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quinta-feira, 4 de fevereiro de 2016

Bomberman Wars (Playstation)



Bomberman Wars é um jogo praticamente desconhecido pelo mesmo motivo de tantos outros jogos: ficou exclusivamente no Japão, não tendo nenhuma tradução oficial por essas bandas. Mesmo assim, além de mim, conheço várias pessoas que jogaram e até terminaram, mesmo sendo uma versão completamente japonesa, sem nenhum resquício do idioma inglês. O por quê disso? É o que tentarei explicar nessa análise de um dos jogos de estratégia mais brilhantes e mais esquecidos também.

terça-feira, 19 de janeiro de 2016

Spyro the Dragon (Playstation)



A Insomniac começou sua trajetória em 1994, quando ainda se chamava Xtreme Games. Fundada por Ted Price, em 1995 ela adotou o nome que permanece até os dias atuais. Seu primeiro jogo foi Disruptor, o qual não se saiu muito bem nas vendas. Em 1998, ela lançou um jogo de plataforma 3D, estilo esse que iria se tornar uma marca registrada do estúdio, dadas algumas excessões futuras. Esse jogo era Spyro the Dragon, um jogo de plataforma 3D do estreante dragãozinho Spyro, para o Playstation.

O game se saiu muito bem nas avaliações da época, principalmente por se tratar de uma franquia estreante em um console que já tinha Crash Bandicoot. Mas, guardadas as devidas ressalvas, os títulos são bem diferentes e Spyro guarda algumas cartas na manga como veremos à seguir.

quarta-feira, 23 de setembro de 2015

Syphon Filter (Playstation)



O fim da década de 90 nos reservou grandes surpresas no mundo dos videogames. O Playstation já estava consolidado, o Sega Saturn desfilava como um zumbi e o Nintendo 64... bom, o 64 sempre teve sua parcela fiel de público, mas, diferente do sucesso da rival Sony, a Nintendo satisfazia seus fãs basicamente com seus próprios jogos, ao invés de depender de thirds.

Para se ter uma pequena idéia do cenário na época, em 1999 o Nintendo 64 recebia Donkey Kong 64 e Pokémon Snap, dois jogos que fizeram um bom sucesso no console.


quinta-feira, 14 de maio de 2015

Hermie Hopperhead: Scrap Panic (Playstation)

Adquiri meu primeiro Playstation no final de 1998, se não me engano. Completamente apaixonado pelo Final Fantasy VII, consegui meu velho console cinza, de canhão de plástico, com os 4 discos de Final Fantasy VII, mais a demo em disco do Final Fantasy VIII em uma longínqua locadora, que aceito de prontidão meu querido Mega Drive III + meu Sega Saturn chaveado em troca desses produtos.

Sim, foi, talvez, a maior burrada da minha vida, mas, fazer o que, eu estava quase doente por Final Fantasy VII... Atualmente, se servir como consolo, já recomprei o Mega Drive III e o Sega Saturn, que por sinal veio chaveado também.

Bom, mas não é disso que se trata o post de hoje. Só citei esse acontecimento em volta da minha aquisição do Playstation 1 pra ressaltar o quanto esse console é querido por mim, desde os idos de 1998. Claro, como 90% dos brasileiros, fui um ávido consumidor de cds piratas e foi graças à eles que conheci e joguei muita coisa na época. Mas, como todo console que fez fama, muitos jogos eu não pude sequer conhecer, mas, hoje, com o advento da emulação, podemos por as mãos em jogos como Hermie Hopperhead, um game de plataforma exclusivo para o Playstation... e exclusivo no Japão também.

quinta-feira, 17 de outubro de 2013

Pandemonium (Playstation)



Esse jogo foi responsável por uma enorme enxaqueca que tive na época, isso no finzinho da década de 90, se muito não me engano. Me lembro muito bem disso (da dor), pois talvez o estilo gráfico adotado aqui tenha sido o estopim para a minha crise. Pelo menos, Pandemonium acabou sendo muito mais do que um "causador de enxaquecas", como pretendo explicar mais abaixo.

quinta-feira, 12 de julho de 2012

Adventures of Lomax (Playstation)


Dois dos estilos de jogos que eu mais gosto são plataformas e RPGs, mais especificamente os RPGs japoneses, em turno, com os tradicionais vilarejos, personagens esteriotipados como o cavaleiro, o mago, a rainha, etc, além de magias e muito grind. Enfim, o game de hoje é um dos raros jogos de plataforma 2D lançados para o PS1. Digo raro porque, pra um console que chegou mostrando ao mundo como se fazer um mundo 3D naquela época, lançar algo bom e bonito em 2D era, além de ousado, uma raridade!

