domingo, 27 de julho de 2014

Especial 5 Anos de Shugames: Os 100 Jogos Desconhecidos de SUPER NINTENDO!


Sem planejar nada, os aniversários do blog foram marcados por especiais que me custam DIAS para fazer, mas que deixam o blog muito mais completo. Desde, pelo que me lembro, o primeiro ano do Shugames, eu costumo reunir alguns jogos de determinado sistema em formato de lista. E, como de praxe no Shugames, os jogos geralmente são desconhecidos, sejam eles bons ou ruins, mas a maioria é desconhecida do grande público. E o post de hoje, comemorando 5 aninhos dele, não será diferente.

Sim amigos, eu reuni aqui 100 jogos do querido Super Nintendo, 100 jogos que, acredito eu, poucos de vocês conhecem. Se conhecerem metade eu acho muito, pois eu fui vasculhar nas entranhas dos pacotes de roms, testei jogo por jogo, renomeei, enfim, fiz o que podia pra poder montar uma lista que ao menos siga a proposta inicial e tenha um mínimo de qualidade. Eu espero que todos gostem! A lista não está em ordem de preferência, apenas numerei para ficar algo mais organizado, como é comum nestes posts aqui no Shugames.

E não é só isso: praticamente inaugurando o Canal Shugames do youtube aqui no blog, o especial se extende com mais 10 jogos, dessa vez hacks, alguns de qualidade, alguns bem conhecidos, mas a maioria totalmente desconhecida dos grandes fãs do console. Pois é, o Shugames anda extendendo sua abrangência e, mesmo que meu tempo seja escasso, eu arrumei um tempinho e estou com o canal aberto com alguns vídeos lá já postados.

O Canal Shugames, à princípio, vai se focar em Retronados, alguns deles inclusive de jogos que já passaram pelo blog, mas, dessa vez, comigo jogando e narrando os acontecimentos. Espero a compreensão de todos quanto ao aspecto sonoro, minha voz não é grande coisa e só agora eu pude arrumar um equipamento decente para gravar com um áudio de qualidade.

Bom, mas é isso. Com vocês, os 100 jogos do Super Nintendo que pouca gente conhece. E, pra complementar, mais 10 hacks que todos deveriam ao menos conhecer. Abraços à todos e boa jogatina!

terça-feira, 24 de junho de 2014

Dragon View (SNES)



O jogo de hoje é um RPG quase que desconhecido pro SNES. Quem jogou Drakkhen (alguém aí?) vai saber de cara do que se trata, já que, segundo minhas pesquisas, é uma continuação "não oficial" deste clássico do SNES. OK, acho que ninguém aqui deve conhecer Drakkhen, mas saibam que Dragon View muda completamente o estilo "uma turma numa emboscada num calabouço" pra "herói sozinho salvando a princesa". Na verdade, a única coisa que Dragon View herdou de Drakkhen foi uma certa particularidade no mapa. Vocês terão mais detalhes adiante...

quinta-feira, 12 de junho de 2014

Sub-Terrania (Mega Drive)


Faz tempo que eu não falo sobre o Mega Drive por aqui, hein? Lembrado pelo leitor Ivo Campos, que deixou uma lista de jogos que gostaria de ver aqui no blog, resolvi pegar um dos games pra falar um pouco sobre o mesmo. O jogo em questão é um daqueles jogos que, assim que você descobre os emuladores, testa e acaba passando batido. Sub-Terrania é assim, um jogo, acima de tudo, difícil.

A missão principal em Sub-Terrania, como o próprio nome diz, é explorar os subterrâneos de uma colônia invadida por aliens, recuperando itens, peças para o pod que controlamos e resgatando pessoas, além de destruir a ameaça alienígena. Antes de cada fase, é dado ao jogador as missões a serem cumpridas. Geralmente coletar os sub-módulos, salvar alguns cientistas ou destruir alguma coiso do cenário ou aliens.


