quinta-feira, 25 de junho de 2015

Castlevania (NES)


Castlevania é um daqueles jogos que entram no rol dos games que mais exigem precisão do jogador. Apesar de fazer parte da seleta lista de jogos do NES que são responsáveis pela maioria das frustrações das crianças nos anos 80, eu diria que esse primeiro Castlevania é um jogo, acima de tudo, que exige mais técnica do que qualquer outra coisa do jogador.

 Claro, é preciso ter habilidade no controle do Simon, mas saber explorar as brechas que o cenário e os inimigos dão são a chave em alguns locais bem críticos do jogo. E, de locais críticos, esse primeiro Castlevania está cheio.


terça-feira, 16 de junho de 2015

ESPECIAL: 10 Momentos Difíceis dos Games, 4ª Edição


Chegou a hora de conferir mais 10 Momentos Difíceis dos Games, mais 10 passagens complicadas que ajudaram a criar os cabelos brancos da maioria dos velhinhos que acompanham esse blog (e dos novinhos também).

Dessa vez a lista é mais abrangente, até jogo do Playstation, porque não, entrou na lista! Apreciem!

domingo, 14 de junho de 2015

Ninja Five-O (Game Boy Advanced)



Imaginem misturar duas franquias como Rolling Thunder e Shinobi, qual seria o resultado disso? Sim amigos, Ninja Five-O é um game de plataforma que mistura, da forma mais coesa e adequada, os estilos de jogos da série Shinobi e também da trilogia Rolling Thunder! Apesar de ser mais simples que ambos os jogos supracitados, Ninja Five-O conserva o que há de mais importante num jogo de plataforma com ninjas: uma boa jogabilidade. E, mesmo sendo pra um portátil, o game tem qualidades que poderiam muito bem fazê-lo figurar como um clássico em qualquer console de mesa.

sábado, 13 de junho de 2015

Especial Retro Achievements!




Quem joga videogame desde criança e tem hoje mais de 30 anos, muito provavelmente deve ter vivido a época do Atari 2600. Nesse arcaico e clássico console, o maior barato não era acompanhar a história, vencer o chefe ou conseguir aquela arma ou armadura lendária, como nos jogos atuais. No Atari o negócio era PONTUAR, conseguir a maior pontuação, ir mais longe e, quem sabe, travar o score e o jogo consequentemente!

Poucos eram os que conseguiam fazer isso. E esses poucos, eram idolatrados e se tornavam verdadeiras lendas na época. Todo moleque daqueles distantes anos 80 sabe disso e buscava sempre pontuações mais altas nos seus jogos. Claro, muitos de nós ainda acreditávamos naquelas histórias dos finais dos jogos do Atari, de quando o avião do River Raid virava uma nave e o cenário se transformava no espaço sideral após atingir uma pontuação bizarra, ou quando o pobre esquimó de Frostbite, na última etapa, construía um castelo ao invés de um iglu... Lendas e mais lendas...

Bom, mas o que o post de hoje tem a ver com isso? Simples, o próprio nome já mostra: ACHIEVEMENTS, ou, na melhor das traduções, CONQUISTAS! As conquistas (ou troféus, no caso dos consoles da Sony), surgiram com o Xbox 360 e, mais tarde, no PS3 (com os troféus). Nada mais são que tarefas extras que concedem pontos e troféus, sejam elas diretamente ligadas à história ou não. No meu modo de vista, são a evolução da pontuação clássica, aquela que era usada em disputas saudáveis com os amigos.

Claro, as conquistas ligadas à história vão ser completadas automaticamente enquanto se avança pelo jogo. Já as extras, estas sim, diferenciam-se das outras por obrigar o jogador a explorar  o máximo dos jogos. Muitas dessas conquistas extras estão relacionadas à coletar todos os colecionáveis, realizar alguma manobra especial, terminar determinada fase em tempo recorde ou então vencer chefes sem levar dano e usando o mínimo possível de recursos. Algumas ainda estão ligadas à bugs e cheats, mas são poucos nesse estilo.

sexta-feira, 12 de junho de 2015

Retronado Soul Blazer [11]


Décima primeira parte Soul Blazer começando, aqui no Shugames! Demorei com isso, mas voltei e dessa vez pra engrenar de vez até o fim! Na última empreitada, matamos Tin Doll e recuperamos a Purple Stone, mais uma das pedras necessárias para abrir os portões para o World of Evil, além de resgatar Marie, a boneca de Dr. Leo. Agora vamos encararo Castelo do Rei Magridd, uma das últimas dungeons do jogo!

