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quarta-feira, 13 de setembro de 2017
Gunple: Gunman's Proof (Super Famicom)
É até difícil de se encontrar, na internet,, informações concretas sobre a produtora Lenar, que produziu um dos jogos mais simples e divertidos que descobri recentemente: Gunple Gunman's Proof (também chamado de Ganpuru Gunman's Proof), para o Super Famicom. Até onde se sabe, Lenar também produziu mais dois jogos: Birk Week, para o Famicom e Mercenary Force, para o Game Boy. Ambos os jogos tem pouca ou nenhuma característica em relação ao Gunman's Proof, mas fica como curiosidade.
Nesta terceira produção da empresa, o estilo gráfico usado foi bastante inspirado em The Legend of Zelda: A Link to the Past. Desde o sistema de mapas, seja o world map ou em dungeons, até mesmo a locomoção do personagem, cidades e interiores de casas, tudo lembra bastante o jogo da Nintendo. Mas, as semelhanças acabam por aí.
Gunman's Proof tem uma sólida campanha de jogo, com grande ênfase em armas de fogo, inimigos e evolução do personagem, diferente de Link, que fazia mais uso de ferramentas para avançar na jornada. E é baseando-me nessas diferenças que pretendo descrever esse jogo um tanto desconhecido para vocês neste pequeno relato.
quinta-feira, 27 de outubro de 2016
Hyper Iria (Super Famicom)
Existia uma época onde, para poder jogar algum game no nosso amado console, tínhamos que ir á um lugar chamado locadora. Nesta locadora, vários jogos estavam disponíveis e, dependendo do dia em que você fosse lá, teria mais ou menos opções de jogos conhecidos. Muitas vezes, pegávamos jogos que nunca tínhamos ouvido falar, às vezes pela capa, às vezes só vendo alguma telinha na parte de trás da caixa.
E eu aposto que Hyper Iria, caso algum sortudo que está lendo este artigo o tenha conhecido na época, tenha sido um caso desses, um jogo que possa ter fascinado pela capa e acabou deixando quem alugou mais perdido que cego em tiroteio.
Isso porque o jogo nunca foi lançado por essas bandas, então, o idioma original é o japonês. Como se trata de um jogo que depende de leitura e interpretação para poder avançar no mesmo, muitos jogadores que encararam a versão de Super Famicom na época ficaram bem perdidos. Com o advento da emulação, muitos jogos excelentes e exclusivos daquele mercado nipônico ganharam uma tradução, seja para o inglês, seja para o português. Hyper Iria se encaixa na primeira opção, vindo a ganhar uma tradução completa em agosto deste ano de 2016.
Dessa forma, hoje em dia, quem não entende nada de japonês, poderá desfrutar desse que é um excelente jogo e entender tudo que se passa nele. É disto que se trata a análise de hoje no Shugames. Vamos descobrir o que é Hyper Iria, do Super Famicom!
E eu aposto que Hyper Iria, caso algum sortudo que está lendo este artigo o tenha conhecido na época, tenha sido um caso desses, um jogo que possa ter fascinado pela capa e acabou deixando quem alugou mais perdido que cego em tiroteio.
Isso porque o jogo nunca foi lançado por essas bandas, então, o idioma original é o japonês. Como se trata de um jogo que depende de leitura e interpretação para poder avançar no mesmo, muitos jogadores que encararam a versão de Super Famicom na época ficaram bem perdidos. Com o advento da emulação, muitos jogos excelentes e exclusivos daquele mercado nipônico ganharam uma tradução, seja para o inglês, seja para o português. Hyper Iria se encaixa na primeira opção, vindo a ganhar uma tradução completa em agosto deste ano de 2016.
