sábado, 13 de março de 2010

Super Mario World Master Quest 7: Redrawn


Em alguns momentos da vida gamer, nos deparamos com coisas que custamos a acreditar que sejam verdade. Estou falando mais precisamente de hacks, modificações de jogos originais com o intuito de proporcionar uma diversão diferente do original. Esse tipo de técnica era comumente usada desde a época do NES e seus inúmeros cartuchos, passando pelo Mega e seu Super Mario até o SNES e seu Sonic 4 exclusivo.

Mas hoje não vou falar destes games, fica pra uma outra hora. Hoje vou falar de um ótimo hack feito pra se rodar exclusivamente no emulador de SNES. E o hack é do famoso Super Mario World.


Super Mario World Master Quest 7: Redrawn, foi feito com a famosa ferramenta Lunar Magic, que permite qualquer pessoa modificar o jogo original transformando-o às vezes num jogo completamente diferente. Não vou me aprofundar na tal ferramenta porque nunca testei, mas já vi algumas telas e já joguei muitos trabalhos feitos com ela, tanto bons quanto péssimos. O hack aqui, a propósito, é excelente!

A história gira em torno dos 7 ovos de Yoshi que foram sequestrados e precisamos invadir os 7 castelos para salvar todos antes que o pior aconteça. Mas se história é algo que você menos procura num jogo do Mario, fique feliz, o resto está praticamente livre de críticas.

Primeira coisa a ser notada: o sprite de Mario foi todo modificado. Agora jogamos com algo mais moderno, no melhor estilo Mario & Luigi do Game Boy Advanced, certamente uma mudança muito agradável no game. Segunda coisa: fases completamente novas. Todas as fases do jogo são novas e contém elementos de vários jogos da série Mario.

Os gráficos foram modificados não somente em Mario, mas em todos os aspectos do jogo. Desde blocos até inimigos, passando pelas plantas carnívoras e chefes, tudo muito bem balanceado para não se tornar mais um Kaizo entre tantos. Se não conhece Super Mario Kaizo, recomendo por o nome no youtube e preparar-se pra carnificina......HAHAHAHA!


Bom, se os gráficos mudaram completamente, as músicas também seguiram o embalo. Mas, ao contrário dos gráficos, as músicas aqui ficaram meio deslocadas do resto. Algumas são até originais, ou retiradas de jogos do Mario que desconheço, outras são do Yoshi's Island, outras do próprio Super Mario World, e assim por diante.

Os efeitos sonoros continuam os mesmos, ainda bem. Se tem uma coisa que odeio em hacks é os caras modificarem tanto, mas tanto que até os agradáveis efeitos sonoros originais são substituídos por porcarias ruidosas capazes de enlouquecer qualquer um.


A dificuldade do game é bastante alta. Notem pelas imagens que em muitas áreas é preciso certa habilidade para saltar, correr ou acertar os inimigos, além de muita sorte também. Os cogumelos não estão em grande quantidade, o que complica mais ainda a vida. Algumas fases precisam ser passadas inteiramente com o Mario pequenucho, fazendo alguns se descabelarem, literalmente.


A longevidade é outra qualidade do jogo. Feito com base no mapa original do SMW, este aqui empresta as etapas mas inclui tudo de forma diferente, com chefes muitas vezes fáceis, outras vezes dificílimos (espere pra encarar o maldito Lakitu), tudo bem mesclado. Até a Star Road existe!

Fechaduras escondidas (bem como suas chaves), salas secretas e até fases secretas estão espalhadas por todo o mapa do game, o que dá um bom trabalho pra explorar tudo e descobrir tudo do jogo.


Se me pedissem indicação de algum hack de Super Mario World, fatalmente eu indicaria este. Boas fases, alguns puzzles sacanas, dificuldade acentuada (bem mais difícil que SMW original), chefes e fases totalmente novos e um novo sprite do Mario fazem deste jogo um bom exemplo de que é possível se fazer bons hacks quando se entende do assunto.


Antes que me perguntem, encontrei esse jogo (e tantos outros) no blog que está aí nos parceiros, o Mario Hacks. Entrem e façam a festa também, tem muita coisa boa por lá.

Nota: 9.0

sexta-feira, 12 de março de 2010

Retronado: Shining Force [6]



Rindo é uma cidade bem carismática. Carismática até no nome. A maioria dos moradores está ansiosa esperando a chegada de um famoso circo na cidade, até uma escola de atores está sendo feita para selecionar os artistas para partipar do circo. Entrei lá de xereto e vi uma encenação sobre Runefaust vs. Guardiana, onde um cara vestido igualzinho ao Cosmão lutava contra outro vestido de Rune Knight. No final, naturalmente, vence Guardiana e o povo aplaude. Comédia demais!