Apesar de parecer, nas palavras, um jogo comum de tiro/missões, Sub-Terrania mostra todo seu diferencial quando se começa a jogar pra valer.

domingo, 8 de junho de 2014

Retronado Soul Blazer [8]



É hora de continuar Soul Blazer, estamos em St. Elles, um mundo sub-aquático cheio de inimigos chatos, passagens escondidas, peixes, sereias, ilhas e um vulcão, que é pra onde estamos indo agora! Assim que sair do palácio, desça reto até achar a entrada, mais à esquerda, para a rota do vulcão. E vamo que vamo!

sexta-feira, 6 de junho de 2014

Shantae (GBC)


Certa vez eu ouvi falar sobre um game que teve uma certa fama no tão amado Game Boy Color. Como não era lá um jogo muito conhecido, poucas pessoas puderam jogá-lo. Seu estilo lembrava bastante Metroid, com progressão dependendo de itens e habilidades conseguidas vasculhando-se o cenário. Esse jogo era Shantae, um joguinho, aparentemente, simples, de traços grossos característicos do portátil e com um visual bastante cartunesco.

Pois bem, para estrear com o pé direito o GBC no Shugames, escolhi justamente Shantae. Ele não foi escolhido apenas por ser meio desconhecido do grande público. Shantae tem seu brilho próprio, tanto é que a Way Foward, sua produtora, já fez sequências e remakes para plataformas tanto da Nintendo quanto para o PC. Mas esta versão que vou lhes apresentar, foi onde tudo começou, foi onde nasceu a garotinha mística que resolve a maioria dos seus problemas "dançando"...

quinta-feira, 5 de junho de 2014

Holy Diver (NES)


Na minha caçada para formar os sets completos dos sistemas que mais gosto, me deparei com muita coisa ruim, muito jogo bizarro e muito jogo bom que quase ninguém conhece. Holy Diver se encaixa nessa última categoria.

Sendo escolado em Castlevania, Holy Diver deixa uma ótima impressão em vários quesitos, podendo agradar desde os que gostam da amada franquia da Konami ou até mesmo os que não suportam chicotes, mas adoram uns "hadoukens" e poderes voando pelo ar...

Holy Diver foi concebido e lançado em 1989, para Famicom. Seu jeitão Castlevania deixa bem claro que o game não é nem um pouco piedoso, mas as "recompensas vem para os que lutam por ela", já dizia o profeta. Com algumas diferenças bem bacanas, o jogo passou quase que totalmente desconhecido por essas terras, já que foi lançado apenas no Japão.

Se o idioma significa algum empecilho, saibam que ele não é necessário para que possamos apreciar essa obra da Irem. Sim, a mesma Irem que nos presenteou com a série R-Type.

quarta-feira, 4 de junho de 2014

Retronado Soul Blazer [7]



Continuando Soul Blazer após uma MEGA PARADA do blog! Agora a coisa engrena daqui pro final, eu prometo! A próxima etapa, após reviver Green Wood é no oceano, numa cidade submersa, mais precisamente num palácio submerso. Estamos no Palácio St. Elles, no fundo do oceano, onde, em uma pedra, está escrito que nenhum humano sobrevive ali (óbvio) e que minha procura deve se direcionar ao sul, em uma ilha próxima. Então, vamo que vamo!

terça-feira, 3 de junho de 2014

Avenging Spirit (Arcades)


Começando a nova "temporada" do Shugames, eu resolvi escolher um jogo meio "neutro" no que diz respeito à plataformas retrôs. Esse game já pintou por aqui no especial As 50 Relíquias Perdidas dos Arcades, trata-se do Avenging Spirit, conhecido como Phantasm no Japão. O game saiu originalmente nos fliperamas em 1991 e foi portado para o Game Boy Color em 1992 e está disponível no Virtual Console do 3DS desde 2011. O que muito me espanta é que, pelo estilo de jogo, ele nunca foi sequer portado pra Mega Drive ou SNES, plataformas mais óbvias à receber o jogo...