Dessa forma, hoje em dia, quem não entende nada de japonês, poderá desfrutar desse que é um excelente jogo e entender tudo que se passa nele. É disto que se trata a análise de hoje no Shugames. Vamos descobrir o que é Hyper Iria, do Super Famicom!
sábado, 18 de abril de 2015
Nangoku Shounen Papuwa-kun (Super NES)
Hoje resolvi trazer um jogo praticamente desconhecido do Super Nintendo. Nangoku Shounen Papuwa-kun é um daqueles jogos que ficaram restritos ao público japonês, sabe-se lá por quais cargas d'água. O jogo é um divertido jogo de plataforma, com um visual bem caprichado e um gameplay simples e sólido, todos os requisitos básicos pra fazer sucesso aqui desse lado do mundo. O porque da sua produtora, a Daft, e de sua distribuidora, a famosa Enix, terem mantido o game apenas no Japão ainda é uma incógnita...
Nagoku é, como é natural notar em sua caixinha e nas fotos in-game, baseado num mangá. Seu personagem principal, chamado de Shintaro, é um garoto com um rabo de cavalo que lembra, em vários momentos, um Goku em miniatura e cabeludo. A história do anime, resumidamente , se baseia em uma disputa entre duas pedras possuídas por duas entidades, uma vermelha e uma azul. Uma simbolizando a esperança e a outra o desejo. Após um conflito intenso, ambas foram separadas: o ser que detinha a pedra azul foi posto em um sono profundo, enquanto o que possuía a pedra vermelha foi arremessado e ficou vagando nos céus, até o dia em que se encontrarão denovo...
domingo, 18 de janeiro de 2015
Kaizou Chounin Shubibinman Zero (Super Famicom - Satellaview)

Satellaview foi um acessório, no mínimo, interessante para o Super Famicom. Através desse aparelhinho e exclusivamente no Japão, era possível os jogadores baixarem e jogarem alguns jogos exclusivos pra ele no Super Nintendo japonês, por um canal exclusivo via satélite, com direito inclusive à premiações com base nos recordes gravados nos jogos. Claro, nem tudo eram flores devido à lentidão em alguns jogos, mas, a inovação trouxe alguns frutos interessantes à biblioteca do console.
Um desses frutos eu vos apresento hoje, Kaizou Chounin Shubibinman Zero.
sexta-feira, 9 de janeiro de 2015
The Jetsons - Invasion of the Planet Pirates (Super NES)

Acho que nunca apareceu nenhum jogo da família Jetsons no Shugames. Pensando melhor, acho que são RARÍSSIMOS os jogos já feitos com essa família do futuro, mesmo o tema sendo tão bacana e convidativo. Poucos devem conhecer essa obra do Super NES, portanto, resolvi falar dele hoje, já que foi uma indicação do nosso amigo da Old Games FTW, Max "Caio" Carnage.
terça-feira, 24 de junho de 2014
Dragon View (SNES)

O jogo de hoje é um RPG quase que desconhecido pro SNES. Quem jogou Drakkhen (alguém aí?) vai saber de cara do que se trata, já que, segundo minhas pesquisas, é uma continuação "não oficial" deste clássico do SNES. OK, acho que ninguém aqui deve conhecer Drakkhen, mas saibam que Dragon View muda completamente o estilo "uma turma numa emboscada num calabouço" pra "herói sozinho salvando a princesa". Na verdade, a única coisa que Dragon View herdou de Drakkhen foi uma certa particularidade no mapa. Vocês terão mais detalhes adiante...
terça-feira, 21 de maio de 2013
ActRaiser 2 (SNES)

Às vezes, continuações de obras famosas acabam decepcionando. Muitas vezes, não é muito bom ansear (leia-se: ter hype) por uma continuação de um filme, série ou, no caso, um game que fez muito sucesso em sua primeira aparição. São tantos exemplos que daria um mega post aqui (um que me vem à mente sempre que toco nesse assunto é Alundra 2), o que não é o caso do momento. Por outro lado, algumas vezes acaba acontecendo o inusitado e a continuação supera ou pelo menos se iguala à obra original. Batman Arkham City é um exemplo atual e perfeito disso.