quinta-feira, 14 de maio de 2015

Hermie Hopperhead: Scrap Panic (Playstation)

Adquiri meu primeiro Playstation no final de 1998, se não me engano. Completamente apaixonado pelo Final Fantasy VII, consegui meu velho console cinza, de canhão de plástico, com os 4 discos de Final Fantasy VII, mais a demo em disco do Final Fantasy VIII em uma longínqua locadora, que aceito de prontidão meu querido Mega Drive III + meu Sega Saturn chaveado em troca desses produtos.

Sim, foi, talvez, a maior burrada da minha vida, mas, fazer o que, eu estava quase doente por Final Fantasy VII... Atualmente, se servir como consolo, já recomprei o Mega Drive III e o Sega Saturn, que por sinal veio chaveado também.

Bom, mas não é disso que se trata o post de hoje. Só citei esse acontecimento em volta da minha aquisição do Playstation 1 pra ressaltar o quanto esse console é querido por mim, desde os idos de 1998. Claro, como 90% dos brasileiros, fui um ávido consumidor de cds piratas e foi graças à eles que conheci e joguei muita coisa na época. Mas, como todo console que fez fama, muitos jogos eu não pude sequer conhecer, mas, hoje, com o advento da emulação, podemos por as mãos em jogos como Hermie Hopperhead, um game de plataforma exclusivo para o Playstation... e exclusivo no Japão também.

terça-feira, 5 de maio de 2015

10 Momentos Difíceis dos Games: Especial Alex Kidd in Miracle World



Alex Kidd in Miracle World, pra quem conheceu na época, não foi um jogo nem um pouco fácil de se lidar. Primeiro, ele segue a regra básica de 90% dos jogos de 8 bits: encostou no inimigo é morte instantânea. Não há barra de energia, não existe uma segunda chance, o Alex não tem uma "armadura" pra perder antes de deixar esse mundo. Encostou, já era, fim de papo, sua alma subirá aos céus com aquele efeito sonoro clássico do jogo e ponto final.

Bem por isso, ele é considerado até hoje um dos jogos mais casca grossa dessa saudosa época dos "hit-kills". Terminar Alex Kidd in Miracle World, nos dias atuais, mesmo sendo alguém que já esculhambou com o game na época do Master System (meu caso, por exemplo), requer uma boa dose de paciência e até uma certa habilidade e conhecimento das mecânicas do jogo. Saber saltar e calcular a distância do salto do garoto orelhudo é uma regra de ouro, visto que seu salto pode ser corrigido no ar, mesmo que minimamente.

Bom, foi pensando nisso tudo que resolvi fazer da terceira edição do Especial 10 Momentos Difíceis dos Games, uma edição somente com situações, locais e lugares complicados desse enorme clássico da Sega. Nesse artigo, vou citar 10 situações complicadas que todo jogador se depara no Mundo dos Milagres, desde inimigos em posições cruéis, buracos sacanas e chefes pentelhos. Bora lá então!

sábado, 2 de maio de 2015

Shovel Knight (PC)


Às vezes, o mercado de games nos surpreende com algum jogo diferente da maioria que anda saindo atualmente. Digo isso porque já está cansativo jogar sempre as mesmas coisas, mas com outras roupagens. É Assassin's Creed anual, Call of Duty anual e eu nem vou mencionar Battlefields e afins. Mas, como eu disse, em meio à tanta mesmice que chega a cansar os olhos, de tempos em tempos aparece alguma coisa realmente inovadora ou, nesse caso, renovadora.

Renovar parece ser a palavra adequada para o jogo que eu trago hoje. Não se trata de um remake de nenhum jogo famoso, muito menos um remaster de alguma franquia famosa no passado. Hoje lhes trago Shovel Knight, um jogo completamente descompromissado com gráficos de última geração, com resoluções alienígenas, com dezenas de configurações e ajustes. Shovel Knight só veio compromissado com uma coisa: divertir, como há anos eu não me divertia com um jogo atual. E ele consegue isso da forma mais simples possível.


