sábado, 27 de julho de 2013

Especial Shugames 4 Anos: Os 50 Jogos Inesquecíveis do Atari 2600



É, quem diria que um dia eu chegaria ao quarto ano com um blog dedicado, principalmente, aos jogos antigos... Quem diria, naquele entra e sai de Wordpress e Blogger, daquela idéia inicial de fazer do Shugames uma extensão do meu antigo fotolog de jogos, nasceria algo que durasse tanto...

O Shugames acabou virando um dos meus hobbies mais favoritos, um passatempo formidável para esquecer os problemas e voltar no tempo, naquele tempo onde não haviam tantos problemas como hoje. É por isso que continuo tocando o blog, às vezes sem atualizações periódicas, mas sempre tentando deixar alguma novidade, algum jogo que poucos conheçam ou simplesmente jogando até um fim algum jogo que eu não pude conhecer na época.

Enfim, como é tradição aqui (tradição essa que dura 2 anos :P), à cada aniversário eu faço um especial com alguma coleção de jogos, geralmente pegando um sistema apenas. Já foram os 20 jogos memoráveis do Master System, os 30 do Mega Drive, os 50 fliperamas esquecidos e, nesse quarto ano, eu vou deixar com vocês os 50 jogos mais bacanas do Atari, segundo meu gosto pessoal (e aposto que de muitos de vocês também).

Deu trabalho montar a lista, pesquisar, construir o post e editar todas as imagens, mas eu queria algo que ficasse gravado aqui, então, todo o trabalho valeu à pena. Eu espero que todos gostem, comentem, apreciem e dividam com quem viveu aquela época do Atari, uma época sem tanto apelo visual, onde a imaginação ocupava uma boa parte daquelas pecinhas de plástico cheias de componentes eletrônicos que geravam infinitos quadrados na tela...


Antes de começar o especial, aquela ressalva básica: esses 50 jogos resumem meu gosto pessoal, então, provavelmente algum jogo não vá bater com seu gosto particular. É pra isso que serve o Shugames: debater saudavelmente e lembrar dos velhos tempos. Então, bora lá!


Chopper Command - 1982

Em Chopper Command controlamos um apache na missão de proteger um comboio de caminhões aliados dos perversos inimigos. Jatos, aviões e outros helicópteros surgem no caminho, tentando à todo custo te derrubar e acabar com os caminhões no solo. O game tem algumas particularidades, como um radar na parte de baixo, que mostra a localização dos inimigos na tela, facilitando sua vida (em termos).



Chopper Command não é um jogo muito difícil, mas até pegar as manhas de pilotar rapidamente o helicóptero vão-se algumas vidas. O inimigo mais perigoso é o jato, que vem na horizontal atirando sem parar.



Crackpots - 1983

Jogos de Atari chamam a atenção por serem simples em seus objetivos, às vezes até simples demais. No caso de Crackpots, entretanto, a simplicidade e a criatividade em criar um jogo onde se joga vasos em aranhas que sobem um muro deram as mãos. Acredito que a maioria dos títulos vinham de idéias do dia a dia, não deve existir outra explicação para Crackpots.



Bom, se o objetivo é simples, sua execução, em níveis mais adiantados, é de arrancar os cabelos! As aranhas saem todas do mesmo buraco, à esquerda, e sobem de acordo com sua cor. As negras sobem em linha reta, podendo o jogador até a engatar duas ou três em uma só "vasada". Já as vermelhas e azuis sobem de forma sinuosa, capaz de deixar o mais calmo jogador em pânico ao vê-las invadir seu precioso jardim (ou casa, sei lá).



Dancing Plate - 1982

Eu tinha 1 ano quando esse jogo saiu, mas consegui jogá-lo por breves momentos na casa de um amigo, quando eu tinha lá pelos meus 7 ou 8 anos. Apesar de nem sequer imaginar o nome, Dancing Plate era conhecido por nós como "o joguinho de equilibrar pratos". Controlando uma menina (que provavelmente está num circo), o objetivo é equilibrar os pratos em pedestais. No começo é simples, com poucos pratos (3), mas rapidamente a coisa aumenta de uma forma enlouquecedora, somando 10 pedestais com os pratos malucos sobre ele.



Aliás, maluco mesmo fica o jogador tentando (muitas vezes em vão), equilibrar tudo, correndo de um lado pro outro. Jogo não recomendado para cardíacos.



Fantastic Voyage - 1982

Vizinhos, o que seriam de nós, conhecedores da década de 80, sem eles... Foi através de uma amiga, vizinha, que conheci este belo jogo para Atari. Em Fantastic Voyage, controlamos uma nave numa espécie de labirinto espacial (predominantemente rosa), a qual deve desviar de asteróides que quicam nas paredes enquanto tenta se manter viva. Uma das curiosidades é que precisamos destruir uns símbolos parecidos com chaves para que a vida da nave permaneça em constante equilíbrio (medidor abaixo).



Acredito que isso seja uma tentativa de mostrar o combustível da mesma, enfim, o complicado é que escutamos, além das rajadas e explosões de inimigos, um constante "tic, tic, tic" que vai aumentando para informar que a nave está ficando sem "gasolina". As fases são cada vez mais estreitas, chegando em pontos tão críticos que é preciso uma cirurgia para atravessar o local. Mesmo assim, Fantastic Voyage é um jogo muito bacana e recomendado!



Flash Gordon - 1983

Flash Gordon tem uma mecânica bastante interessante. Temos duas visões no jogo, o game em si na parte de cima e um radar indispensável na parte de baixo. Pelo radar, o objetivo é procurar os pontos amarelos no espaço e destruir os cinturões de asteróides do local. 


Nada muito difícil, nem fácil, visto que o ponto amarelo grande significa uma chuva de meteoros em sua nave. Um jogo bem divertido e interessante.



Frogs and Flies - 1982

Frogs and Flies pode ser considerado um "stage 2" de Frogger: após atravessar e o lago, chegamos num brejo e a disputa agora é por moscas e mosquitos. Esse jogo eu conheci no famoso Top Game, um consolinho que tinha mais de 100 jogos de Atari em sua memória, possuído pelo meu melhor amigo na época. Joguei Frogs and Flies ao extremo, mas nunca vi sequer o cartucho dele para comprar (ou alugar).