Um dos velhotes no bar me aconselha a seguir para Manarina à noroeste para saber mais sobre os Ancients. Ao norte, conversando com o prefeito da cidade, ele me conta que Kane apareceu por ali e roubou todos os navios e barcos. Acontece que me deu a entender que nós precisamos de um barco pra seguir Kane e só sobrou o barco do próprio prefeito, que se recusa a emprestar sob quaisquer ameaça.


Como ele não quer mudar de opinião de jeito nenhum, passei na igreja pra reviver o pobre do Lowe e resolvi sair da cidade. O caminho para Manarina está cheio de inimigos, eles estão tentando me impedir de encontrar Anri, como o rei de Guardiana pediu, lembram?

O campo de batalha é um enorme descampado, cheios de bancos de areia pelo caminho, o que atrapalha pacas o andamento da minha tropa...

O primeiro combate se dá perto da ponte que separa a região desértica do resto da área. Três dwarfs estão ali de prontidão, mas são rapidamente destruídos. Logo chega a turma dos giant bats, que são dizimados. O grupo entre os canyons, dois snipers e um dark mage, são destruídos basicamente por Cosmão, que em um ataque mandou o dark mage pro inferno!

Ken e Luke cuidaram dos snipers, com o apoio de Khris e Lowe, recuperando o HP deles quando era preciso. Tao evoluiu e ganhou a magia Blaze level 2, podendo atingir 4 inimigos em cruz, desde que estejam perto um do outro.


Os inimigos não ofereceram nenhuma dificuldade até agora. Até chegar na tropa no alto da tela.....

São vários zombies cercando dois dark mages ali. Como Cosmão estava bastante forte, joguei ele ali perto pra atraí-los, mas não foi o suficiente. Aí subi com a galera e parti pra cima. O problema foi que os dark mages aqui possuíam a magia Blaze de level 2, a mesma que Tao acabou de ganhar. Aí foi uma carnificina, principalmente porque os dois dark mages tinham turnos um seguido do outro, dá-lhe duas vezes Blaze lvl 2 nos meus parceiros, que foram caindo um por um. Ainda fiz um estrago destruindo 2 zombies e um dos dark mages, mas acabei não resistindo.....pois é, minha primeira queda no game.

Como haviam me perguntado aí nos comentários, quando se "morre", volta na igreja da última cidade visitada, o que é uma mão na roda, mas é preciso refazer TODA a batalha denovo! O consolo é que a experiência ganha é cumulativa, não perdi nada com essa bobeira que eu dei. E vamos pra luta denovo!


Dessa vez, conhecendo um pouco os inimigos, foi fácil chegar na tropa do norte denovo. O ideal aqui é tentar cercá-los pelos cantos, levando dois grupos, um por cima e outro por baixo. Com cada grupo, coloquei um healer também, pra casos de extrema necessidade. Foquei meus alvos nos dois dark mages, pois a magia deles pode arregaçar com meu grupo em dois ou três turnos.

Os zombies são durões, não morrem fácil. Pra vocês terem uma idéia, Hans só consegue tirar 1 ponto de vida deles. O melhor mesmo é Cosmão e Mae atacando-os sem parar, enquanto os outros se viram como podem. Tao faz um bom estrago com a Blaze level 2 aqui também.

Bom, times divididos, o grupo de inimigos também se dividiu, subindo 3 e descendo os outros 3, cada um com um dark mage e dois zombies. Isso acabou enfranquecendo-os instantâneamente. Juntando o fato de Cosmão ter aniquilado um dark mage de perfect, o grupo inferior não teve muito trabalho pra destruir os dois zombies.

No norte as coisas complicaram. Luke já havia retirado metade da energia do outro dark mage, mas os zombies ali fizeram um belo estrago no coitado, que saiu com poison nas costas ainda. Num último suspiro, Luke prova ser forte o bastante pra destruir o dark mage por completo, pra depois morrer pelo veneno dos zombies. Não se preocupe Luke, vamos te vingar e depois revivemos você na próxima igreja ^^ !


Gort deu o golpe de misericórdia no último zombie e finalmente o caminho para Manarina está livre! Conseguimos, mas eu aprendi que preciso colocar alguns membros em locais mais estratégicos na batalha. Mae foi praticamente inútil da metade da batalha pra frente, onde a areia do lugar atrapalhou bastante sua locomoção.

Bom, na próxima parte vou explorar Manarina e ver se encontro Anri, filha do rei de Guardiana, morto no primeiro capítulo!

quinta-feira, 11 de março de 2010

CT Special Forces (GBA)


A guerra, na vida real, pode deixar marcas profundas que duram uma vida inteira. Mas nos games, a guerra sempre nos trouxe bons frutos gamísticos. Desde a febre do Doom e seus corredores cheios de demonhos, passando por Counter Strike e suas lan houses cheias de moleques matando aula até o mais atual Modern Warfare 2 com suas missões suicidas, o tiroteio virtual sempre foi visto com um certo preconceito, por influenciar as cabeças mais fracas a saírem matando pessoas por aí. Mas, tanto eu como você sabemos que isso só acontece com pessoas fracas. E fraco, eu não sou!

quarta-feira, 10 de março de 2010

Retronado: Shining Force [5]


Lembram-se da galera nova que mencionei no capítulo passado? Pois é, tem até um dark mage no meio deles e foi complicado matar todo mundo pra prosseguir!