Eu poderia passar horas tecendo elogios ao game da Yatch Club Games. Desde todo o seu conceito, passando pelo visual, o som e toda a mecânica de gameplay, tudo aqui flui de forma a trazer ao jogador mais novo ou mais velho, todo o prazer de se jogar um jogo bem feito, bem idealizado e executado. A Yatch Club Games, um estúdio de desenvolvimento formada em 2011 pelo criador da Way Forward (famoso e lendário estúdio, responsável pelos jogos da série Shantae, Contra 4 do Nintendo DS e inclusive o remake de Ducktales), não criou apenas um ótimo jogo de plataforma. Eles conseguiram recriar toda a temática por trás dos ótimos jogos da década de 80 e 90, principalmente para o Nintedinho, desde seu visual retrô até mesmo nos mínimos efeitos sonoros.

sexta-feira, 24 de abril de 2015

Road Rash II (Mega Drive)

Já faz algum tempo que estou com um planejamento de revitalizar algumas análises mais velhinhas do blog. O Shugames começou com um padrão diferente de análises, mais voltadas para o escracho e esse padrão mudou completamente de uns tempos pra cá. Tendo em vista a qualidade acima da quantidade, alguns jogos já "analisados" no passado vão reaparecer por aqui em breve. Claro, não serão todos, mas uma grande parte deles. Devo salientar também que esses jogos serão somente do Mega Drive, jogos que fizeram parte de uma abordagem que fiz na época, chamada A Era Mega Drive, que consistia em analisar todo e qualquer jogo do Mega antes de partir pra outro sistema. Como tudo isso naufragou, alguns jogos excelentes ficaram com análises muito superficiais que nem de longe mostram realmente como o jogo é. Portanto, de vez em quando vão pintar alguns clássicos do Mega reavaliados aqui, mas sem qualquer intenção de deletar o material original.

Bom, dito isso, eis que surge o jogo analisado de hoje, Road Rash II. Por mais incrível que possa parecer, a segunda versão dessa franquia de sucesso da Electronic Arts nunca foi postada aqui no blog! E, mais inacreditável ainda, os dois outros jogos, Road Rash I e Road Rash 3 passaram, mas não Road Rash II, justamente o jogo que eu mais gosto da franquia, por algum descuido da minha parte, nunca sequer foi analisado no blog. Então, como pontapé inicial nessa nova empreitada de resgate do passado, apresento-lhes Road Rash II, um fenomenal jogo de corrida de motos, embalado por muita música boa, pistas insanas e porrada, MUITA PORRADA!

quarta-feira, 22 de abril de 2015

Os Primórdios da Emulação - Final



Bem vindos à segunda parte do Especial Os Primórdios da Emulação. Já vimos os diversos emuladores antigos e mencionei diversos sites lendários do passado na primeira parte, então, nessa segunda e última vou abranger os sites atuais e dar uma geral na atualidade da emulação. Espero que todos gostem.

PS: este artigo não contém links para roms, apenas indicação de sites que as distribui. O Blog Shugames não é responsável pelo download das mesmas, muito menos pela comercialização ilegal de produtos de propriedade intelectual protegida. As informações contidas nesse post são sumariamente de caráter informativo. Não peçam roms, pesquisem. O Google tá aí pra isso.

sábado, 18 de abril de 2015

Nangoku Shounen Papuwa-kun (Super NES)


Hoje resolvi trazer um jogo praticamente desconhecido do Super Nintendo.  Nangoku Shounen Papuwa-kun é um daqueles jogos que ficaram restritos ao público japonês, sabe-se lá por quais cargas d'água. O jogo é um divertido jogo de plataforma, com um visual bem caprichado e um gameplay simples e sólido, todos os requisitos básicos pra fazer sucesso aqui desse lado do mundo. O porque da sua produtora, a Daft, e de sua distribuidora, a famosa Enix, terem mantido o game apenas no Japão ainda é uma incógnita...

Nagoku é, como é natural notar em sua caixinha e nas fotos in-game, baseado num mangá. Seu personagem principal, chamado de Shintaro, é um garoto com um rabo de cavalo que lembra, em vários momentos, um Goku em miniatura e cabeludo. A história do anime, resumidamente , se baseia em uma disputa entre duas pedras possuídas por duas entidades, uma vermelha e uma azul. Uma simbolizando a esperança e a outra o desejo. Após um conflito intenso, ambas foram separadas: o ser que detinha a pedra azul foi posto em um sono profundo, enquanto o que possuía a pedra vermelha foi arremessado e ficou vagando nos céus, até o dia em que se encontrarão denovo...

terça-feira, 14 de abril de 2015

Especial: Os Primórdios da Emulação - Parte 1



"Que atire a primeira pedra aquele que, sendo fã de videogames, nunca fez uso de emuladores."