A disputa é simples e se torna acirrada com alguns truques. Um deles é mudar a chave de difficulty para poder "andar" com o sapo, programando melhor os saltos. Cada mosca engolida vale pontos e cair na água está fora de cogitação.



Halloween - 1983

Eu lembro muito bem de quando comprei esse cartucho: era um dia chuvoso, e eu fui numa tradicional loja daqui da cidade, na época (a loja existe até hoje) e dei de cara com esse cartuchinho. Peguei na hora, pois jogos de terror eram raríssimos aos meus olhos. Quando começo a jogar, percebo que o game imita muito bem o cerne do filme: fugir do maluco com a faca. Mas, por outro lado, nunca consegui saber realmente o objetivo do jogo. Será que é só ficar fugindo e ver o quanto eu consigo ficar vivo?


Quando você é pego, sua cabeça se transforma num chafariz de sangue, enquanto a mulher corre por todo canto, desesperada (e sem cabeça). Há ainda a possibilidade de se salvar algumas crianças e incrementar os pontos, além de encontrar uma cruz (ou espada, sei lá) e afugentar Michael Meyers por alguns instantes. É um jogo interessante, principalmente ao se observar a época em que foi feito e a fidelidade para com o filme homônimo, apesar de não haver citação de nome algum dos personagens no game.



Ice Hockey - 1981

Jogos de esporte faziam relativo sucesso no Atari. Passando pelo insano destruidor de controles Decathlon (o qual eu não tive a oportunidade de jogar, por isso não participa do especial - por um lado isso é bom, preservei meus controles) até o interessante Golf, temos esse jogo de hockey viciante! Os times são em duplas e o objetivo é marcar gol, custe o que custar! E quando eu digo isso, quero dizer pra descer o taco em tudo, inclusive no parceiro e nos adversários!


Eu nunca tive esse cartucho, mas ele fazia parte dos 100 jogos do Top Game do meu amigo, então, joguei até a exaustão!



Jaw Breaker - 1983

Na minha coleção, esse jogo fazia parte daqueles famosos cartuchos 4 em 1, o qual consistia em duas chavinhas para trocar os jogos. Jaw Breaker tem um objetivo parecido com Pac-Man, mas com outra perspectiva: controlamos uma mandíbula maluca, comendo pecinhas na horizontal enquanto tenta escapar de toda sorte de inimigos mortais. Comendo todas, avança-se para o próximo nível.


Jaw Breaker se torna rapidamente frenético, devido à abordagem horizontal, os inimigos ficam implacáveis em pouco tempo. Uma continuação foi lançada inclusive para computadores Apple II na época, mas nunca chegou perto do sucesso do antecessor.



Karate - 1982

Este é considerado um dos piores jogos do Atari, mas, por algum motivo desconhecido, eu adorava essa porcaria. O jogo consiste em dois lutadores se degladiando com socos e pontapés, tudo muito cru e grotesco, até mesmo pros padrões do Atari. O que se salva realmente é o tamanho dos caras, gigantes.


Uma curiosidade é quando ambos estão parados, as pernas dançam pra todo lado, tornando algo que deveria ser sério num mar de risadas durante os pegas. Cada soco ou chute acertado rendem pontos e o jogo avança pelas diversas faixas coloridas dos lutadores, aumentando gradativamente a dificuldade.



Maze Craze - 1980

Jogos de labirinto me fascinavam na época. E este então, completamente baseado nisso, me cativou à ponto de jogá-lo por horas e horas sem parar. O sistema de difficulty do Atari adicionava labirintos em formatos diferentes, com caminhos camuflados e até inimigos caminhando pelo lugar, tudo pra atrapalhar (e desafiar) o jogador.


Recomendo muito jogar com um amigo pra ver quem chega na saída antes, ajustem a dificuldade para ter o mapa camuflado e boa diversão!



Oink! - 1982

Oink veio até mim num daqueles cartuchos com 4 jogos e chave seletora. O game se baseia na história dos três porquinhos, onde é preciso evitar que o lobo destrua a casa (no caso, o ALICERCE) com suas baforadas. Para tal, é preciso jogar tijolos onde o malandro cuspir para repor as pedrinhas. Desnecessário dizer o quão frenético isso se torna após alguns minutos, com o lobo em estado BESERK assoprando mais do que um compressor, obrigando o jogador a ter reflexos na velocidade da luz para se manter vivo.


Claro, tudo em vão, pois ir buscar tijolos no alto da tela, descer e jogar nos buracos acaba cansando rápido. Talvez a idéia inovadora seja a melhor característica desse game.



Plaque Attack - 1983

Imagine a seguinte situação: você se transforma num tubo de pasta de dente e tem a missão de destruir os alimentos, afim de proteger os dentes e garantir o sorriso das pessoas. Quer uma trama mais original do que essa? Pois isso é o resumo de Plaque Attack, um jogo, no mínimo, curioso.


Funcionando como um shooter no melhor estilo Megamania, nosso querido tubo de pasta pode atirar em inimigos do alto, atravessar a tela e atirar também nos que descem, tudo pra impedir que a dentição vá pelos ares com as cáries e tártaros. Cada leva de inimigos tem uma movimentação diferente, obrigando o jogador a ser rápido e decorar seus movimentos para se dar bem em níveis avançados.



Smurfs - 1982 

Smurfs é um daqueles jogos onde o objetivo se repete em toda fase, mudando apenas o cenário. Como o negócio é salvar a Smurfete, lá vai o pequenino ser azul saltar cercas, buracos e evitar inimigos até chegar na dita cuja, no final da fase. Qualquer mísero degrau precisa ser saltado, ou então adeus vida. 


Uma particularidade que poucos manjam já de início que o boneco pode (e deve) pular mais alto para passar pela cerca. Esse salto é feito com a alavanca para cima, coisa que não é insinuada de forma alguma (ainda mais num jogo dessa época). Se tentar saltar normalmente, nunca vai conseguir passar...