Pois Adventures of Lomax remou contra tudo que a ideologia do PS1 pregava e mostrou ao mundo que os games 2D não estavam mortos, muito pelo contrário. Não fez muito sucesso (mesmo saindo até pra Windows), é verdade (o 3D era tão novidade que jogos 2D passavam sem quase ninguém notar), mas deixou sua marca como um dos mais belos jogos da vasta biblioteca do console.

sexta-feira, 11 de maio de 2012

Herc's Adventures (Playstation)

Conheci Herc's Adventures através da saudosa Ação Games (ou foi na Super Game Power?). Na época, era fácil confundir esse jogo com outro clássico, Hércules, da Disney, pois os nomes são bem parecidos. Apesar de dividirem a mesma temática, os dois jogos são bem diferentes entre si: enquanto controlamos apenas o invencível Hércules no game da Disney em fases 2D, em Herc's Adventures podemos escolher entre três heróis, um mais maluco que o outro, percorrendo todo o perímetro do antigo Egito, enfrentando hordas e mais hordas de inimigos pra lá de bizarros.

Mas, além disso, o que faz de Herc's Adventures um jogo tão bacana e, ao mesmo tempo, tão pouco conhecido? Simples, o estilo adotado. Afinal, um game baseado na mitologia, cheio de piadas engraçadas por todo canto, um visual de desenho animado, muita porrada e ainda contando com um desafio descabelante não era pra qualquer um na época...

domingo, 1 de abril de 2012

ESPN Extreme Games (Playstation)



Entre tantos jogos multiplayer que joguei no saudoso Playstation, com certeza esse ESPN Extreme Games foi um dos mais celebrados em minha humilde residência lá na década de 90. O game conseguiu unir o que havia de melhor em jogos de corrida, colocar 4 modalidades esportivas pra correr juntas e ainda capturou toda a essência de um Road Rash com maestria. Como se tudo isso não bastasse, criou pistas e as encheu de obstáculos sacanas por todos os cantos...

ESPN Extreme Games pode soar como um jogo genérico pra quem nunca jogou ou não o conhece. Pelo título, muitos podem supor que se trata de mais uma daquelas coletâneas de esportes radicais feitas pra vender no verão, coisa totalmente aceitável, principalmente no PSX. Mas, basta dar uma navegada entre as opções do jogo para ver que a coisa é muito mais profunda do que isso.

segunda-feira, 19 de março de 2012

Castlevania: Symphony of the Night (Playstation)



Quando falamos de Castlevania, no passado, logo lembramos da memorável trilogia lançada originalmente pro Nintendinho, que compreendia os três games iniciais que nos apresentaram os principais personagens e uma história rica e densa. Hoje em dia, o maior referencial da série acabou por se tornar um jogo lançado para os principais rivais da Nintendo na época, o Playstation e o Sega Saturn.

Mas, o que Symphony of the Night tem de tão especial assim? Por que ele é tão bem falado até nos dias de hoje, sendo que foi lançado há muitos anos? O segredo não está nos gráficos, muito menos em outros parâmetros básicos, mas sim, em sua jogabilidade e design, que desafiam o tempo e mostram que, com um pouco de vontade, dá pra se fazer maravilhas em qualquer hardware, seja ele antigo ou novo.

segunda-feira, 20 de junho de 2011

Croc: Legend of Gobbos (Playstation)


Acho que muitos aqui sabem que tenho uma certa preferência por dois gêneros de jogos: os de plataforma e os RPGs. Quando saiu o PSX, o primeiro game que me fez comprar o console foi um RPG, o tal do Final Fantasy VII. Mal sabia eu que teria, no pacote, uma enorme gama de excelentes jogos de plataforma, encabeçados por ninguém menos do que Crash Bandicoot.