Existem dois caminhos possíveis de serem seguidos na luta, mas pouco muda cada um deles: de um lado, 4 rune knights cercando a ponte até os líderes do bando, do outro, mais 4 dwarfs prontos pra devorar meus aliados. Os outros são 4 giant bats, 2 snipers e o tal dark mage. Tá meio complicado isso...Apesar da quantidade, quase todos são inimigos que já lutei, o que me dá uma certa tranquilidade, pois sei dos ataques deles. O único porém é o trio de novatos ali...

A linha de frente é a mesma de sempre: Ken, Cosmão, Gort e agora temos Mae pra complementar. Optei por deixar Luke mais atrás por causa dos giant bats, tem gente mais fraca no time agora. Coloquei Lowe e Gong atrás dos atacantes pra dar uma recuperada caso seja necessário e a luta começa com os inimigos partindo pra cima. Aí vão duas imagens da batalha pra vocês visualizarem a coisa:


Mae provou que alguns levels já fazem diferença e consegue arrancar 7 pontos de vida do rune knight em um único ataque. O primeiro rune knight tomba e a CPU já se encarrega de mandar os giant bats pra roda de uma vez! Estamos cercados, mas somos maioria! Resolvi concentrar meus ataques nos rune knights e despachá-los logo de uma vez, depois eu cuido dos giant bats.

Após destruir essa turma, resolvi mudar de estratégia e pegar os quatro dark dwarfs por baixo, mesmo que demore um pouco. Ali eu consigo alguns pontos de experiência antes de partir pro dark mage e os dois snipers.

Como eu previ, após a queda dos quatro dwarfs, os snipers foram os próximos. São fracos, mas conseguem acertar de longe, como todo bom arqueiro. O dark mage possui a magia flare de level 2, o que quase ocasionou na morte de Gort. Mas Lowe não teve a mesma sorte....pobre Lowe...


O dark mage eu fiz questão de humilhar: por sorte, Tao deixou o coitado com 1 de HP, o suficiente pra me aproximar com Khris, o membro mais fraco do meu time, e estalar um peteleco que aniquilou o mago negro rapidamente. Khris ainda evoluiu pro level 3 nessa brincadeira!

Voltando à cidade normalmente, após a batalha, fui falar com maldito do rei, quem sabe não consigo dar uns tapas naquela cara mal lavada. Ele me pediu sinceras desculpas.....de primeiro não quis aceitar, mas resolvi acatar e acabei ganhando a passagem pra sair da cidade numa boa. É um corredor secreto dentro do castelo. Seguindo por ele, sou levado ao final do primeiro capítulo do jogo!


Na próxima etapa, a Shining Force segue Kane até a cidade circense de Rindo. Nome mais apropriado impossível :D!

Game Crap - Bebe's Kids (SNES)


Em alguns jogos você consegue ver a razão da existência deles assim que vê a capinha ou a tela título quando se liga o console. Jogos como Super Mario World, Sonic 2 ou Gunstar Heroes estão praticamente livres de crítica. Outros, mesmo que tenham falhas miseráveis que te façam chorar sangue, ainda podem ter suas qualidades, mesmo que algumas sejam minúsculas e transparentes, como é o caso de Ducktales ou Megaman 1. Já Bebe's Kids não se encaixa em nenhuma dessas duas categorias. O por quê? Continuem lendo, por favor.


Por mais que eu tenha me esforçado pra continuar, não consegui enxergar motivo, razão ou circunstância que me mantesse ativo pra passar SEQUER da primeira etapa deste.....deste.......bom, deste pedaço de merda pútrida. Não, não vou atribuir ao pedaço de merda pútrida a comparação com Bebe's Kid, é muito apelativo. Bebe's Kid vai muitíssimo além de um pedaço de merda em decomposição....

Bom, quem indicou este game pra mim foi o Matt e eu lhe agradeço por me abrir os olhos pra tamanha porcaria embalada em um plástico vagabundo que enganou muitas pessoas quando foi lançado. Bebe's Kid conta uma história, uma história de sofrimento, que me arrancou 250 preciosos segundos da minha vida enquanto eu tentei, inutilmente, bater em caras vestidos de palhaço.

Neste pedaço de lixo plastificado podemos escolher entre 2 personagens: a magrela maldita e o anão pederasta. Ambos servem pra mesma coisa: te irritar. O projeto de cocô recém defecado roda em 5 fps, o que me faz pensar o que os malditos produtores tinham na cabeça ao avaliar e liberar isso pra venda.....SIM, VENDA! Consultando na internet, não descobri o quanto esse material radioativo vendeu, mas eu espero que as pessoas que tenham comprado estejam bem de saúde hoje.