Snoopy and the Red Baron - 1983

Snoopy, apesar da fama mundial, teve pouquíssimos jogos. E, ironicamente, a versão do Atari é a melhor que já fizeram (ignorem aquela coisa grotesca - mesmo com visual único - feita pro SNES). Jogando com Snoopy em cima de sua casinha, o objetivo é destruir o Barão Vermelho, um avião que persegue o simpático cãozinho. O game tem suas virtudes, como a ação non-stop e a coleta de itens jogados pelo Barão (menos as caveiras, claro).


Uma curiosidade é que, ao derrubar 50 inimigos, surgirá o Barão Dourado, que vale mais pontos ainda. Snoopy do Atari foi um jogo que joguei ao extremo na época.



Space Cavern - 1981

Space Cavern eu experimentei no Top Game do meu amigo. Ele une mecânicas de Demon Attack com ataques laterais para destruir os inimigos que surgem todas as direções. No modo de dois jogadores a coisa se torna colossalmente divertida, com tiros pra todo canto pra se manter vivo no jogo.


Apesar da simplicidade, Space Cavern possui uma boa gama de variações nas chaves de difficulty, além de uma história sobre visitas espaciais bastante completa para um jogo de Atari.



Boxing - 1980

Esse talvez seja um dos 5 jogos mais lembrados para Atari (os outros devem ser Keystone Kapers, Frogger, Frostbite, Enduro e Pac-Man). Boxing simula, dadas as proporções, uma luta entre o boneco negro e outro branco, em busca do cinturão. 


A coisa rola em socos alternados entre esquerda e direita, e as disputas se tornam acirradíssimas caso ambos os jogadores saibam exatamente como funciona o game. Boxing se torna viciante em pouco tempo, mesmo com mais de 30 anos nas costas...



Freeway - 1981

"Mãe, compra o jogo da galinha que atravessa a rua?" Com essa enigmática frase começava a brotar mais um clássico da era Atari, o famigerado jogo da galinha que precisa atravessar uma avenida movimentada. Apesar da premissa simples, atravessar o lugar com o galináceo não é tão simples assim. Diferente de Frogger, onde podemos nos deslocar para os lados, em Freeway ,caso esteja setada a dificuldade padrão, só é possível subir e descer. 


Em determinadas fases, isso significa vários minutos para conseguir subir a rua. Num multiplayer, espere gargalhadas ao ser atropelado na última via da avenida e descer rolando até embaixo denovo...



Video Pimball - 1981

Pimballs sempre me divertiram. Confesso que prefiro os digitais, como esse Video Pimball do que os reais, que sugam dinheiro. Joguei muito o pimball do Windows e jogos para Mega Drive e SNES, além desse do Atari. 


Video Pimball era um cartucho meio raro de se achar na época, visto que só fui conhecê-lo na coletânea do Top Game.



Turmoil - 1982

Como eu havia dito, Turmoil, juntamente com Laser Gates, me foram dados por um querido primo que já faleceu. Diferente de Laser Gates, Turmoil tem ação numa única tela, onde é preciso subir e descer pela coluna vertical no centro, destruindo os inimigos que se aproximarem. 


Sua mecânica é simples, mas a dificuldade é alta já no começo, onde inimigos rápidos pintam à todo momento. Mesmo assim, Turmoil era um jogo que eu gostava bastante.


Venture - 1982

Venture tinha duas partes: a primeira, com você andando por um labirinto com um pontinho evitando inimigos e a segunda, onde, ao entrar em um dos espaços, era preciso destruir os inimigos e coletar o item, já numa tela com personagens maiores. As duas mecânicas eram divertidas, mas o jogo enjoava muito rápido. Às vezes, a segunda parte mudava pra uma tela com paredes móveis que dificultava bastante seu avanço. 


Talvez a melhor característica desse jogo, que conheci no Top Game, seja essa: várias telas com objetivos diferentes dentro de um mesmo jogo.



Spider Fighter - 1982

Nave que destrói alieníg.... NÃO, aqui são insetos! Ou pelo menos deveriam ser, já que o título mostra claramente isso. Sua pequena nave precisa destruir grupos de inimigos indicados no alto da tela antes de avançar pro próximo nível, que vai ficando mais difícil, naturalmente.


Inimigos cada vez mais chatos aparecem, mas o jogo não chega a ser impossível. Com bons reflexos, dá pra avançar bastante nele, tornando-o divertido com o tempo.



Sneak'n Peek - 1982

Um jogo de.... esconde-esconde! E eu AINDA TENHO esse cartucho! Claro, hoje em dia ele soa como ridículo, mas, naquela época, me diverti muito com ele. Obviamente, ao jogar com alguém, é preciso que a pessoa não olhe pra tela até você se esconder, ou então a brincadeira perde sentido. Mas era muito divertido jogar com alguém na época.


Os esconderijos são simples: debaixo do sofá ou atrás dele, atrás da cortina, embaixo da cama, embaixo do TAPETE, embaixo da CASA, entre a escadaria, atrás do muro do lado de fora da casa, etc. São realmente variados e, diferentes, mas o jogo funcionava muito bem e imitava quase exatamente a brincadeira. Taí um game que poderiam refazer atualmente, talvez fizesse algum sucesso... ou não.



Q-Bert - 1987

Qual não foi a alegria de muitos ao ver o simpático Q-Bert no recente filme da Disney, Detona Ralf? O alienígena com um nariz bem diferente fez sua estréia anos atrás, num game onde saltar e colorir os espaços era o mote da coisa. Q-Bert era um jogo muito bacana e divertido, mesmo nas fases adiantadas onde era preciso saltar duas ou três vezes no mesmo piso para deixá-lo na cor correta.


A dificuldade vem por conta de inimigos que perambulam pelo lugar e pelo próprio objetivo do jogo. Deixar tudo com uma só cor em fases adiantadas requer uma boa dose de paciência, muito mais do que raciocínio.



Megamania - 1982

Certa vez, já trabalhando, levei um disquete (sim, lá pelos idos de 1999 ainda usávamos disquete) com uma penca de jogos de Atari para colocar no computador da empresa. Resultado: meia dúzia de viciados largando o trabalho de lado para jogar não todos, mas apenas um, Megamania! A coisa ficou tão fora de controle que fui obrigado a deletar o jogo do sistema, visto que meus próprios chefes não conseguiam largar o game em busca de records.


