmente jogar normalmente, vencer o Metal Sonic e salvar.......a ilha......Sim, um Sonic com dois verdadeiros finais, um "bom" e outro "ruim", algo raro de se ver na época...
Uma mudança bacana no jogo é que não enfrentamos as várias de máquinas de Robotnik durante o jogo: cada chefe agora é um animal robotizado, diferente dos outros jogos, onde o próprio gordão vinha nos enfrentar com alguma máquina maluca. Tirando o primeiro chefe, onde Robotnik faz uma rápida aparição, só enfrentamos ele denovo caso todas as esmeraldas forem coletadas.
Sonic 2 teve muitas adições se contrapondo ao primeiro game do Master System: neste temos loopings, temos Sonic quicando na superfície da água, temos alguns elementos de cenário para interagir e temos fases muito mais elaboradas, apesar das fases do primeiro game serem mais charmosas, por assim dizer.
Em algumas zonas temos até alguns "veículos", como o carrinho de mina logo na primeira fase, a asa-delta na segunda, uma bolha para nadar na terceira etapa e por aí vai. O controle desses "veículos" geralmente é bom, apesar de que alguns, como a asa-delta, requerem alguma prática para serem "pilotados" com mais eficiência. Sim, já apanhei pra caralho dessa merda de asa-delta...
As músicas estão num nível fora do normal, todas as CANÇÕES (by Iyasu) são lindas, especialmente a da Green Hill Zone e a música do final "bom", quando se salva Tails. Os controles continuam firmes como sempre foram em toda a série dos 8 aos 16 bits. Depois disso a coisa descambou tanto que nem vou entrar em detalhes aqui.........Aliás, vou sim: SONIC é feito pra correr, bando de programadores idiotas, Lobisonic de cu é rola, falomermo...
Arram, continuando....mais uma novidade é que Sonic, ao tocar os inimigos, agora faz com que os anéis pulem, podendo ser pegos novamente, diferente do primeiro game, onde ao se tocar no inimigo, adeus anéis. Isso é ótimo quando se está cercado de espinhos....
Enfim, não há muito mais o que se dizer do game. Explorar cada canto das fases é ainda primordial, caso queira ver o final verdadeiro. As esmeraldas estão muito bem escondidas e não há mais aquela regra de que todas elas estejam na segunda fase de cada Zona, agora é tudo random, obrigando o jogador a explorar mesmo os cenários.
Por essas e outras qualidades, Sonic 2 figura como um dos melhores jogos do porco-espinho (ou ouriço, como queiram), deixando pra trás toda essa tralha atual dele (o que não é nenhum esforço).
Espero que em Sonic 4 as coisas voltem a ter qualidade, Sonic merece um jogo à altura de sua história.
O melhor: esmeraldas escondidas, todo jogo do Sonic deveria ser assim;
O pior: fases dos chefes estão um pouco mais difíceis;
Asa-Delta: difícil de controlar, impossível de se dominar;
Nota do Cosmão: 9
terça-feira, 9 de fevereiro de 2010
Kenseiden (Master System)
Master System / SEGA / 1988
Eu sempre gostei de Kenseiden. E eu sempre ouvi que muito moleque desistia do jogo por causa da sua dificuldade e acabava por odiá-lo em seguida....Eu também desisti muitas vezes, aliás, desisto até hoje, nunca terminei, mas esse jogo tem alguma coisa que me atrai nele até hoje...

Seus gráficos são ótimos no Master System, o som é maneiro com músicas bacanas e os inimigos vão de surreais à bichos comuns, como CAVEIRAS e TATUZINHOS de jardim. Mas acredito que todo o charme do jogo esteja na sua dificuldade mesmo...
Kenseiden, antes de qualquer coisa, é um jogo pra macho.
Mas não desses machos regados à Playstation 2 que estão acostumados à saves, checkpoints, etc, é um jogo pra machos criados na época do NES, onde SAVES era raridades e passwords eram conseguidas após muito suor, dor de cabeça e palavrões aos montes, isso quando não acontecia de algum controle falecer com os botões voando pelos ares...
Em Kenseiden controlamos um samurai equipado apenas com sua espada. Claro, no decorrer do jogo, encontramos mais equipamentos, algumas magias, e, principalmente, habilidades. Pulo alto, defesa, corrida, tudo isso é necessário pra se chegar no final do jogo. E é aí que mora a maior dificuldade dele...
No jogo, caminhamos por um mapa e escolhemos a fase seguinte apertando um botão. Tudo no jogo depende de qual caminho seguir. Explico: como seu progresso depende bastante das habilidades conseguidas nas fases, avançar pelo mapa requer todo cuidado. Se deixar alguma fase importante pra trás, o botão RESET é a única saída....
O pior disso é quando apertamos sem querer o botão errado e avançamos ao invés de regredir à uma fase....Acho que é desnecessário dizer que existem chefes altos o bastante que lhe farão blasfemar por ter deixado pra trás o pulo alto...