Pois bem (ou mal), a tranqueira tenta ser um jogo de luta com crianças ridiculamente....ridículas. Parou aí. Parou na tentativa. Quero meus 250 segundos de volta! Eu bati por 250 segundos em 4 carinhas em vão, eles provavelmente são feitos de pano, pois não sentiam nada. Após 114 socos, um deles tombou. Restavam 3 e eu tinha 30 segundos....Sentiram o drama da coisa? ISSO É CAÓTICO, CAÓTICO, OHH, A DOOORRR!!!!!

Esta porra fétida vencida me lembrou os atuais desenhos animados do Discovery Kids, o que me fez agradecer por ter nascido nos anos 80. He-man, desenho de verdade! POR QUE DIABOS NÃO FIZERAM UM GAME DECENTE DO HE-MAN???


Ah sim, agora o Som... Que som? Esperavam comentários sobre SOM? Eu vou lhes dar: não existe. Ou pelo menos fui poupado, já que estava no mute aqui. E nem quero ouvir, muito menos saber se é ruim ou péssimo...Provavelmente o produtor do som já devia estar entupido de maconha até pelo cagador quando resolveu "compor" algo aqui.

E todas as imagens que consegui foram essas ae. Nem fui atrás de tentar denovo, é muita tortura e eu já tenho idade avançada, preciso me cuidar. Fora que a primeira fase deveria ter umas 15 horas de tempo, pra dar conta de bater infinitamente nos inimigos e não morrer por time-out...

E não vou falar mais disso. Dentre os jogos que já passaram por aqui no Game Crap, esse Bebe's Kids conseguiu com folga o título de PIOR merda tecnológica que já conseguiram cagar. Pelo menos até outro pior ainda surgir por aqui, o que duvido demais...


Com licença que agora vou até ali pegar o que sobrou do meu bom senso e me recuperar do choque jogando uma bela e deliciosa partida de Gunstar Heroes.....quero esquecer Bebe's Kids...

terça-feira, 9 de março de 2010

Streets of Rage 3 (Mega Drive)


Hoje vou falar sobre um jogo que muitos consideram a ovelha negra de uma série muito prestigiada no Mega Drive. Trata-se de Streets of Rage 3, o grand finale da série clássica da Sega de bater em pessoas na rua. Mas por que muita gente odeia o jogo? Claro, não tem o ar de novidade do primeiro game, nem a evolução magnífica do segundo, mas é complicado entender o por que de tantas pessoas não gostarem dele....Enfim, eu sempre gostei e tentarei mostrar o lado bom das coisas do jogo.


Streets of Rage 3 conta uma nova história, mas pega emprestado 3 integrantes da equipe da segunda versão. Axel, Blaze e Skate estão de volta, todos com movimentos reciclados e um ou outro novo, só pra dizer. O estreante é um andróide enorme chamado Zan. Zan tem um papel fundamental na nova trama: localizar explosivos espalhados por toda a cidade e ajudar a turma a impedir que um novo lunático faça fezes denovo.

Acontece que Mr. X, o mesmo que chutamos a bunda nas versões passadas, resolveu brincar com robozinhos e, com a ajuda de um parente do Dr. Willy, está criando robôs e colocando no lugares importantes tanto da política como da segurança da cidade. E ele ainda espalhou bombas por todo canto, tudo pra despistar a polícia e os oficiais enquanto a podridão rola por debaixo do pano! Pelo menos dessa vez dá pra dizer que o maluco foi criativo.


Zan não é a única novidade no jogo. Além dele, um canguru treinado pode ser habilitado mediante uma condição simples: matar seu tratador numa luta de dois contra um. Roo, o canguru, é uma novidade bacana, diferente e que dá uma boa variada nos lutadores.

Mas ainda tem mais....Com um código, é possível liberar Shiva, o lutador que protegia Mr. X no final do segundo game e que aparece pra apanhar neste terceiro também. Shiva tem movimentos bem limitados, mas não deixa de ser uma novidade.

Sobre os lutadores, todos mudaram de visual. Blaze ainda está gatíssima, com um cabelão, saia justa mostrando as pernocas e com golpes bacanas. Mas não achei ela tão apelativa como no primeiro e segundo game. Axel ainda possui o gancho apelão do segundo game, mas ele foi enfraquecido, pra sorte dos inimigos. Skate agora tem uma corridinha como especial, substituindo o golpe parafuso que ele iniciava no ar.

Zan é um dos personagens mais enigmáticos. Por ser um ciborgue, sua força é descomunal e alguns de seus especiais sugam bastante energia dos inimigos. Zan usa a eletricidade pra torrar os bandidos e não pode coletar arma nenhuma. Aliás, até pode, mas elas se tornam uma bola de energia que é usada como uma bola de boliche que derruba os inimigos ao tocá-los.