Megamania é assim: viciante ao extremo, com um sistema de tiro que lembra Space Invaders, mas com uma mecânica de movimento dos inimigos bem diferente e desafiadora.



Laser Gates - 1983

Eis um jogo que me viciou DEMAIS na época. Ganhei esse cartucho de um falecido primo, juntamente com Turmoil, que falei mais acima. Laser Gates te coloca à bordo de uma nave, numa caverna cheia de obstáculos variados que vão crescendo conforme o avanço do jogador. As coisas aqui são bastante criativas, os obstáculos vão desde paredões que precisam ser ESCAVADOS na base do tiro até barreiras laser que piscam ou sobem, obrigando o jogador a se virar para escapar enquanto a tela corre sozinha.


Mísseis e outros inimigos surgem randomicamente também, não deixando o jogador parado por um segundo sequer. Pequenas barrinhas de energia surgem de tempos em tempos, para encher o tanque na nave, as quais não podem ser desperdiçadas por nada! A nave possui uma barra de shield que vai diminuindo conforme o impacto em inimigos, ao esgotar, game over! Laser Gates continua um jogo bastante desafiador e divertido até hoje, recomendo muito uma jogadinha nele!



Frogger - 1982

Considerando os anos, Frogger veio depois de Freeway, então, ele pode muito bem ter copiado a idéia básica e ter adicionado um lago e colocado um sapo no lugar da galinha. O objetivo é o mesmo, mas dessa vez temos "casinhas" para entrar com o sapo. Ao invés de somente seguir reto, podemos manobrar o anfíbio para os lados e procurar um melhor caminho para subir. Na região dos lagos, é preciso tomar cuidado com as pedras que constantemente afundam e ressurgem na água, além de tentar comer a mosca, garantindo mais pontos.


Frogger ainda é bem bacana de ser jogado, apesar das inúmeras novas versões que saíram para 8 e 16 bits (até para PS1 deve ter jogo do simpático sapinho).



Demon Attack - 1982

Apesar de parecer um clone de Space Invaders, Demon Attack tem suas particularidades. Pra começar, os inimigos, ao serem atingidos, se partem em dois, dificultando mais ainda sua vida. Somando à isso, cenários com mais de 2 ou 3 inimigos vão aparecendo, deixando o jogador vidrado na tela pra não perder uma vida.


Os inimigos menores, depois de um tempo na tela sem serem atingidos, partem pra cima do jogador descendo em zigue-zague, o que obriga o jogador a ter reflexos rápidos para não tocá-los...



Dragonfire - 1982

Dragonfire (também conhecido como Dragon Treasure), distanciando-se do padrão da época, possui dois tipos de cenários com jogabilidades diferentes, porém com o mesmo objetivo: fugir das labaredas de um dragão enfurecido. De começo, apenas um corredor horizontal e a missão de saltar e desviar das labaredas que vão surgindo. Após entrar no castelo, é preciso coletar todos os tesouros e fugir sem ser pego pelo dragão na parte debaixo da tela.


Dragonfire fez bastante sucesso na época, principalmente por ter uma jogabilidade rápida e frenética, que não perdoa erros mas que diverte bastante.



Kung Fu Master - 1987

Esse jogo saiu praticamente na morte do Atari e eu só vim a conhecê-lo através de um amigo que nem mora mais na rua em que eu morava. Por anos eu só tive a imagem da figura acima na cabeça, sem nem lembrar do que se tratava, muito menos do nome do dito cujo. Eu só sabia que o lutador seguia uma linha reta, para esquerda (algo raro), chutando e socando infinitos inimigos iguais.


O game é baseado na versão arcade de 1984, o qual foi inspirado por filmes de Jackie Chan e Bruce Lee da época. Foi portado pros mais diversos consoles, mas considero a versão do Atari uma das melhores por justamente ser a mais simples, juntamente com o arcade.



Mario Bros. - 1983

Sim, eu era um dos sortudos a ter esse antigo e viciane Mario para Atari. Eu me lembro bem, quando comprei a "fita", achando que seria parecido com o Mario do Nintendinho (um amigo meu tinha um Phantom System). Ledo engano, ao começar, noto um jogo arcade simples, que consistia em Mario, no meio do esgoto, tendo que se virar com tartarugas e bolas de fogo que atravessavam a tela.


Não é um jogo chato, pelo contrário, me diverti muito com ele na época. As fases de gelo onde Mario escorrega pelos lados dão nos nervos, aliadas aos controles pouco precisos da versão do Atari. No final das contas, serviu mais de consolo pra quem não tinha grana pra comprar um Phantom System na época...



Popeye - 1983

Popeye era bastante famoso na época, então, por que não fazer um game pra ele? Pensando nisso, a conversão para Atari não ficou devendo muita coisa pros arcades, visto que o visual acabou perdendo pouca coisa. O objetivo é desviar de Brutus e coletar os corações que Olívia Palito lança do alto da tela. Eventualmente, comer uma lata de espinafre e espancar a cara do inimigo dá mais pontos.


O jogo se torna bem difícil em pouco tempo, exigindo a movimentação rápida do jogador para evitar as investidas de Brutus e conseguir coletar todos os corações que a magrela lança lá do alto. Esse também era um cartucho que eu emprestava de uma amiga na época.



Seaquest - 1983

O famoso jogo do submarino cinza que precisa salvar mergulhadores enquanto destrói tubarões, inimigos e coleta ar de tempos em tempos. Ufa! São tantas coisas pra se preocupar em Seaquest que cansa só de imaginar, mas o jogo é muito bom. Fases adiantadas mostram tubarões de outras cores que nadam muito mais rápido, além de outros submarinos que atiram sem parar também.


A barra de oxigênio foi tão bem pensada que, se você estiver cheio e subir pra pegar mais, seu submarino explodirá. Realismo em jogos do Atari, algo raro...



Spider Man - 1982

Ironicamente, o jogo do Homem-Aranha foi feito por uma empresa chamada Parker Bros... Gracinhas de lado, o game é muito bom e segue fielmente a principal característica do aranhola: subir em prédios com sua teia. O objetivo é subir enquanto salva os moradores e, lá em cima, evitar o Duende Verde e desativer a super bomba no topo. Outras pequenas bombas aparecem perto do final do prédio, atrapalhando bastante.