segunda-feira, 2 de junho de 2014

Phoenix Down no Shugames


Faz um bom tempo que eu não passo por aqui. O Shugames, por alguns anos, fez parte da minha vida. Era como um espaço para publicar idéias, exercitar pensamentos e escrever sobre o assunto que eu mais gosto, que são os games, sejam eles velhos ou novos. Enfim, muitas coisas aconteceram desde a última postagem. Eu sei que já tinha feito um post pra anunciar o retorno do blog. Sei que tinha programado muitas novidades. Sei que tinha começado um detonado diferente para o saudoso Splatterhouse 3. E sei que tive que deletá-lo, pois, apesar de ter começado, não tinha pretensão de sequer terminá-lo, em vista do meu tempo curto.

Mas esse post não é pra reclamar da falta de tempo, dos planos abandonados, da falta de interesse ou da paciência que andou escassa. Essa postagem marca o renascimento do blog, algo como "jogar uma phoenix down num personagem tombado em Final Fantasy", como a imagem acima ilustra. O Shugames voltou, com suas postagens de sempre, seus retronados, seus especiais e tudo mais.

Será definitivamente? O tempo dirá! Eu só sei que eu quero continuar isso aqui e dessa vontade nasceram mais algumas idéias que pretendo ir revelando aos poucos. Espero que todos que curtem o blog compreendam e dêem o feedback. Mês que vem completamos 5 aninhos. E sim, vai rolar talvez o maior post que esse blog já viu, sobre um dos consoles mais amados do mundo. Esperem e verão!

Nesse tempo que o blog andou "morto", pensei e conheci algumas vertentes no que diz respeito principalmente à análises de jogos. As análises em vídeos, assim como detonados, andam em alta. Hoje em dia é fácil encontrar detonados completos, vlogs narrados (bem ou mal) e mostrando coisas interessantes. Mas isso não anulou o material escrito. Isso não anula blogs interessantes que mostram coisas novas ao invés de ficar no "arroz com feijão". E ficar na mesmice, definitivamente, não é o intuito do Shugames.

Fazer vídeos? Quem sabe no futuro. A verdade que tirei disso tudo é que vlogger não anula o blogger e vice versa. Ambos podem coexistir, completando entre si para mostrar coisas interessantes aos leitores/seguidores/fornecedores de audiência, como queiram chamar. Eu confesso que pensei sim, em começar a "fabricar" vídeos narrados de gameplays, mas senti que ainda não é a hora por uma infinidade de motivos, alguns pessoais, outros não.

Enquanto isso não acontece, a programação tradicional do blog retonará aos poucos aos eixos, encaixando as novidades. Era isso que eu tinha pra dizer.

quinta-feira, 19 de dezembro de 2013

Tutorial Hyperspin (front-end)


Há muito tempo atrás, eu tomei conhecimento de programas cuja função era de agrupar e organizar emuladores e roms. Comecei com o SimpleFE, do camarada boosector (pra quem não conhece, o boot foi um dos principais programadores e criadores do MEGAPACK BR, famoso pacote de instalação de programas pro destrave do PS2, através do HDD). Como o próprio nome dizia, era um front-end simples, basicamente você selecionava o emulador e depois a rom, previamente configurados no programa. Algo simples e prático pra quem não tinha muita ambição e estava conhecendo o processo.

O tempo passou e meu interesse por front-ends acabou sumindo... Maass, eis que, num lampejo de idéias, fui novamente vislumbrado pelas capacidades visuais de um front-end bastante peculiar. Na época, eu já tinha visto vídeos sobre ele e achava algo muito chato de se mexer, além do que a minha máquina não suportaria tudo aqui. Esse front-end era o Hyperspin. Após um comentário de um amigo do facebook (o Bruno Shinkou que, aliás, faz ótimos covers de CANÇÕES de sucesso nos games), resolvi investigar à fundo esse negócio de front-end, já que atualmente possuo uma máquina muito melhor. E o Hyperspin começou a fazer parte da minha vida por várias semanas atrás...

quarta-feira, 27 de novembro de 2013

Retronado Soul Blazer [6]