Roo possui uma boa gama de movimentos também, alguns bem legais em que ele faz bom uso das patas traseiras. Por ser treinado como boxeador, Roo luta de luvas de boxe, mas não é um personagem muito forte. Já Shiva só está no jogo como um bônus mesmo, nem compensa falar muito de seus movimentos.


A cidade do jogo está renovada. Todas as etapas são em lugares diferentes, com caminhos diferentes, mas os inimigos são, em sua maioria, novas versões dos clássicos Garcia & cia. Em alguns trechos é possível ver neon por toda parte, em outros passamos por becos mal iluminados e até uma danceteria cheia de efeitos especiais vira palco pra pancadaria. As fases, no geral, não estão TÃO variadas assim como no segundo game, mas alguns elementos presentes nelas deixam as coisas melhores que antes.

Por exemplo, numa fase na construção, somos obrigados a avançar quebrando muros enquanto um doido montado num trator tenta desesperadamente nos atropelar. Em outra situação, tambores descem de um prédio em construção e acertam quem estiver embaixo. Além disso, na parte do metrô é preciso tomar cuidado com um carrinho que vai e vem nos trilhos. Esses elementos são simples de serem falados, mas dão um gás na jogabilidade e diversificam a pancadaria bruta.


Streets of Rage sempre foi reconhecido como um jogo onde os lutadores tem movimentos bem diferenciados e bacanas. Com Streets of Rage 3 não é diferente. Todos eles voltaram com seus golpes que fizeram fama na segunda versão, mas foram adicionadas algumas coisinhas interessantes.


A primeira delas envolve as armas encontradas pelo chão. Dependendo do personagem, ao apertar dois pra frente mais ataque, um poderoso ataque é desferido. Com Skate, por exemplo, ao pegar a faca, o moleque VOA na horizontal e sai furando quem estiver pela frente. Já Axel de posse de uma espada, aplica um shoruyken estiloso que manda os capangas pra longe.

Aposto que estão pensando que ficou fácil apelar desta vez......ledo engano! As armas tem energia, ou seja, tem durabilidade! Quanto mais usar, mais ela se desgasta e quando menos se se vê, adeus arma.....Mas é bom enquanto dura.


Além desse bônus, agora existe uma pequena barrinha azul na frente da energia que sobe aos poucos. Quando cheia, brilham as letras de OK e, ao usar um especial, a energia não é consumida. É uma mão na roda quando se está no bico no corvo e o chefe está rindo da sua cara.


Contrariando tudo e todos, temos 4 finais aqui! Claro, a maioria depende do grau de dificuldade escolhido, mas quantos jogos de porrada de rua tem tantos finais assim? Só me lembro de Guardian Heroes do Saturn.....com mais de 8 finais, mas aí é RPG misturado com luta.......ok, outro dia eu falo dele.

Algumas fases só aparecem quando se joga em dificuldades avançadas, como a floresta e a torre onde um chefe secreto lhe aguarda. Outra coisa que influencia nos finais é o tempo que se leva pra terminar as fases. Só consegui uma vez na vida chegar nessa tal floresta, e lhes digo: é uma das fases mais sacanas do jogo!


Streets of Rage 3, como podem ver, não é um jogo ruim. Aliás, está MUITO longe disso. Com 5 personagens (+ 1 bônus), várias fases, 4 finais diferentes, músicas de Yuzo Koshiro (Koshirão não estava tão inspirado aqui, confesso), modo versus (ao contrário do que muitos podem estar pensando, ficou bem divertido) e muita porrada, o jogo pode ser sim considerado o fechamento com chave de ouro da série no Mega Drive.

Algumas mudanças podem não ter sido tão adequadas, como uma frescura gráfica aqui e ali (o sprite de Axel ficou........estranho), mas os programadores incluiram muita coisa nova pra agradar à novatos e veteranos na série. Vale lembrar que a versão japonesa do jogo (Bare Knuckle 3) foi bem modificada ao ser lançada nos EUA. Basicamente as cores de alguns personagens e alguns chefes foram trocados, além da história ter sido levemente mudada com a troca de alguns nomes. Maldita seja a censura....

Acho que muita gente esperava algo no naipe de um Streets of Rage 2 na continuação, ou seja, mais do mesmo. E uma coisa que Streets of Rage 3 não pode ser considerado é mais do mesmo. O jogo realmente inovou bastante.

Nota: 9.0

segunda-feira, 8 de março de 2010

Retronado: Shining Force [4]


Continuando nosso retronado, acabei de sair de Guardiana, que foi arrasada pelas tropas de Runefaust. Kane, aquele miserável, matou o rei e o comandante Varios, e ainda ameaçou geral. Ainda farei esse maldito pagar caro!

Saindo de Guardiana, uma tropa inimiga me esperava de prontidão!!! 5 dark dwarfs, 5 rune knights e 5 inimigos novos, os giant bats, morcegos enormes que podem se locomover por enormes distâncias!