Em fases adiantadas, o Duende se move de forma mais randômica, as teias ficam escassas e mais bombas aparece espalhadas pelo prédio, dificultando bastante.



Superman - 1979

O segundo jogo de super herói que joguei no Atari. Superman é viciante, apesar de bastante simplista na execução. Começamos com Clark Kent, que vê a bandidagem escapar da cadeia, raptar Louis e tocar o inferno na cidade. Depois, basta se dirigir à cabine telefônica ali perto para se transformar e sair resolvendo as paradas. São vários objetivos, sendo que o principal é levar todos os bandidos para a cadeia da cidade. Superman pode voar livremente pelos diversos cenários, tanto na vertical quanto na horizontal, que, julgo eu, foi uma sábia decisão da produtora.


Mesmo que algumas vezes dê pra confundir o cenário de tanto que ele se repete, dá pra terminar o game numa boa. Caso seja atingido por algum inimigo ou criptonita, basta beijar Louis pra voltar a ser o velho Superman denovo. Um joguinho divertido e interessante pro Atari.



Trick Shot - 1982

Trick Shot era o que tínhamos de melhor em jogos de sinuca digital da época. Simulando muito bem uma mesa, as bolinhas e a física (dentro dos limites, claro), Trick Shot era viciante. Não há muito o que ser dito de um jogo de sinuca, se você gosta, vá em frente e experimente. 


Trick Shot, apesar de bem velhinho, ainda pode divertir por alguns minutos antes daquele download chegar.



Star Master - 1982

Star Master era um dos jogos que me fascinava na época. Não tanto pela temática espacial, a qual eu nunca fui muito fã, mas pelas características do jogo. Controlamos uma nave com o objetivo de destruir todos os inimigos da galáxia. Para tal, até botões do console são usados, além do controle, que serve apenas para mover e atirar. Os botões de difficulty mostram o radar onde inimigos, bases e outras coisas são avistadas, ajudando o jogador a planejar as investidas.


A nave invariavelmente fica sem combústivel, sendo obrigatório visitar alguma base de tempos em tempos para repor e continuar jogando. Outra coisa bacana está na ação durante os ataques, bem frenéticos e bacanas, mesmo com o visual do Atari. Eu diria que, ao lado de Adventure, Star Master é um dos milagres do Atari, um jogo com tanta coisa embutida que só me resta dar os parabéns aos criadores.



Bobby Is Going Home - 1983

A premissa é simples: leve Bobby de volta para casa. Mas, observar a capinha do cartucho com um moleque lascado por ter que enfrentar morcegos no trajeto já era motivo pra se encantar com o game na época. Bobby is Going Home é um jogo simples na sua execução, na qual apenas precisamos calcular seus saltos até chegar em sua casa. As diversas situações de perigo incluem, além dos morcegos, patos, galinhas, lagoas, e borboletas doidinhas para lhe tirar uma preciosa vida.


Um dos principais chamarizes do jogo é sua ambientação (um jardim repleto de flores) e sua música constante, mesmo que esta se torne cansativa após algumas telas jogando sem parar. Como a maioria dos jogos de Atari, o fim é alcançado ao travar o score em 99.999 pontos.



Enduro - 1983

Difícil qualquer jogador que frequente o Shugames não conhecer o Enduro. Praticamente um símbolo da época (junto com uma porção deles), Enduro proporciona um desafio interessante, diversos tipos de cenários e uma dificuldade progressiva que não deixa qualquer um alcançar o cobiçado troféu.


Eu não me recordo bem se terminei esse jogo, mas me lembro que consegui 5 troféus nele (5 temporadas completas, considerando todos os trajetos como uma temporada) e depois não sei o que aconteceu (provavelmente perdi o resto das vidas, pois o jogo fica injogável de tão rápido).



Keystone Kapers - 1983

Um dos maiores clássicos daquela época, o famoso jogo do "policial que corre atrás do ladrão" por um (aparentemente) shopping center era uma febre entre a molecada. A dificuldade logo se tornava casca grossa, mas, mesmo assim, muita gente ia bem longe no game, só pelo prazer de cumprir a lei no Atari.


Elevadores e escadas rolantes encurtavam o caminho para pegar o bandido, que, inclusive, poderia mudar de rota caso fosse surpreendido pelo valente policial!



Pitfall - 1982

Dizem as lendas que, ao se encontrar os 22 tesouros (ou mais, não me lembro), Pitfall tem um final. Sinceramente, não sei se é verdade, mas tem boatos por aí de gente que conseguiu tal feito. Pitfall não é um jogo muito difícil, mas que exige concentração para escapar dos perigos da selva. Cobras, troncos de árvore rolando e buracos são obstáculos comuns para o aventureiro, mas o jacaré e o escorpião que habita o subterrâneo são desafios complicados para iniciantes.


Pitfall recebeu inúmeras continuações e versões posteriores, inclusive pro Atari, onde agora ele explora vários níveis do subterrâneo em busca dos tesouros. Não ficou tão charmoso quanto o primeiro game, mas vale uma conferida, principalmente na versão arcade.



Space Invaders - 1980

Conhecido por 10 entre 10 jogadores da época, Space Invaders rapidamente se tornou símbolo de uma geração inteira de gamers. Sua execução simplista, unida à pouca variedade e efeitos sonoros curtos e únicos acabaram por construir um verdadeiro clássico que perdura até hoje. A missão é simples: destruir todos os aliens do alto da tela antes que eles desçam e invadam nosso planetinha.


Três escudos colocados atrás do seu canhão ajudam nas horas difíceis, mas somente enquanto os aliens estão no alto. Uma navezinha invariavelmente aparece no alto da tela e, se acertada, aumenta e muito seu placar. Space Invaders recebeu recentemente uma versão atualizada para PSP.



Tennis - 1981

Pra mim, esse Tennis é o melhor que tínhamos na época e por muitos anos à fio (substituído pelo ótimo Tennis Ace do Master System). O tênis do Atari é, como podem esperar, simples: nada de juiz ou qualquer outra coisa no cenário, apenas os jogadores com suas raquetes, a quadra, a rede e a bolinha, claro. 