Mas o que dizer de um jogo, que foi um enorme sucesso, é cultuado por muita gente e acaba mudando quase que por completo sua mecânica na continuação, destruindo seu principal charme? Actraiser 2 é mais ou menos isso, uma conturbada continuação de um dos mais aclamados jogos da Enix, tido como pontapé inicial da trinca Sou Blazer/Illusion of Gaia/Terranigma, jogos que falam praticamente da mesma coisa: a criação do mundo.
domingo, 21 de outubro de 2012
Popeye - Ijiwaru Majo Sea Hag no Maki (SNES)
Acredito que todos que acompanham esse blog conheçam um famoso marinheiro que atende pelo nome de Popeye. Criado em 1929, o marinheiro troncudo, baixinho, que fumava cachimbo e, quando comia espinafre, ficava invocado e fazia de tudo pra defender sua amada Olívia das mãos do truculento Brutus, o barbudo que era tarado pela magrela.
Os anos passaram e eu só conheci um game sobre esses queridos personagens, a antiga versão para Atari, que consistia no Popeye tendo que pegar os corações que Olivia soltava do alto da tela, evitando Brutus que andava pelo cenário.
Mas, por quê tal desenho, famoso no mundo todo, ficou preso somente à um game que fez relativo sucesso? Talvez as produtoras não enxergasse um expressivo sucesso comercial que justificasse o investimento na franquia, ou talvez simplesmente não quisessem meter o dedo em personagens sem tanto apelo assim (a turma da Looney Tunes já fazia mais sucesso).
Enfim, os anos passaram e eis que aparece Popeye - Ijiwaru Majo Sea Hag no Maki, um jogo de aventura nos moldes de Super Mario usando e abusando da maioria dos personagens do desenho animado do emburrado marinheiro. E, se querem saber, o jogo ficou ótimo.
terça-feira, 2 de outubro de 2012
Power Pigs of the Dark Age (SNES)
Nos últimos meses, apesar da correria usual, venho descobrindo algumas jóias perdidas de diversos sistemas. Como tenho pouco tempo para aproveitá-las, costumo me dedicar à dois ou três exemplares de cada vez, para não sobrecarregar muito.
O SNES tem sido um dos sistemas que mais esconde jogos pouco ou totalmente desconhecidos do grande público e é sobre um deles que vou falar hoje.
Power Pigs of the Dark Age é um dos raros jogos de plataforma do SNES que pouca gente conhece. Misturando o gênero plataforma pula-pula com desenho animado, o game até empolga, mas peca num ponto crucial nesse estilo: a repetição de cenários. Apesar disso, o visual é bastante chamativo, além de mais algumas coisas interessantes aqui e ali...
quarta-feira, 25 de julho de 2012
Incantation (SNES)
Pensando por esse lado, Incantation serve muito bem com a proposta de um pequeno mago em busca de itens para formentar novas magias e encantamentos. Como missão em cada fase, é preciso encontrar três penas mágicas, ou então não conseguirá avançar, pois um enorme orc impede sua passagem no final de cada etapa. Pois é, o game lhe obriga a explorar o cenário, o que, de fato, não é tão ruim assim não...
sexta-feira, 25 de maio de 2012
Mystic Ark (SNES)
Semanas atrás, eu resolvi vasculhar um pouco mais o infindável poço de jogos obscuros de diversas plataformas. Os resultados dessa verdadeira "escavação" são alguns jogos diferentes que estão pintando nas análises por aqui.
Tá certo que o principal objetivo do blog é ir atrás e mostrar pra vocês os jogos mais diferentes e obscuros, as denominadas "relíquias retrôs" (existia até uma seção pra isso antigamente por aqui), coisa que no Super NES, convenhamos, é abundante.