Bom, os primeiros inimigos do caminho são os dark dwarfs, e foi neles que comecei a concentrar meus ataques. Os giant bats não são durões como pensei, a vantagem deles está realmente na mobilidade, podem voar por quase todo o cenário. Além disso, podem largar o status sleep quando atacam e desviam praticamente de todo ataque.


Durante a batalha, zerei o MP da Tao queimando inimigos, destruí quase todos os rune knights com Gort, que se mostrou um guerreiro bastante forte e evoluí Cosmão ao nível 5. Cosmão anda se superando no jogo. Com um simples ataque consegue arrancar 10 HP da maioria dos inimigos. Aproveitei pra dar uma turbinada nele usando um Power Potion e um Defense Potion que aumentaram em um ponto o ataque a defesa. Pois é, estou querendo transformá-lo num assassino impiedoso!

A batalha transcorreu sem nenhuma surpresa, mas tive que usar algumas herbs pra que Mae não morresse. Os rune knights fizeram a roda na pobre centauro...

Bom, chegamos ao nosso destino, a cidade de Alterone! Alterone é uma cidade bastante simpática. Alguns tesouros dentro das casas estão prontos pra serem abertos, mas não há nada de tão relevante aqui. O negócio é seguir pro castelo...mas não pude entrar! Num bar mais abaixo na cidade, um carinha me conta que um dos moradores de Guardiana esteve falando com o rei de Alterone por esses dias....resolvi voltar no castelo e a passagem estava aberta, vai entender...

O povo daqui parece não querer acreditar que Guardiana está totalmente destruída. Falei com o rei e ele pediu para segui-lo. Chegando ao destino, descubro que o rei de Alterone é tão frouxo quanto um prego na areia e se rendeu à Kane e eu encontro ele em pessoa! Conclusão: fui parar na prisão do castelo...Lá na cela, encontrei o padre da cidade, que também foi preso tentando convencer o rei a lutar e não entregar Alterone ao vilão. Mas o que mais me falta acontecer?

Falei com o padre e ele nada pode fazer ali, à não ser os serviços tradicionais como salvar, curar, etc....Resolvi investigar as grades e surgiu uma pessoa que me ajudou a sair dali! Ela se chama Khris e se juntou ao bando da Shining Force com o intuito de chutar a bunda de Kane e cia.


Após percorrer um enorme corredor, saí no meio da cidade, melhor, no MEIO DE UMA BATALHA! Muitos inimigos, a luta acontece no meio da cidade mesmo, em meio à casas e tudo mais! Kane está no topo da tela, e ordena seus capangas à destruírem as forças de Guardiana. Momentos depois, surge um capacho dizendo que Darksol mandou chamar Kane, e ele sai de cena, fugindo, como sempre.

A música desta batalha é uma das melhores músicas de RPG que já ouvi. É empolgante, realmente! E dá-lhe inimigos na tela, tem um monte de gente nova, arqueiros, um cara bizarro de manto, vários rune knights, dark dwarfs e giant bats!


É uma batalha e tanto, na próxima parte eu conto como foi!

domingo, 7 de março de 2010

Ducktales (nes)


Jogos com personagens da Disney começaram sua fama nos 8 bits, tanto do lado da Sega com o Master System como do lado da Nintendo e seu Nes. Se de um lado tínhamos Mickey e Donald com seus jogos clássicos de plataforma, do outro eram Tio Patinhas e os esquilos Tico & Teco, fazendo o possível e o impossível no Nes. Era uma briga boa, onde todos ganhavam.

Ou não. Eu sempre quis jogar Ducktales e nunca tive um Nes....
Bom, em Ducktales controlamos o velho sovina conhecido como Tio Patinhas, e temos que procurar pelo mundo o que o velhote mais gosta: DINHEIRO. Em todas as etapas do jogo estão espalhadas diversas quantias do maldito em formato de diamantes coloridos de vários tamanhos. Quanto maior e vermelho, melhor.

Tio Patinhas usa somente sua bengala pra destruir os inimigos e conseguir passar as fases, e aí mora o principal problema do jogo. É, problema, ou achou que eu ia puxar o saco por ser um clássico do console? Se enganou, hihihi!

sábado, 6 de março de 2010

Retronado: Shining Force [3]


Muito bem, paramos no meio do caminho para Guardiana, que foi invadida por um bando de safados enviados por Kane! A primeira coisa a se destacar aqui é a música de batalha: extremamente bem feita e empolgante. Aliás, todas as músicas do jogo são assim, muito bem compostas, inesquecíveis de verdade.

A segunda coisa a se destacar: aprendi uma dica aqui que nunca mais esqueci. Trata-se de voltar até a pequena casa à direita de onde estávamos lutando. Ali existe um guerreiro chamado Gong, que entra pro time assim que se fala com ele. Ele não é lá grande coisa, mas quebra o galho na hora de ajudar a repor o HP da galera, pois é um ótimo healer. Bom, de time formado, vamos partir pra cima desse caras!