Todo mundo gosta de emuladores. Sim, todo mundo, até mesmo aquele jogador mais avesso à essa prática, pelos mais variados motivos, no fundo do seu âmago, nutre no mínimo um respeito pela emulação. É por causa dela que preservamos épocas inteiras. É através dela que revivemos grandes momentos do passado. E vai ser sempre por ela que vamos poder voltar no tempo e sentir o eterno gostinho de infância que ficou lá atrás e que, nos dias de hoje, parece fazer tanta falta quanto o ar que respiramos.

Hoje amigos, resolvi resgatar um assunto que anda meio esquecido nesse mundo de jogos velhos, poeira e cartuchos. A emulação é uma complexa técnica de resultados simples, que nos traz sentimentos de décadas atrás. Através de um não tão simples programinha, simulamos aquele console que não é mais fabricado, aquele cartucho que há tempos já deixou de funcionar ou até mesmo aquele sistema que sequer foi cogitado seu lançamento nessas terras. Hoje eu resolvi falar da arte da emulação e reviver alguns dos primeiros emuladores que usei na vida, bem como sites lendários que ajudaram a propagar essa saudável prática.

sábado, 4 de abril de 2015

Metal Slug (Arcades, NeoGeo)



Hoje resolvi trazer um clássico do NeoGeo e dos Arcades, o precursor de uma série que, acredito eu, seja admirada em unanimidade tamanha sua qualidade em (quase) cada jogo lançado: Metal Slug. O jogo, que pega elementos de Rambo, com o jeitão de Contra, misturando humor e uma dificuldade, ao mesmo tempo alta e convidativa, trouxe ao mundo personagens, elementos e músicas que marcaram à todos que puderam contemplar toda a glória dos seus pixels!

Este é o primeiro de uma série que deixou saudades, mas que também deixou impressa no tempo a sua marca, o seu nome, mesmo com excessivas versões que mais aproveitavam a fama do que traziam realmente novidades.



segunda-feira, 30 de março de 2015

ESPECIAL: 10 Momentos Difíceis dos Games, 2ª Edição



E chegou a segunda edição dos Momentos Difíceis dos Games, uma coletânea de momentos complicados, lugares difíceis, fases chatas e chefes impiedosos que muitas vezes nos fizeram desistir do jogo em questão! Nessa segunda edição, selecionei alguns jogos novos pra entrar na dança, assim como alguns da primeira edição voltaram com mais fases cascudas! Espero que todos apreciem e relembrem o quanto era suado terminar um game na época dos 8 e 16 bits!

sábado, 21 de março de 2015

Tutorial: Maximus Arcade Front End



Ultimamente, um assunto tomou as rede sociais ao redor de quem curte uma jogatina retrô: o Infanto. O Infanto nada mais é que um aparelho baseado no Raspberry PI, que usa um front-end chamado Retropie para organizar roms e emuladores, o que pode ser considerado crime, já que tais programas e softwares são "ilegais". Não vou entrar no mérito do que é legal ou ilegal nesse post, mas é interessante notar que, salvo o trabalho que os caras tiveram pra organizar tudo (que não foi lá tanta coisa assim), cobrar 600 reais num aparelho desses pra mim é um roubo! Mas, cada um sabe onde dói o calo (ou o bolso).

Enfim, há um bom tempo, eu postei aqui no Shugames um tutorial simples e prático de como baixar e configurar o famoso Hyperspin, um dos front-ends mais bonitos e bem feitos já lançados. Por se tratar de um programa um tanto complexo de se configurar, descobri na raça como fazê-lo e dividi com o pessoal que frequenta o Shugames tudo que aprendi.

Bom, mas o Hyperspin é passado! Tanto é verdade que eu mesmo desisti de continuar usando ele pela complexidade na hora de configurar um simples joystick pra fazer o papel de teclado no programa. Por não ter por default o suporte à joystick, o Hyperspin fica dependente de um programa de terceiro para que você possa controlar o front-end via joystick e isso acabou por minar o resto de paciência que tinha sobrado. Mas, nem tudo dessa história foi jogado no lixo.