E hoje, pra não perder o pique, lhes apresento mais um deles, um RPG obscuro para Super NES que, infelizmente, é mais um daqueles que nunca viram esse lado do planeta, à não ser pelas mãos milagrosas de pessoas empenhadas nas traduções dos jogos.
À elas, toda a minha reverência. Obrigado, Dynamic Designs!
Tá certo que o principal objetivo do blog é ir atrás e mostrar pra vocês os jogos mais diferentes e obscuros, as denominadas "relíquias retrôs" (existia até uma seção pra isso antigamente por aqui), coisa que no Super NES, convenhamos, é abundante.
E hoje, pra não perder o pique, lhes apresento mais um deles, um RPG obscuro para Super NES que, infelizmente, é mais um daqueles que nunca viram esse lado do planeta, à não ser pelas mãos milagrosas de pessoas empenhadas nas traduções dos jogos.
À elas, toda a minha reverência. Obrigado, Dynamic Designs!
quarta-feira, 16 de maio de 2012
Holy Umbrella: Dondera's Wild (SNES)
Se existe um fato quanto aos jogos do SNES, é que ele possui muito mais relíquias escondidas do que os jogos mais consagrados. Holy Umbrella é uma dessas relíquias que, por diversos motivos có$mico$, não conheceram oficialmente este lado do planeta. Mas, para a salvação dos amantes de (principalmente) RPGs, várias pessoas dedicadas gastam boa parte do tempo traduzindo esses jogos somente para que nós possamos conhecê-los.
Holy Umbrella conta a história de um garoto normal (que você nomeia no início do game) que, num belo dia chuvoso, acabou encontrando um guarda-chuva mágico. Sem saber do que se tratava e levando o maior banho, ele pega o guarda-chuva do chão e, no mesmo instante, é teleportado para outro universo. Nesse mundo, ele acaba conhecendo diversos personagens e precisa fazer uso de seu guarda-chuva mágico para se livrar dos inimigos e salvar a todos das mãos da Dondera Army, o exército inimigo.
sexta-feira, 20 de abril de 2012
Super Castlevania IV (SNES)
Há algumas semanas, falei aqui sobre um game que considero o melhor de sua franquia, o Castlevania Symphony of the Night. Hoje resolvi comentar sobre outro game da mesma franquia, o excelente Super Castlevania IV. Ambos são completamente diferentes entre si, não compartilham sequer a mesma história e muito menos o mesmo protagonista, mas são comuns em uma coisa, na minha opinião: são os melhores em seus sistemas.
domingo, 15 de abril de 2012
Pieces (SNES)
Eu sempre gostei de puzzles, desde os "normais", digamos assim, com peças de papelão para montar até os softwares, como jogos cheios de enigmas ou quebra-cabeças. Na época dos 16 bits eu gostei de um joguinho que vi uma vez numa revista, acredito que Ação Games, mas que infelizmente era exclusivo do SNES. Seu nome era simples: Pieces.
O game, resumidamente, é um quebra-cabeças digital, onde as peças precisam ser encaixadas num tempo limite, com progressão de dificuldade conforme o avanço do jogador. Mas, para dar uma temperada na coisa, a Atlus colocou algumas coisinhas para sacanear ou ajudar o jogador...
quinta-feira, 12 de abril de 2012
Little Master Nijiiro no Maseki (SNES)
Eu podia batizar essa semana de Abril de Semana Louca dos RPGs Obscuros do SNES, tamanha a quantidade de jogos que pintaram por aqui por esses dias. Brain Lord e Brandish se provaram ser ótimos action-rpgs quase que desconhecidos do sistema, mas hoje eu lhes trago um belo joguinho de estratégia, similar ao já consolidado Shining Force, mas com suas próprias particularidades.