No time inimigo, são 6 goblins, 3 dark dwarfs e dois rune knights. Hans é o primeiro a dar a primeira baixa no time inimigo, mandando um goblin pro inferno com 3 ataques. To gostando desse arqueiro! O começo dessa batalha é meio lento devido à (única) passagem estreita atrás da montanha, onde só passa um de cada vez. Os goblins vão subindo também, fazendo uma formação de barreira ao norte, enquanto os outros permanecem onde estão.

Após a morte do primeiro goblin, os dois dwarves começam a se mover em minha direção.

Depois de passar todo mundo pelo caminho estreito, parti pra cima com Cosmão, Ken e Luke, e fizemos um belo estrago nos goblins restantes. Que falta faz a Tao aqui, sua magia faria um enorme estrago nos inimigos...


Uma coisa que esqueci de mencionar: aqui começam a aparecer os famosos landing effects, as porcentagens de acertos crítcos conforme o terreno de onde se ataca. Os goblins fazem uma formação em meio à uma vegetação pra se proteger, mas de nada adianta: todos eles vão morrendo, um a um, provando que são tão inteligentes quanto um tijolo.

Hans segue atacando pelos flancos, pelo menos até eu conseguir levar Ken pra junto dele. Ken anda muito pouco no terreno montanhoso, também pudera, um centauro caminhando entre pedras não deve ser fácil... Luke e Cosmão seguiram na linha de frente, enquanto Gong e Lowe vão lá atrás, preparados pra qualquer emergência.

Como sobraram poucos goblins, deixei pro Gong tomar conta de um deles, assim que começa a ganhar seus primeiros pontos de experiência. O engraçado que é Gong ataca com as próprias mãos, sem arma nenhuma. Descobri depois que se trata de um monk....Bom, o resto da galera mandei pra cima dos dois dark dwarfs, que até que resistiram bem, mas sucumbiram.

Descendo, os 3 inimigos restantes tomaram suas posições atrás do riacho, na entrada de Guardiana e ali ficaram. Coloquei Hans de um lado e Ken do outro, atacando de longe os rune knights, até eles morrerem. Sobrou só um dark dwarf, que matei com Cosmão usando um ataque apenas. To podendo! :D!


Chegando em Guardiana, o cenário é de total destruição. As tropas de Runefaust destruíram a cidade inteira praticamente, sobrando apenas escombros e alguns sobreviventes. Entre eles, achei um cara em um bar, reclamando da vida. Mas eis que ele se uniu à Shining Force também, se chama Gort, um senhor meio ranzinza que provavelmente fede a cachaça e usa um machado. Machados são sempre bem vindos no time!

Diante do caos da cidade, resolvi falar com o Rei. Chegando no castelo, um subordinado veio correndo me dizer que o Lord Kane estava no palácio e ameaçava o Rei e o comandante Varios. Entrando na sala do rei, presencio Kane matando Varios ali, na frente de todos!

Nisso aparece uma centaura (ou centauro-fêmea, sei lá - quem souber o correto favor se pronunciar), cujo nome é Mae, se dizendo filha de Varios, mas ela nada pode fazer. Kane desaparece logo em seguida.


O Rei de Guardiana nos diz que o Gate of Ancients é o único caminho para se chegar até a Torre, e que ele é aberto apenas por um tipo chave. Ele nos pede para conseguir a a chave antes que Kane a consiga. Pede ainda para descobrirmos porque picas o reino de Runefaust está tão interessado no tal portão.

O rei se despede pedindo para avisarmos sua filha, Anri, na cidade de Manarina e falece em seguida. Baralho! Duas mortes logo de cara, assim! Como diria o GLStoque, QUE BAFÃO!

Bom, Mae se junta ao time e só nos resta seguir ao norte, atrás de possíveis respostas. Antes disso, dei uma passadinha naquela casinha cheia de baús onde o guarda não deixava eu entrar e PIMBA! Ele está caído, é hora de fazer a festa! :D :D :D!

Festinha feita, revivi a coitada da Tao na igreja e vamos seguir com o jogo no próximo capítulo!

sexta-feira, 5 de março de 2010

Shinobi (arcade)


Durante muitos anos eu acreditei inocentemente que Shinobi havia nascido no Master System. Na melhor das hipóteses, no Mega Drive. Foi um dos primeiros jogos que joguei pro Master. Os anos se passaram e acabei descobrindo pela magia dos emuladores que o jogo nasceu nos Arcades, com esta versão. A versão do Master é a conversão direta dos arcades, o que me fez sentir-me em casa jogando essa versão.