Raquetadas com efeito e disputadas acirradas são comuns aqui, visto que o jogo foi muito bem produzido, apesar de simples.



Frostbite - 1983

Clássico absoluto e amado por quase todo mundo que jogou na época, é complicado falar de Frostbite. Suas qualidades são muitas, desde a jogabilidade diferente até seu objetivo de montar um iglu para passar a noite. Some à isso ursos famintos que circundam o lugar e temos um game com uma dificuldade insana nas fases adiantadas. Mesmo assim, o "tum, tum, tuim" do personagem pulando nas placas de gelo nunca mais saiu da cabeça de quem jogou...


Não sei vocês, mas eu acho que se Frostbite fosse relançado hoje, faria muito sucesso nas redes de consoles. Basta um tapa no visual, ranking de pontos e voilá: um clássico revitalizado pro povo se estapear em busca de pontuação máxima. O que você está esperando, Activision?



Berzerk - 1982

Berzerk é um clássico para Atari, um dos jogos mais jogados e também mais difíceis também. Nele controlamos um herói preso num labirinto infernal repleto de robôs loucos para TORRÁ-LO com seus raios que soltam pela cabeça. Jogos para Atari tem a dificuldade progressiva, sem mudar muito o aspecto central da coisa, e Berzerk segue à risca essa lógica: quanto mais avançado, mais rápido ficam os inimigos e mais rápido ainda são seus disparos. 


Vale lembrar também que as paredes do labirinto também são mortíferas e não há nenhuma indicação para onde ir (indícios apontam para mais de 1000 salas interligadas), típico dos jogos daquele tempo...



Pac-Man - 1982

Talvez o jogo mais lembrado do Atari e que sobrevive até hoje! Pac Man virou um símbolo gamer, juntamente com o alienígena do Space Invaders, mas, diferente deste último, vem recebendo jogos até hoje, com lançamentos previstos para Xbox 360, PS3 e WiiU. Pac é o tipo de ser que pode ser comparado à Sonic e Mario: de fisionomia única e simpática, com alguma habilidade característica e um mundo totalmente dele.


A versão do Atari é simples ao extremo e, bem por isso, simpática também. Dá pra jogar por horas sem enjoar, pois até os efeitos sonoros contribuem para o jogo, não o tornando monótono como vários da época.



River Raid - 1982

Dispensando quaisquer comentários à respeito, eis um dos 3 jogos mais famosos para Atari na época (Frogger é o segundo). River Raid é um simples jogo de batalha aérea sobre rios, onde navios, helicópteros e, posteriormente, até caças são os inimigos a serem neutralizados. Um ponto a ser destacado aqui é a necessidade de se abastecer o avião de tempos em tempos, ou então adeus vida. Tanques de combustível bóiam nos rios, podendo encher o tanque do jogador e ainda servir como preciosos pontos no placar do jogo.


Acredito que River Raid seja um dos jogos mais simples de se "travar" o score. Tá certo que em fases adiantadas as coisas ficam nervosas na tela, com caminhos sinuosos entre montanhas e inimigos cada vez mais rápido, mas, comparado com Fantastic Voyage, por exemplo, River Raid é muito mais fácil.



H.E.R.O. - 1984

Lançado quase no fim da vida do Atari, HERO é um dos melhores, se não o melhor jogo já feito pro console. E é também um dos meus maiores pecados não ter conhecido nem jogado esse verdadeiro HERÓI na época, pois só vim a conhecê-lo com os emuladores. Você controla um herói munido de um jetpack, uma arma e dinamites, com a missão de resgatar mineradores presos no subsolo de uma montanha.


Não há muito o que se dizer, cada fase requer uma estratégia diferente, existem inúmeros perigos, desde bichos até a água mortal, além da lava e da própria explosão da dinamite. Acho que se quiserem uma análise profunda, terão que ler a excelente matéria feita para a Old! Gamer! Ou então vão correndo jogar!



Adventure - 1980

Adventure é um ENORME clássico do Atari. Acredito que, no gênero, nenhum outro jogo chegou perto do que ele fez. Com apenas 4KB, seu criador, Warren Robinett, conseguiu criar um mundo com castelos, chaves, ferramentas, masmorras e claro, dragões! Como a imaginação era o forte da época, muitos nem ligavam pro visual quadrado (eu incluso) e se divertiam muito jogando Adventure.


A missão principal é levar o cálice de ouro ao castelo amarelo (ou dourado, como queiram). Para tal, seu guerreiro (um ponto quadrado) precisa fazer uso das mais diversas ferramentas durante o jogo. Por exemplo, sua única arma para destruir os dragões é uma simpática seta, que provavelmente pode ser imaginada como uma espada. Fora isso, itens como uma ponte para atravessar paredes e até mesmo um ímã para atrair peças distantes fazem parte dos itens do jogo.



X-man - 1983

Talvez um dos jogos mais polêmicos do Atari (tem outros), X-Man era desejado por 10 entre 10 moleques da época. Eu mesmo nunca joguei na época, mas sabia de um cara que tinha a fita e já tinha até mostrado a danada, mas nunca colocava no console com medo de ser pego jogando "aquilo". X-Man foi o jogo pornô mais famoso do Atari, um game onde controlamos um cara pelado (dadas as proporções de realismo oferecidas pelo console) num labirinto, tendo que escapar de tesouras e facões pra alcançar a mulher no final. Aí a perspectiva muda pra uma cena de sexo com quadrados pra todo lado.


Quanto mais rápido você mover a alavanca pra frente e pra trás (num primeiro momento), mais rápido o cara (ou a menina) chega no clímax, culminando com o fim do primeiro estágio. Na segunda etapa, a posição muda, assim como na terceira. Depois tudo se repete com labirintos cada vez mais difíceis.

Confesso que não fui longe o bastante para ver a terceira posição (doggystyle), mas uma coisa deve ser dita: os caras foram corajosos de lançar um jogo desses numa época tão... remota, como era aquela. 



E assim eu termino os 50 jogos do Atari. Espero que todos tenham gostado e se faltou aquele jogo que você era vidrado, diga-nos nos comentários! E que venha mais um ano de jogos velhos no Shugames!