Lhes apresento, Little Master Nijiiro no Maseki, terceiro jogo de uma série que nasceu no Game Boy e mais um game que, infelizmente, ficou restrito ao Japão. Mas graças à algum grupo de nerds entendidos do assunto acabou por ser traduzido e, assim, acabou podendo ser apreciado também deste lado do mundo. Tá certo que a tradução ainda tem alguns errinhos, mas nada que seja tão alarmante assim, como vou tentar mostrar nas próximas linhas.
Little Master Nijiiro no Maseki conta a história de... bom, apesar da tradução deixar as coisas mais fáceis de entender do ponto de vista técnico, o enredo do jogo ainda ficou um pouco obscuro e, mesmo pesquisando na internet, fica difícil saber quais as motivações dos personagens principais e qual o mote central da história.
terça-feira, 10 de abril de 2012
Brandish (SNES)
Uma coisa precisa ser dita: os sistemas antigos escondem verdadeiras jóias secretas. Digo isso tanto pelo game da semana passada, Brain Lord, o qual muita gente sequer conhecia (eu incluso) e também pelo game dessa semana, Brandish.
Diferentes entre si, mas compartilhando da mesma temática e também do fato de serem praticamente esquecidos por esses lados, Brandish ainda transpira um ar tão antiquado que poucas pessoas devem conhecê-lo, tão pouco gostar dele. Mas, talvez devido à esse mesmo motivo, esse game acabou chamando minha atenção como poucos..
sexta-feira, 6 de abril de 2012
Brain Lord (SNES)
Muitas vezes eu fico sem idéias sobre o que postar no blog. Meus parceiros blogueiros com certeza concordam comigo, às vezes queremos postar algo e não surge nenhuma idéia bacana na cabeça, ou nenhum jogo vem à mente. Nessas horas eu normalmente evito abrir emuladores ou ligar consoles, simplesmente desisto da idéia e espero alguma coisa surgir na cabeça antes de me atrever a jogar. Só que, dessa vez foi diferente...
sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012
Sky Blazer (SNES)
Jogos de plataforma, ao contrário dos tempos atuais, eram fartos nos 16 bits. A série Mario e Sonic, maiores expoentes da época, geralmente lideravam as escolhas nas locadoras nos finais de semana, o que fazia muita gente alugar o que não queria apenas pra não passar em branco o sábado e domingo. Como eu vivo falando aqui, muitos jogos acabavam sendo descobertos nessas "locações forçadas", jogos que muitas vezes rivalizavam com os medalhões da época, ou que simplesmente valiam o preço pago pela locação.
Sky Blazer, muito provavelmente, se encaixava na segunda opção. O game não é um primor como um Super Mario World, nem tem uma evolução gráfica nítida como um Sonic 3, mas é divertido pacas. A história, apesar de simples, era um belo pano de fundo para a aventura de Sky, com a missão básica de salvar uma princesa em perigo. Para tal façanha, ele recebe conselhos e a ajuda de um velho mago. Como eu disse, a história é bem simples, mas não é só de história que se faz um bom jogo...
quinta-feira, 19 de janeiro de 2012
Super Metroid (SNES)
Na época em que eu me matava de jogar os famosos jogos do Mega Drive, saía para seu rival um dos maiores expoentes no que diz respeito à jogos de plataforma e ação. Como eu só tive consoles da Sega, acabei por conhecer a série Metroid através dos emuladores em 1999, quando comprei meu primeiro computador. Então, não cheguei a ter contato com o cartucho original, muito menos jogar no próprio console, mas nem por isso deixei de aproveitar um dos melhores jogos de todos os tempos.
sábado, 12 de novembro de 2011
The Firemen (SNES)
Jogos com o tema de bombeiros além de serem raros de existir, compartilham também a fama de serem ruins demais. De cabeça, me lembro do jogo do Atari onde era preciso subir pela escada do caminhão enquanto jogava água em um prédio em chamas. Em outro game, você controlava o próprio bombeiro em diversas salas enquanto extinguia as chamas. De todos os jogos de envolvendo bombeiros que joguei, esse para SNES talvez seja o melhor deles.
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