No aspecto gráfico, tudo ok. Fases bem elaboradas, inimigos bem desenhados e uma movimentação bacana pro samurai. Alguns chefes são bem decentes, chegando a rivalizar com alguns jogos do Mega Drive, como Altered Beast. Tem horas que o Masterzinho põe o consolão de 16 bits pra correr mesmo...
As músicas são viciantes. Uma pena serem poucas e até repetirem em algumas fases, mas todas acabam se tornando inesquecíveis pra quem joga o game. Os efeitos sonoros são legais também, mas não se destoam muito do TIN-TIN de espadas ou SCORCH de mortes dos inimigos.
Entre algumas fases, podemos ser interrompidos por nosso mestre que propõe uma fase de teste. A fase é difícil, é preciso atravessar diversos obstáculos numa fase onde flechas voam por todos os lados. Se for atingido, adeus teste e é preciso recomeçar tudo novamente. Não é obrigatório terminar a fase de teste, mas ela garante alguns itens exclusivos que são uma mão na roda.
Kenseiden é um ótimo jogo de samurais onde não precisamos enfrentar outros samurais repetidamente até o fim. Com uma boa variedade de inimigos/fases/poderes, alguma exploração obrigatória e uma dificuldade acentuada, temos um belo representante do gênero no Master System.
O melhor: vencer aquele chefe cavernoso no último suspiro;
O pior: escolher a fase errada no mapa ¬¬;
Fases de treino: treinaram minha paciência no passado pra aguentar os jogos de hoje;
Nota do Cosmão: 8
Eu sempre gostei de Kenseiden. E eu sempre ouvi que muito moleque desistia do jogo por causa da sua dificuldade e acabava por odiá-lo em seguida....Eu também desisti muitas vezes, aliás, desisto até hoje, nunca terminei, mas esse jogo tem alguma coisa que me atrai nele até hoje...

Seus gráficos são ótimos no Master System, o som é maneiro com músicas bacanas e os inimigos vão de surreais à bichos comuns, como CAVEIRAS e TATUZINHOS de jardim. Mas acredito que todo o charme do jogo esteja na sua dificuldade mesmo...
Kenseiden, antes de qualquer coisa, é um jogo pra macho.
Mas não desses machos regados à Playstation 2 que estão acostumados à saves, checkpoints, etc, é um jogo pra machos criados na época do NES, onde SAVES era raridades e passwords eram conseguidas após muito suor, dor de cabeça e palavrões aos montes, isso quando não acontecia de algum controle falecer com os botões voando pelos ares...
Em Kenseiden controlamos um samurai equipado apenas com sua espada. Claro, no decorrer do jogo, encontramos mais equipamentos, algumas magias, e, principalmente, habilidades. Pulo alto, defesa, corrida, tudo isso é necessário pra se chegar no final do jogo. E é aí que mora a maior dificuldade dele...
No jogo, caminhamos por um mapa e escolhemos a fase seguinte apertando um botão. Tudo no jogo depende de qual caminho seguir. Explico: como seu progresso depende bastante das habilidades conseguidas nas fases, avançar pelo mapa requer todo cuidado. Se deixar alguma fase importante pra trás, o botão RESET é a única saída....
O pior disso é quando apertamos sem querer o botão errado e avançamos ao invés de regredir à uma fase....Acho que é desnecessário dizer que existem chefes altos o bastante que lhe farão blasfemar por ter deixado pra trás o pulo alto...
No aspecto gráfico, tudo ok. Fases bem elaboradas, inimigos bem desenhados e uma movimentação bacana pro samurai. Alguns chefes são bem decentes, chegando a rivalizar com alguns jogos do Mega Drive, como Altered Beast. Tem horas que o Masterzinho põe o consolão de 16 bits pra correr mesmo...
As músicas são viciantes. Uma pena serem poucas e até repetirem em algumas fases, mas todas acabam se tornando inesquecíveis pra quem joga o game. Os efeitos sonoros são legais também, mas não se destoam muito do TIN-TIN de espadas ou SCORCH de mortes dos inimigos.
Entre algumas fases, podemos ser interrompidos por nosso mestre que propõe uma fase de teste. A fase é difícil, é preciso atravessar diversos obstáculos numa fase onde flechas voam por todos os lados. Se for atingido, adeus teste e é preciso recomeçar tudo novamente. Não é obrigatório terminar a fase de teste, mas ela garante alguns itens exclusivos que são uma mão na roda.
Kenseiden é um ótimo jogo de samurais onde não precisamos enfrentar outros samurais repetidamente até o fim. Com uma boa variedade de inimigos/fases/poderes, alguma exploração obrigatória e uma dificuldade acentuada, temos um belo representante do gênero no Master System.
O melhor: vencer aquele chefe cavernoso no último suspiro;
O pior: escolher a fase errada no mapa ¬¬;
Fases de treino: treinaram minha paciência no passado pra aguentar os jogos de hoje;
Nota do Cosmão: 8
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