Em Shinobi controlamos Shinobi............, bom, na verdade o nome dele é Joe, um ninja equipado apenas com shurikens e uma espada. Temos a missão de derrotar um lunático que pensa que o mundo é seu playground e colocou todos os seus amiguinhos pra brincar ali. Além disso, ele sequestrou um monte de gente igual e deixo-as amarradas no chão em diversos locais das fases. Pelo menos ele foi um pouco original. Só um pouco.

quarta-feira, 3 de março de 2010

Retronado: Shining Force [2]


Antes de partir realmente pro primeiro combate, como o rei foi generoso ao me dar uma graninha, fui torrá-la nas lojas da cidade. Comprei algumas herbs, dei pra alguns membros da equipe e resolvi seguir em frente. Em Shining Force funciona assim o esquema de itens: você compra e põe em um dos slots disponíveis de cada um dos personagens. Cada um tem 4 slots, um geralmente já vem ocupado com a arma dele, sobram 3 pra por itens, acessórios e outras bugigangas.

Bom, com a equipe armada, dei um rolê pela cidade, mas não achei nada de interessante. O castelo de Guardiana é enorme, com torres, salas e algumas coisas ainda inacessíveis (leia-se: salas cheias de baús guardadas por homens fortemente armados). Como eu ainda sou um peido perto deles, segui meu caminho, saindo da cidade.

Já que saí surgiu uma carroça que nos levou até o objetivo, uma muralha à leste do mapa. Chegando lá, problemas surgem: um grupo de goblins, alguns dwarves e um centauro-knight estão tentando abrir uma porta dentro da construção, mas são surpreendidos pelo meu grupo. Um terremoto abre uma fenda enorme do lado esquerdo do lugar, mas a batalha tem início assim mesmo!


Shining Force tem um esquema de batalha único, onde cada membro no campo de batalha tem seu turno próprio, diferente de outros jogos do estilo, onde os turnos se intercalam entre a vez do jogador e a vez da CPU. Aqui o lance é posicionar bem cada membro, pois o turno deste só vai voltar quando todos os outros se moverem. Cada vez que controlar um guerreiro, é possível andar por um determinado espaço, usar um item ou ir perto do inimigo para atacá-lo.

Dependendo da profissão do guerreiro, o grau de alcance do ataque varia. Arqueiros são ótimos pra atacar a distância, enquanto guerreiros são melhores no corpo a corpo e magos é preferível deixá-los longe da encrenca, castando magias à distância. Mas isso tudo todos vocês já devem estar carecas de saber, vamos pra batalha em si.

No campo de batalha, alguns goblins, dwarves, os centauros e meu time. Eles estão todos ao norte e pouco se movem no começo. Preciso chegar até eles movendo cada um dos membros. De longe, Ken é o que mais consegue andar, muito provavelmente por ser um centauro.

Lowe se mostra o mais inútil até o momento. Como é um white mage, fica complicado colocá-lo já de cara no meio da fogueira. Preferi poupá-lo, mesmo que essa primeira batalha seja mais simples. Tao se mostrou uma ótima maga com seu Flare level 1 nos goblins, destruindo metade do HP deles em cada ataque.

Cosmão também arranca uma boa quantidade de HP, juntamente com Ken, que pode arremessar sua arma, ganhando aí um espaço de distância do inimigo, não precisando colar no mesmo pra atacar. A leva de goblins é destroçada em poucos turnos.


Eu fui o primeiro a chegar ao level 3, aumentando meu HP para 14, seguido por Tao, Luke e Hans que alcançaram o level 2. Os dois dwarves que restaram não deram muito trabalho, apesar de quase aniquilarem Luke, pois fiz a merda de mandá-lo sozinho cuidar deles enquanto Lowe curava alguns dos membros.

Destruídos, sobrou pro centauro líder. Ele acabou por destruir Tao, infelizmente, mas o contra-ataque foi devastador, acabando com ele em 2 turnos. Uma das coisas bacanas do jogo é quando acontece um critical: o atacante ataca duas vezes, resultando num MASSIVE DAMAGE!


Bom, o centauro se vai, mas ainda berra que o Lord Kane está atacando Guardiana neste exato momento!! Cacildis, vamos voltar correndo pra lá!!!

Ao sair da dungeon, noto que a fenda causada pelo terremoto acabou por impedir minha passagem até Guardiana, me forçando a fazer o caminho mais longo, por cima. Pior, o lugar está cheio de inimigos, alguns até cercando Guardiana, todos com gritos de guerra. O bicho vai pegar por aqui...

terça-feira, 2 de março de 2010

Retronado: Shining Force [1]


Enfim, galera, é hora de começar mais um Retronado no Shugames!

Demorou pra eu me decidir, estava entre 5 jogos pra fazer o próximo Retronado aqui no Shugames, mãããss, como ainda não passou por aqui nenhum jogo estratégico, resolvi optar por um grande clássico do Mega Drive. Alguns já podem adivinhar, clássico de estratégia no Mega Drive só existe um.....,sim, ele mesmo, o eterno Shining Force!