O Playstation não ficou devendo nada pros consoles anteriores à ele nesses dois gêneros, os quais saiam muitos games todos os meses. Mas, no meio de tantos, era fácil esquecer alguns e dar atenção pros mais badalados. E o jogo de hoje é um desses que ficaram no meio termo, um jogo que não fez muito sucesso, apesar de ter tido uma continuação , ainda que pífia. Hoje vou falar de Croc, o jogo do simpático jacarezinho que encantou a molecada no finalzinho do anos 90.

quinta-feira, 16 de junho de 2011

Alundra, o Zelda do Playstation !


Eu, sinceramente, não gosto de fazer comparações. Mas é impossível jogar Alundra e não compará-lo à série Zelda, da Nintendo. Alundra tem muito em comum com Link, principalmente no uso de ferramentas e na exploração de cenários (porque não dizer também, nos puzzles). Mas, se tem algo que faz de Alundra um jogo único, é sua história.

Diferente de Zelda, Alundra tem uma história mais adulta, mais séria e com consequências graves que afetam todo o enredo do game. Começando pela aparição do herói na vila central do jogo, Inoa, até os acontecimentos que o levam a lutar pelo povo do local, muita coisa acontece e acaba moldando, de alguma forma, todo o caráter do personagem central e, inclusive, do jogador para com o jogo.

Alundra é um desses RPGs que vem, poucos acabam conhecendo e se vai, sem dizer quando volta e SE volta. Se querem conhecer um pouquinho do game, terei o maior prazer em mostrá-lo para vocês.

domingo, 26 de dezembro de 2010

Tomb Raider (Playstation)


Quando eu vi pela primeira vez a capinha de Tomb Raider, lá pelos idos de 1996, em uma locadora talvez conhecidíssima de muitos de vocês (ProGames), eu não sabia o que esperar daquilo. Uma moça armada, um nome em letras garrafais e algumas imagens de lugares bonitos na parte de trás. Detalhe: foi a versão do Sega Saturn a primeira que fui alugar na vida. Ao começar a jogar foi paixão de imediato: Lara corre, salta, escala, rola, atira, ou seja, fazia tantas coisas que acredito que Indiana Jones se sentiu envergonhado na época.

Tomb Raider antes de mais nada é um jogo de exploração: você não vai sair atirando sem necessidade, nem se engalfinhando em batalhas surreais e muito menos usando algum tipo de poder paranormal como VOAR, por exemplo. Aqui o que conta é o senso de observação do jogador e sua perspicácia em procurar nos detalhes, nos caminhos paralelos, em paredes, em qualquer cantinho.

Tomb Raider é um jogo abarrotado de segredos, muitos deles que muita gente deixou pra trás e sequer conseguiu encontrar. Eu posso dizer de boca cheia que a Core Design foi MUITO feliz ao criar esse jogo, redefiniu muita coisa na época e ainda tem umas duas ou três lições pra ensinar nos dias de hoje.

domingo, 18 de julho de 2010

Sol Divide (PSX)


O que acontece se juntarmos RPG + shooter + mitologia? O resultado não poderia ser outro à não ser Sol Divide, um game bem diferente e original, não só pela união desses três fatores, mas também pela forma como os produtores souberam com maestria juntar esses elementos num game caprichado. Nascido nos arcades, Sol Divide foi portado pro Sega Saturn e pro Playstation, versão que vamos conhecer agora.

domingo, 13 de junho de 2010

Vandal Hearts (PSX)

Playstation, o primeiro console da Sony, finalmente aparece por aqui. Pra quem acompanha o Shugames há mais tempo, eu já tinha postado por aqui uma análise do primeiro jogo do Crash, a qual ficou HORRÍVEL, tanto em texto quanto em imagens. Claro, era tudo um teste praticamente.

Agora, com o blog mais conhecido e com mais visibilidade, acho que chegou a hora de começar a falar sobre os grandes clássicos do Playstation por aqui. Assim como o Saturn estreou um tempinho atrás, o PSX também terá seu espaço no Shugames, começando com um jogo que aposto que muitos de vocês conhecem, principalmente os amantes de RPG...