Abraços à todos!

39 comentários:

  1. Belo post Cosmão! Penso que não é só comigo, mas ver esses retrogames me "transporta" imediatamente para a época que jogava esses jogos (meu primo tinha uma Atari 2600 e morávamos lado a lado). Boas recordações... destaque para Keystone Kapers, que muito tempo depois soube o nome(na rua onde morava, a gente conhecia ele como Pega Ladrão) e Boxing, a gurizada juntava e ficava a tarde toda jogando ele.

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    1. Boxing era viciante mesmo, tanto é que, no meu trampo anterior, a primeira coisa que me pediram pra por quando mostrei o emulador de Atari no celular foi esse jogo, nem pareciam um monte de adulto com filhos ao ver o jogo rodando auehaeuhaeuhae

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  2. Broder Cosmão, que bom ver o Shugames entrando no quarto ano. Esse ano o Retro Journey fez dois anos, mas eu ando com tanta coisa na cabeça meu velho...nem de escrever um post de comemoração eu tive tempo ou inspiração. Mas mesmo assim não pretendo largar eles as traças...fico feliz de ver o Shugames indo sempre adiante cara admiro seu trabalho!

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    1. Eu também ando bem atarefado, tanto é que o retronado do Shining Wisdom parou e não tem previsão de volta (talvez essa semana), dei um gás no Soul Blazer para terminá-lo logo e voltar o foco pro jogo do Saturn.

      Valeu pelos elogios, nem eu acredito às vezes que o Shugames já tem 4 aninhos hehehe

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  3. Grande Cosmão, parabéns pelos quatros anos do site e que estes virem oito, dezesseis e mais !!!
    As recordações da infância não tem preço... Joguei muito Atari e os jogos que você elencou, bem como o conteúdo do site são excelentes !!!
    Novamente parabéns pelo excelente conteúdo do Shugames!!!
    Grande Abraço.

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    1. Valeu Marcelo!

      Vamos tocando o barco, às vezes mais rápido, às vezes quase parando, mas nunca encostando de vez ehehehe!

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  4. Bem,eu praticamente não joguei o Atari,mas sempre tive curiosidade,e agora com seu artigo,deu muita vontade de jogar.

    Bem,alguns jogos da lista me lembraram games do NES,como o Star Master que pelo que você
    explicou,tinha uma jogabilidade idêntica ao Star Luster,outro que também achei parecido com um de nintendinho é o Seaquest,que me lembra o sqoon.

    Belo artigo,mas o X-Man no final foi sacanagem(literalmente.)

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    1. Valeu as indicações Jonathan, vou atrás desses games de NES pra experimentar, principalmente esse Star Luster, já que eu era viciado em Star Master do Atari!

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  5. Infelizmente não joguei a maioria dos games, mas reconheço que é uma ótima lista. Eu apenas incluiria Space Tunnel. Me diverti muito com ele...

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    1. Imagino que muitos sequer conhecem metade da lista, mas esse era o propósito: mostrar games que poucos conheciam, além de divulgar os games que mais joguei de Atari e, de quebra, fazer uma lista, segundo meu gosto pessoal, dos 50 jogos inesquecíveis do sistema!

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  6. Parabens Cosmão, pelo belo post e pelos 4 anos do Shugames. Não cheguei a pegar a época do atari, quando comecei a jogar video games, o nintendinho já estava dadno adeus ao mundo gamer. Eu tenho um atari hoje, porém o único jogo que joguei destes da sua lista é Berzerk. Clássico, muito bom mesmo !!! Flw Cosmão.

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  7. Muitos desse jogos fizeram minha alegria na infância. É difícil descrever a emoção de rever antigas telas desses games e voltar aos meus tempos de criança com minha prima, primos e amigos em frente a TV.

    Parabéns pela matéria, eu não mudaria nenhum game (exceto X-man, hehe). Mas na minha opinião Keystone Kapers é o melhor jogo da era Atari - e falo isso mais pelo saudosismo do que pela qualidade.


    Um abraço, parabéns pela matéria e Feliz Aniversário ao Shugames \0/

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  8. Parabéns pelos 4 anos! Bom post, de todos esses jogos menos da metade joguei na época, mas conheci quase todos através de emulador. Foi muito bom relembrar das jogatinas no Atari com meus pais e meus irmãos.
    Um jogo que não está na lista e joguei muito na época é Moon Patrol. Recomendo!

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  9. Mano, graças a esse artigo aprendi os nomes de alguns jogos que joguei no Atari, Maze Craze, Fantastic Voyage e Jaw Breaker (o popular Escovão) alegraram meus tempos de Atari (ou clone)

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  10. ótimo post. Estes dias baixei um emulador de atari para psp so pra lembrar de pac man e river raid vou aproveitar pra jogar alguns títulos que ainda não conhecia. Parabéns pelo blog.

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  11. Simplesmente demais, as dicas de vocês tem me ajudado muito!!!

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  12. Cosmão, parabéns pelo blog e por este post!

    Sou um amante do Atari, e se me permite, queria fazer uns comentários sobre 3 jogos:

    No Fantastic Voyage, nós somos uma nave dentro do corpo humano, em um vaso sanguíneo :P sim, isso mesmo......ao final de cada fase temos que destruir um coágulo

    Sobre o Enduro, não sei se tem final......vc escreveu dizendo ter completado 5 temporadas.......eu já cheguei até a 13ª volta (ou temporada) :P........vc só tem uma vida, e não vidas como vc escreveu.......a partir da 7ª volta, aí sim fica bem difícil o jogo

    Sobre o Pitfall, tem final sim, não é lenda não. Vc tem que pegar os 32 tesouros, dentro dos 20 minutos!

    Não sei se vc usa o facebook. Eu e alguns amigos participamos duma comunidade Stella Club 2013, em que disputamos alguns jogos do Atari ;)
    Vou colocar o link aqui https://www.facebook.com/groups/436286949797377/

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    1. Uso sim e já conhecia essa comunidade, só não tenho tempo pra participar das disputas hehe!