Prontos pro Light Shrine? É hora de continuar Soul Blazer, a aventura do Cosmão que conversa com animais, plantas, JANGADAS, etc... Estamos à caminho do Light Shrine, o último templo de Green Wood, situado no pântano de Lostside. Agora, munido das provas de que conheço Turbo, Ice Armor e Psycho Sword, vou tentar decifrar o restante desse episódio um tanto... animal...

quinta-feira, 14 de novembro de 2013

Grand Master (NES)

São inúmeros os jogos bons que não cruzaram o oceano ou que não receberam uma versão em nosso idioma. Se até mesmo atualmente alguns jogos não saem da terra do sol nascente, o que dizer de 20, 30 anos atrás, quando a tecnologia ainda engatinhava nesse sentido. Sim, os jogos eram mais simples, mas, traduzi-los e, principalmente, calcular se valeria a pena o esforço, era trabalhoso...

Graças à modernidade atual, contamos com diversas traduções bacanas de jogos, sejam eles atuais (vide a maioria dos lançamentos recentes da Ubisoft, inclusive com áudio dublado em PT-BR) ou antigos, como é o caso de Phantasy Star IV completamente traduzido para o português do Brasil. Enfim, traduções já não são mais novidade, sejam elas vindas de produtoras ou de fãs empenhados. À estes últimos em especial, meus mais sinceros agradecimentos, pois o fazem sem cobrar um tostão.

Foi buscando a tradução de um jogo que descobri Grand Master. Na verdade, eu descobri o game na saudosa Old! Gamer, a revista brazuca de jogos velhos que já deve estar quase na vigésima edição. Pois bem, na edição 9, nosso querido Orakio Rob do Gagá Games cita diversos jogos desconhecidos da galera, a grande maioria dele pertencentes apenas ao Japão. Com quinze minutos de Google, eis que estou com o jogo patcheado no bom e velho inglês.

sexta-feira, 8 de novembro de 2013

Retronado Soul Blazer [5]




Retornando aos sonhos e coisas inanimadas que conversam com a gente, é hora de continuar Soul Blazer.

Acabei de finalizar o Water Shrine e o Fire Shrine, agora é preciso trocar uma idéia com todos os bichos que salvei em Green Wood para que AS JANGADAS me reconheçam e me ajudem a atravessar o grande lago... Para retornar à Green Wood, basta descer reto até as pontes em Lostside e seguir direto pela direita. Ali, desça e entre no teleporte ao céu. Ali, rapidamente volte à Green Wood e vamos ver as novidades por lá!

sexta-feira, 25 de outubro de 2013

StarTropics II - Zoda's Revenge (NES)


Se existe um jogo que me faz lembrar com prazer o passado nesse blog, esse jogo é StarTropics. Eu lembro que decidi do nada fazer o Retronado, mesmo sem saber bulhufas tanto do enredo quanto do jogo, já que eu apenas havia testado o mesmo. Descobri um jogão, assim como Crystalis, também pro mesmo console.

São essas pérolas escondidas que fazem a alegria desse fanático por jogos velhos e que também são o mote do Shugames.

Enfim, um bom tempo se passou de lá pra cá e nunca mais se falou em StarTropics. Eu confesso que já fui tentado a fazer um retronado do segundo game, mas outras "obrigações" acabaram me tirando desse foco, ao menos por enquanto.

Então, pra não deixar de registrar essa bela obra, hoje vou falar um pouquinho sobre essa continuação de uma das melhores franquias já criadas pela Nintendo.

Sim, mais uma que ficou infelizmente presa no passado...

quinta-feira, 17 de outubro de 2013

Pandemonium (Playstation)



Esse jogo foi responsável por uma enorme enxaqueca que tive na época, isso no finzinho da década de 90, se muito não me engano. Me lembro muito bem disso (da dor), pois talvez o estilo gráfico adotado aqui tenha sido o estopim para a minha crise. Pelo menos, Pandemonium acabou sendo muito mais do que um "causador de enxaquecas", como pretendo explicar mais abaixo.