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  13. BONS TEMPOS ATÉ O DIA QUE MEU FILHO DERRUBOU MEU ATARI QUE ESTAVA EM CIMA DO GUARDA ROUPAS E QUEBROU A PLACA, MAIS AINDA TENHO UM MEMORY GAME MILMAR COM UM MONTE DE CARTUCHOS VELHOS QUE EU ACHO QUE NEM FUNCIONAM MAIS...

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  14. - ha exatos 21 anos atras eu ganhava meu atari... Na epoca, era um aparelho da cce. Bem compacto, com o joystick modificado mas bem legal. Eu sei que essa foi a melhor época de todos os tempos... eu imaginava que a tecnologia dos games iria chegar no máximo gráficos de Super Nintendo... e hj temos os jogos da plataforma PS4 e XBox one que impressionam qualquer um, mas vira e mexe eu me pego jogando no emulador do meu play 3 os games do atari, nes e Snes. Hj com meus 34 anos, só posso dizer que: Só quem viveu esta fase, pode dizer o que realmente sentiu ao jogar pela primeira vez clássicos como h.e.r.o entre outros citados em sua lista. Parabens pelo post!! Valew abraços. Renato Mota.

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  15. H.E.R.O, também conhecido como "O Jogo Do Escadinha", em alusão ao criminoso Escadinha, que foi resgatado da cadeia por um cara de helicóptero

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  16. Nasceu nos anos 80? Era e ainda apaixonado por um bom console mas não esquece o antigo Atari e seus jogos classicos?

    Então essa camiseta é pra você!

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  17. Parabéns pelo blog e pelo post. eu incluiria três jogos que para mim são ótimos, são eles: Frontline (taito/coleco), Subterranea (imagic) e Beamrider (activision).

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  18. Sabe dizer o nome do game que se passa em platlaforma de elevadores e nos tinhamos que acertar umas especies de robos? acho q o cenario era marrom. Outro game q n me recordo o nome é sobre nosso personagem ser um ladrao, e temos q pular os caes de guarda do predio ae chegar ao poto, roubando joias para no final fugir de helicoptero? agradeco e parabenizo seus esforcos em escrever essa materia! Frosbit é o invicto!

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    1. Dos elevadores eu só consigo me lembrar do Elevator Action. Quanto ao outro, deve ser o Criminal Pursuit, ou também conhecido como A Mysterious Thief. Eu tinha esse cartucho, o jogo é bem bacana realmente!

      Obrigado pela visita.

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    2. Este comentário foi removido pelo autor.

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    3. POWWWW Cosmao, isso mesmo o A Mysterious Thief vc acertou, jogo muito bom, o outro do elevador vc errou, Bom vamos ao desafio, esse do elevador que a ultima vez que joguei deveria ser em 1987(07anos), era um jogo bem dinamico e agil, dava para 2 jogadores, nossos personagens era como se fosse um agente secreto de chapeu, personagem grande, estilo designer do jogo do Farowest. que atirava nesses monstros q me lembra robo (ciclope talvez). esse marcou tbm, pela agilidade e desafio. Grande abracooo

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  19. Adorei o post! Tive um Atari na época, era viciada em Megamania, Pitfall, Tennis, PacMan e sempre me dava mal no Enduro... Me arrependo muito de ter doado meu Atari no final dos anos 90...

    Já tive Dynavision, MegaDrive II e hoje tenho PS3 e XBOX360, mas lendo o seu post deu uma mega saudade do Atari.

    O jeito vai ser apelar para os emuladores... Mas o gostinho dos cartuchos e o joystick durango era clássico!

    Parabéns pela coletânea! E vc está certo! A trilha de Bobby is going Home fica na cabeça...
    Me pego cantarolando até hoje... Hahaha

    Beijo!

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    1. Olá Nina. Eu tenho meu Atari 2600 até hoje, outro dia liguei ele na minha TV (também antiga), mas ele não dá imagem, qualquer dia eu pego com paciência e procuro onde está o defeito.

      Mas dá saudade mesmo, eu me divertia com tão pouco, hoje vc pega um console atual destravado com um mar de jogos pra jogar e fica mais tempo escolhendo do que jogando, na época vc encarava o que tivesse na frente, jogava horas, aprendia padrões na marra, decifrava o jogo inteiro de tanto jogar.

      Saudades eternas dos tempos onde tudo era mais simples e divertido.

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  20. Olá. Gostaria muito de saber o nome de um joguinho ao qual eu jogava, acredito que do Atari, senão Super Nintendo, o objetivo era construir uns castelinhos de areia (ou ouro, sei lá, rs). Tinha uma escadinha na lateral pra subir e descer. Alguém sabe?!?

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  21. Grande matéria, parabéns! Você citou quase todos meus preferidos, faltou apenas cosmic ark e yar's revenge...abraço!

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  22. SO LEMBRANDO FANTASTY VOYAGER E TIPO UMA SERINGA DENTRO DO CORPO HUMANO ,ÓTIMA GALERIA DE JOGOS

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  23. Cara, que post bacana! Lendo a matéria me vi novamente nos anos 80... Época que jogávamos Atari na casa de amigos, andávamos de Caloi Aero Free, Pogobol e comendo todas as guloseimas da época, DipnLik, Mini Chiclets e as terríveis balas Softs (que hora ou outra, escapava pra goela e esgasgava a molecada).
    Já dessa selação de jogos citada acima, creio que conheço e joguei uns 40 deles... Lembro de alguns que eu tinha e não entraram na seleção, como o Mr. Postman (o carteiro), Montezuma's Revenge (que era bem complexo e com muitas telas diferentes), Asteroids, Fishing Derby (Pesca) e E.T.: The Extra-Terrestrial.
    Que época maravilhosa!!!

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    1. Costumo dizer que nada vai superar os anos 80 e 90, quem foi criança nessa época só tem a agradecer!

      Obrigado pela visita!

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  24. Caraca meu. Lembro de um jogo que tinha o mocinho que precisava passar todas as fases para salvar a mocinha. Era um boneco magro que atirava nos adversário. Me lembra o nome desse jogo por favor. Me lembro que a música do jogo fazia " tutu ruptura Turim" rsrs.

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    1. Acho que o nome do jogo era Krull, não era não??

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